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Dividendos: o que são? Como ganhar com isso?

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Dividendos: o que são? Como ganhar com isso?
Felipe Moreno

Dividendos: o que são? Como ganhar com isso?

Dividendos são as quantias pagas para os acionistas de uma empresa que apresentou lucro líquido no final de um determinado período, sendo esse dinheiro uma parte (ou todo) desses ganhos. Uma empresa tem algumas formas de distribuir esses ganhos para os acionistas: dinheiro, ações, JCP (Juros Sobre Capital Próprio), bonificações, cancelamento de ações ou até mesmo a recompra delas no mercado.

No caso dos dividendos, a empresa define, aprova em assembleia, determina uma data para o pagamento e deposita – os recursos são creditados na conta da corretora utilizado pelo investidor e podem ser transferidos, gastos ou reinvestidos. Afinal, depois que o dinheiro pinga na sua conta, ele é totalmente seu – e vai te ajudar muito para você atingir sua independência financeira .

Por isso, muitos investidores aportam seu dinheiro em empresas que são conhecidas por serem boas pagadoras de dividendos, montando uma carteira robusta neste sentido, principalmente para o longo prazo. Alguns setores são conhecidos justamente por isso: energia elétrica, saneamento e telecomunicações, que possuem uma grande previsibilidade de resultados.

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Dividendo: o que é?

Dividendos é parte do lucro de uma empresa. Se você comprou uma ação, é como se tivesse comprado uma pequena parte daquela companhia. Você se tornou sócio de quem também tem ações daquela empresa – seja o seu primo ou Jorge Paulo Lemann, no caso da Ambev. E, como sócio, você recebe merecidamente a sua parte do resultado da empresa.

No Brasil, isso é um direito. As empresas não podem distribuir dividendos somente para certos investidores, precisam distribuir para todos. Além disso, há um mínimo de 25% de lucro que tem que, necessariamente, ser repassado ao acionista.

Muitas empresas utilizam de uma política definida (e generosa) de dividendos justamente para atrair investidores. Nem sempre isso é positivo, a Oi (OIBR3) chegou a se endividar para distribuir proventos para seus acionistas e manter a política de dividendos. Acabou pedindo recuperação judicial.

Para onde vai o resto do dinheiro?

Se uma empresa está distribuindo apenas 25% do seu lucro (o mínimo exigido), é justo você se perguntar: e para onde vai o resto do dinheiro? Ora, esse dinheiro vira caixa para a empresa fazer o que quiser: reinvestir, pagar dívidas, financiar uma expansão ou até mesmo gerar valor para o acionista através de outros meios, como recompra de ações.

As empresas que são famosas pela política generosa de dividendos geralmente são aquelas que possuem maior previsibilidade de resultados e que sofrem menos com os ciclos econômicos. Se a economia do Brasil vai mal, as pessoas vão continuar usando energia elétrica, internet e vão continuar precisando de encanamento. O que é cortado geralmente é o consumo discricionário, como empresas de varejo.

Nem toda empresa na B3 pagou dividendos nos últimos anos, afinal, tem muita companhia que teve prejuízos neste período – e, mesmo se tiverem voltado a lucrar, ainda estão “compensando” as perdas. Dividendos podem ser reduzidos ou suspensos, principalmente caso os negócios tenham uma alteração significativa.

Outros tipos de proventos

Um ponto importante é que dividendos não são a única forma de retornar dinheiro aos acionistas. As empresas possuem diversas ferramentas para fazê-lo. Vamos conhecer cada um dos tipos diferentes de proventos que existem no ambiente de bolsa brasileiro:

  • Dividendos

Dividendos se referem ao valor que é pago em dinheiro, isento em impostos. Uma empresa define o quanto vai pagar e divide pela quantidade de ações existentes. Por exemplo, empresa FLP vai pagar R$ 1 bilhão e possui 2 bilhões de ações em circulação – isso representa R$ 0,50 por cada uma. Se você tem 1, recebe isso. Se tem 10, R$ 5,00. Se tem 100, R$ 50. Importante notar que o valor é ajustado do preço da ação, ou seja, no dia seguinte as ações vão estar cotadas em R$ 0,50 a menos.

Os dividendos costumam ser parte do lucro da empresa e costumam ter uma frequência estimada – várias empresas anunciam dividendos junto com seus resultados trimestrais, por exemplo. Contudo, eles podem ser também situações “especiais” – como, por exemplo, a venda de uma subsidiária que gerou caixa em um trimestre específico e a empresa resolveu distribuir de maneira excepcional.

  • Juros sobre capital próprio

O JCP, como é usualmente chamado, é muito similar aos dividendos – e na prática, para o investidor é igual. A diferença está na tributação: enquanto os dividendos são isentos de Imposto de Renda de Pessoa Física (afinal, a empresa já pagou o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e a CSLL, que é a Contribuição Social sobre Lucro Líquido), os juros sobre capital próprio são lançados como despesa pelas empresas e, por isso, são taxados em 15% na fonte. Ou seja, para o investidor em si não muda nada.

  • Bonificação
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Outro tipo comum de proventos é o pagamento em outras ações. Ou seja, uma empresa pode entregar mais de suas ações para os investidores, uma bonificação de 5% seria o equivalente a entregar 5 papéis para cada 100 ações que o investidor possui. Se ele tem 200 ações, vai receber 10 ações. Se tem 1000, vai receber 50.

Um ponto importante de ressaltar sobre a bonificação é que o valor das ações é ajustado, para que o valor total do montante seja o mesmo de antes. Se o investidor for receber uma fração de ação, esse valor é depositado em dinheiro para ele.

  • Grupamento e Desdobramento

Outra coisa que uma empresa pode fazer com suas ações são os grupamentos e os desdobramentos. Estes não são feitos para “retornar valor ao acionista”, mas acabam ajudando. Uma ação que subiu demais pode realizar um desdobramento para fazê-las mais “atraentes” – transformar uma ação em duas ou uma em dez, por exemplo. Uma ação de R$ 700 pode virar dez de R$ 70, o que aumenta sua liquidez.

O contrário é o grupamento, quando uma empresa transforma duas ações em uma, dez em uma, e assim vai. Assim, uma empresa fica fora da “zona do Mico” – que são as ações com valor de menos de R$ 1 – e são menos suscetíveis às especulações danosas no mercado.

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  • Programa de Recompra de Ações e Cancelamento

Mais uma forma de ajudar o investidor é através de programas de recompras de ações. A empresa pode ir ao mercado e recomprar suas ações para mantê-las em tesouraria ou cancelá-las. Um programa robusto de recompra de ações ajuda a manter as ações em um patamar mais elevado e segurar o preço dos papéis. É também uma sinalização de confiança nas próprias ações.

Ao cancelar as ações, a empresa diminui a base de acionistas, o que aumenta tanto o valor imediato dessas ações quanto diminui a quantidade de ações que vão receber dividendos – e, portanto, cada ação leva um pouco a mais do bolo. Se uma empresa tem 20 ações, vale R$ 100 e cancela dez, o valor de mercado vai continuar sendo de R$ 100, mas agora distribuída em dez ações – se cada uma valia R$ 5 antes, agora cada uma vai ter que valer R$ 10, preço ajustado na bolsa.

  • Direito de subscrição

E, por fim, também considerado como provento está o direito de subscrição, que é a prioridade dos atuais acionistas em comprar mais ações em caso de nova emissão e, com isso, manutenção de suas fatias na empresa.

Dividend Yield

Um ponto muito importante para você entender em relação aos dividendos é compreender se uma empresa é uma boa pagadora ou não. Para isso, usamos o “Dividend Yield”, que é um cálculo para saber quanto uma empresa paga relativamente ao preço da ação, nada mais do que quanto os dividendos anuais representam em relação ao valor da ação.

Então supondo que a empresa FLP pague R$ 5 de dividendos durante um ano, e sua ação está cotada em R$ 100, o Dividend Yield é de 5%. Se a ação valesse R$ 200, o DY dela seria de 2,5% e se o preço fosse de R$ 50, o dividendo seria de 10%. Há empresas na B3 que chegam a ter 10%, 12%, 15% de DY em determinados anos – principalmente empresas do setor elétrico e saneamento, com resultados bem previsíveis.

Mas atenção: um DY alto pode ser um perigo, já que ele pode estar neste patamar por conta do preço deprimido da ação, sinal de problemas com a empresa. As ações da Oi são um bom exemplo disso – a empresa sempre foi uma forte pagadora de dividendos e chegou a se endividar para continuar remunerando os seus acionistas. Como a empresa estava problemática, as ações estavam em um patamar baixo, os dividendos altos – e consequentemente, o DY era elevado, chegando a bater 24%. Deu no que deu e a empresa entrou em recuperação judicial.

Como construir uma carteira de dividendos

Agora que você sabe o que é dividendo, vamos para a parte prática de como fazer uma carteira de dividendos que vai te proporcionar uma renda passiva  interessante. A começar pelo óbvio: uma carteira de dividendos não pode ter uma única ação, mas uma série de empresas que são tidas como boas pagadoras. Nunca é sábio deixar todos os ovos em uma única cesta.

Então é necessário ter diversas ações que paguem dividendos, levando em consideração o DY, a previsibilidade de resultados e as perspectivas para as empresas. Evite as companhias que estão em crise, foque naquelas que possuem um fluxo de caixa muito previsível e baixas necessidades de investimento.

Fique também atento ao ritmo de pagamento de dividendos. Bancos pagam JCP mensal – muito embora os valores sejam muito baixos, tanto Itaú quanto Bradesco pagam aproximadamente R$ 0,015 por mês – , mas a maioria das empresas conhecidas pela distribuição de dividendos pagam trimestralmente – anunciando dividendos depois da divulgação de resultados. Também é costume que um desses dividendos seja mais forte no fechamento anual – resultados divulgados em fevereiro e março a respeito do quarto trimestre do ano anterior. Muitas casas de análise divulgam carteiras recomendadas com esse intuito.

Como dividendos são pagos?

Você é acionista de uma empresa que paga dividendos, mas como você recebe estes valores? Primeiro, você precisa checar se você era acionista na data definida como corte para quem recebe os dividendos ou não, data com e data ex. Vamos supor que a empresa FLP vá pagar dividendos dia 21 de maio de 2022. Ela vai comunicar ao mercado com alguma antecedência e avisar qual é a “data com”: a base acionária que receberá tal valor será a do dia 10 de maio.

Portanto, para fazer jus aos dividendos, você precisaria ser acionista dia 10, não dia 21. Se você comprar as ações dia 11 – que é a data ex -, não receberá nada – e se vender dia 11, receberá. A propósito, o ajuste no preço da ação ocorre na data ex. Ou seja, se as ações estão cotadas a R$ 9 dia 10 e o dividendo anunciado for de R$ 1 por ação, no dia seguinte esses papéis vão estar cotados em R$ 8 antes do leilão de abertura sem que isso seja considerado uma queda no preço.

Se você fosse acionista no dia 10, a empresa pagará os investimentos dia 21 através da sua corretora – o dinheiro vai cair na sua conta e virar saldo. Muitos investidores tentam “aproveitar” os dividendos das empresas, ficando de olho em quando serão pagos e tentando ser acionista na “data com”, principalmente quando são dividendos extraordinários.

Reinvestir dividendos é importante

Se você está pensando em uma estratégia de investimento de longo prazo, tem que entender que reinvestir seus dividendos é de extrema importância. Se o preço é ajustado com cada pagamento, não reinvestir o que você recebe equivale a “drenar a rentabilidade” da ação ao longo do tempo e os ganhos só vão crescer na mesma proporção dos resultados da empresa (ou pior, vão cair, se ela estiver ganhando menos dinheiro).

Mas se você usa os dividendos para reaplicar as ações, você vai multiplicando o que você ganha com o tempo, acumulando mais e mais ações – os seus rendimentos passam a seguir a lógica dos juros compostos. Sem isso, são juros simples, como se fossem um aluguel.

Voltamos ao exemplo da empresa FLP. A ação vale R$ 100 e paga um dividendo de R$ 10 por papel, o que é um retorno de 10%. Você tem 100 ações e, portanto, recebe R$ 1.000 naquele ano. Você usa esses R$ 1.000 para comprar mais ações da FLP – e, desconsiderando as variações do preço de mercado e o preço de ajuste – compra mais 10 ações. Você passa a ter 110 ações no segundo ano e, agora, recebe R$ 1.100, 11% sobre seu investimento inicial. Você usa esse dinheiro para comprar mais 11 ações e no terceiro ano, já tem 121 ações, recebendo R$ 1.210, que representa 12% sobre o investimento inicial. E assim vai!

Neste exemplo, em sete anos você já dobrou a posição de ações e recebe o dobro do que recebeu no primeiro ano – o que te permite comprar ainda mais ações e acelerar os ganhos. Imagine a diferença que isso faz no longo prazo. Ao reinvestir os dividendos você garante um ganho crescente ao longo dos anos, e sua posição é sempre maior que um ano antes.

Impostos e custos

Por fim, é importante notar algumas coisas a respeito de dividendos e outros proventos: impostos. Como falamos anteriormente, a boa notícia é que hoje eles são isentos de Imposto de Renda, e o valor que cai na sua conta é integralmente seu – afinal, a empresa já pagou imposto de renda de pessoa jurídica.

A má notícia é que isso deve mudar em breve, já está em discussão uma reforma tributária que vai adicionar 15% de impostos sobre dividendos. Alguns candidatos à presidência do Brasil querem subir esse percentual proposto para, ao menos, 20%. Isso significa uma mordida em tudo que você for receber das empresas que você é sócio! Já há um imposto de 15% sobre JCP, então isso não deve mudar. A ver.

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MP que autoriza exploração de urânio por empresas privadas é aprovada

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Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares
Divulgação/Eletrobras

Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares

O governo Jair Bolsonaro publicou nesta sexta-feira uma medida provisória (MP) que libera a mineração de urânio para empresas privadas, por meio de parcerias com o setor público. Atualmente, a mineração de urânio no país é feita apenas pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB).

A Constituição Federal diz que compete exclusivamente à União “explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados”.

Por isso, as atividades de pesquisa, lavra, enriquecimento, industrialização e comércio de minérios nucleares e derivados são exercidas exclusivamente pela INB. A empresa atua em toda cadeia produtiva: da mineração à fabricação do combustível que gera energia elétrica para as usinas nucleares brasileiras.

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A MP permite que sejam feitos novos modelos de associação entre a INB e empresas privadas para exploração de jazidas de minérios nucleares e também a produção, a conversão e o enriquecimento do material.

O texto publicado nesta sexta-feira permite que a INB firme contratos com companhias para a exploração de urânio em todos os níveis da cadeia e remunere essas empresas com o percentual do valor arrecadado na comercialização do produto da lavra; com o direito de comercialização do minério associado; com o direito de compra do produto da lavra com exportação previamente autorizada; ou outros arranjos definidos em contrato.

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“Com a atualização da legislação, espera-se que a INB, em parceria com o setor privado, aumente investimentos em pesquisa e lavra e a capacidade de produção nacional de urânio”, informou em nota o Ministério de Minas e Energia.

Atualmente, quando o titular de autorização para pesquisa ou de concessão de lavra encontra elementos nucleares associados a uma substância mineral, ele é obrigado a comunicar à Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), à Agência Nacional de Mineração (ANM) e à INB. Caso os elementos nucleares tenham valor econômico superior a outra substância mineral, toda a jazida é incluída no monopólio estatal e o titular perde a autorização de pesquisa ou concessão de lavra. Com a edição da MP, independentemente do valor econômico dos elementos nucleares presentes numa jazida mineral, será possível parcerias entre o minerador e a INB, para o aproveitamento de todos os recursos minerais presentes na jazida.

A MP autoriza ainda que a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. (ENBpar) passe a ser controladora da INB. A ENBpar foi criada para controlar as usinas nucleares de Angra e a hidrelétrica de Itaipu, antes pertencentes a Eletrobras e que não podem ser privatizadas.

“Com responsabilidade socioambiental, a MP busca atrair capital privado e desonerar o contribuinte, gerando emprego e renda para a população e consolidando o Brasil como um porto seguro para investimentos”, afirma o MME.

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O Brasil é dono da sétima maior reserva de urânio no mundo, segundo a INB. São 309.000 toneladas do minério distribuídas entre os estados da Bahia, Ceará, Paraná e Minas Gerais. Porém, o governo estima que as reservas brasileiras sejam ainda maiores, já que menos de um terço do território nacional foi alvo de pesquisas em busca do minério.

Embora estando entre as dez maiores reservas de urânio do mundo, Brasil vem importando tudo o que consome de países como Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Reino Unido. Outros países com grandes reservas são Austrália, Canadá e Rússia.

No Brasil, a exploração desse mineral ocorria na mina de Caetité, na Bahia, a mais de 600 quilômetros de Salvador. A produção nacional parou em 2015 e voltou em 2020. Agora, a INB tenta buscar recursos para voltar a explorar o minério em novas minas na região e em outras áreas.

O urânio é matéria-prima, principalmente, para a geração da energia nuclear. Ele passa por um processo químico, gerando um pó amarelo (chamado de yellow cake), que posteriormente é enriquecido para permitir a geração de energia elétrica nas usinas nucleares. No Brasil, há duas usinas desse tipo em operação: Angra 1 e 2. O governo também tenta concluir Angra 3, em construção há décadas. A Constituição também determina que a energia do urânio só pode ser usada no país para fins pacíficos. Além da produção de eletricidade, a energia nuclear vem sendo utilizada em outras áreas: na medicina, no meio ambiente, na engenharia, na produção de radiofármacos e na agricultura.

Fonte: IG ECONOMIA

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