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Dinheiro na mão é vendaval

Dono da Havan perde R$ 5 bilhões de fortuna em um ano, aponta Forbes

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Luciano Hang ocupa a 1.174ª posição no ranking de mais ricos do mundo da Forbes
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Luciano Hang ocupa a 1.174ª posição no ranking de mais ricos do mundo da Forbes

O empresário Luciano Hang , dono da rede de lojas Havan, perdeu cerca de R$ 5 bilhões em sua fortuna em um ano, de acordo com um levantamento realizado pela revista Forbes . Segundo a publicação, Hang possui US$ 2,7 bilhões em patrimônios ante US$ 3,6 bilhões na lista de 2020.

Se repassado para a cotação atual, o empresário tinha R$ 20,2 bilhões em fortuna e agora possui R$ 15,1 bilhões.

O recuo patrimonial de Luciano Hang o fez cair de 1.057ª posição no levantamento da Forbes para o número 1.174 do ranking. O índice é exorbitante se comparado ao primeiro brasileiro que aparece na lista, o empresário Jorge Paulo Lemman , que ocupa 114º posição.

Hang ficou conhecido por ser um dos maiores apoiadores do presidente Jair Bolsonaro , inclusive com colaboração em divulgações na campanha eleitoral de 2018.

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Lista de bilionários

O CEO e fundador da Amazon, Jeff Bezos , foi listado como a pessoa mais rica do mundo em 2021 pela revista norte-americana. Esse é o quarto ano consecutivo que o executivo aparece na primeira colocação da pesquisa, que está em sua 35ª edição.

Bezos possui fortuna estimada em US$ 177 bilhões, US$ 64 bilhões a mais se comparado ao levantamento do ano passado. O patrimônio do dono da Amazon aumentou durante a pandemia devido ao crescimento nas vendas de ações da empresa nas bolsas de valores.

Em segundo lugar aparece o empresário Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX , com fortuna estimada em US$ 115 bilhões. Musk é um dos destaques da lista de 2021 após o crescimento de 705% em seu patrimônio em relação ao ano passado. Na pesquisa de 2020, o empresário ocupava a 31ª posição entre os mais ricos do mundo.

De acordo com a Forbes, 493 novos bilionários entraram para a lista de 2021, o que elevou o valor final da soma das fortunas de US$ 8 trilhões em 2020 para US$ 13,5 trilhões neste ano. Entre os novos ocupantes da desejada pesquisa, estão Miriam Adelson (herdeira de cassinos nos EUA), Guillaume Pousaz (fundador do Checkout.com) e o produtor de cinema Tyler Perry.

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Confira a lista dos mais ricos do mundo

  1. Jeff Bezos (Amazon)
  2. Elon Musk (Tesla e SpaceX)
  3. Bernard Arnault (Luis Vuitton e Sephora)
  4. Bill Gates (Microsoft)
  5. Mark Zuckerberg (Facebook, WhatsApp e Instagram)
  6. Warren Buffett (Berkshire Hathaway)
  7. Larry Ellison (Oracle Corporation)
  8. Larry Page (Google)
  9. Sergey Brin (Google)
  10. Mukesh Ambani (Reliance Industries)
  11. Amancio Ortega (Zara)
  12. Francoise Bettencourt Meyers (L’Oréal)
  13. Zhong Shanshan (Nongfu Spring e Wantai)
  14. Steve Ballmer (Microsoft)
  15. Ma Huateng (Tencent)
  16. Carlos Slim Helu (América Móvil)
  17. Alice Walton (Walmart)
  18. Jim Walton (Walmart)
  19. Rob Walton (Walmart)
  20. Michael Bloomberg (Bloomberg L.P)

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Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

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“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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