(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Depois de Anitta no Nubank, Gisele Bündchen entra para conselho da Ambipar

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Gisele Bündchen
Reprodução

Gisele Bündchen

Depois da cantora Anitta passar a integrar o conselho de administração do Nubank , as empresas estão olhando com outros olhos para as celebridades. A modelo Gisele Bündchen, conhecida internacionalmente por seu ativismo ambiental, tornou-se acionista da Ambipar, empresa brasileira de serviços ambientais que abriu capital no ano passado. A informação foi divulgada pela empresa nesta terça-feira.

A companhia não revelou o percentual de ações comprado pela modelo, e se limitou a afirmar que foram papéis de titularidade de seu acionista controlador e que o negócio não altera o controle da empresa.

Embaixadora da pauta ‘ESG’

Bündchen também foi escolhida como embaixadora da marca Ambipar, com atuação na promoção da imagem institucional e de seus produtos e serviços, principalmente nas ações relacionadas a pauta ESG (Environmental, Social and Governance), já que fará parte do comitê de sustentabilidade da empresa, segundo comunicado.

A empresa disse que nomear a modelo como embaixadora da marca era uma medida que vinha considerando desde setembro do ano passado, dois meses após listar suas ações na bolsa de valores brasileira.

“A partir daquele momento, uma ideia mobilizou a empresa: convidar Gisele Bündchen para ser embaixadora da marca”, diz o comunicado. “Como modelo brasileira, ela é reconhecida por seu antigo ativismo ambiental, exatamente como a empresa”.

Bündchen, que foi uma crítica das políticas ambientais do presidente de direita Jair Bolsonaro, abraçou o mandato de Ambipar.

“Não conhecia a Ambipar e fiquei impressionada com a visão de Tércio Borlenghi Junior, fundador da empresa”, disse ela segundo o comunicado. “Há 25 anos [a Ambipar] reaproveita e valoriza resíduos que virariam lixo e iriam parar em aterros, rios e oceanos, dando-lhes um novo uso”, afirmou.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

Publicados

em


source
Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

Leia Também:  Autonomia do Banco Central será definida pelo STF hoje; entenda o que significa

Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA