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CVM vai investigar Petrobras; investidores apostaram na possível privatização

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Após as falas do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente Jair Bolsonaro, uma das operações registrou valorização de quase 200%
Sophia Bernardes

Após as falas do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente Jair Bolsonaro, uma das operações registrou valorização de quase 200%

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu nesta quarta-feira (27) um processo para investigar a Petrobras. O órgão não informou o motivo, mas o processo vem na esteira das falas do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de desestatização da empresa.

Segundo a agência Reuters, a investigação se dá posteriormente ao fato relevante publicado na segunda-feira em que a estatal diz ter  “indagado” o governo sobre a eventual existência de estudos para privatização da companhia.

Segundo o jornalista André Spigariol, do Brazilian Report, investidores abriram posições milionárias em opções de compra da Petrobras, além de investirem em ações preferenciais da companhia. 

Uma das operações registrou valorização de quase 200% entre sexta e segunda, fortemente beneficiada pelo plano de privatizar a Petrobras anunciado por Bolsonaro e endossado por Guedes. A coincidência de horário teria chamado a atenção da CVM.

Nesta segunda, Bolsonaro assumiu ter  vontade de privatizar a Petrobras e afirmou que proposta entrou no radar no Palácio do Planalto nos últimos meses. Bolsonaro, no entanto, insinuou ter recuado da ideia após possibilidade de manutenção ou aumento nos preços dos combustíveis.

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Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

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Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel
Reprodução: iG Minas Gerais

Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

Saber quanto gastamos ao comprar móveis parece simples e evidente, afinal, basta ver o valor das peças e, o quanto seria gasto de juros em uma necessidade de negociação. O que poucos sabem é que adquirir um móvel envolve outros custos que o consumidor não consegue enxergar ou levar em conta no momento da compra.

Segundo Pamela Paz, fundadora e CEO da Tuim, primeira empresa de Móveis por Assinatura do Brasil, “a maioria das pessoas, em algum momento, olham para os cômodos de sua casa e percebem que eles não refletem mais o seu estilo de vida ou até mesmo que os móveis estão desgastados e precisam ser trocados”. É neste momento que uma nova saga começa:  pesquisa de preço, negociação das condições de pagamento, prazo para entrega das peças, montagem, desgaste para se livrar dos móveis antigos.

Pensando em colocar na ponta do lápis tudo o que o consumidor deve levar em conta ao decidir comprar um móvel, a executiva separou três custos ocultos da compra de móveis.

Tempo e dinheiro

É comum pensar apenas no início e no fim do processo de compra do móvel, e o consumidor não se dá conta que há um bom tempo perdido em pesquisas de preços, modelos e tamanhos, negociação das condições de pagamento ou até mesmo aguardando promoções. Além disso, é preciso colocar na calculadora o prazo para entrega e montagem das peças, que nem sempre acompanham a expectativa do comprador.

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“Tudo isso exige dedicação de horas, dias e até semanas ou meses, se contarmos a entrega dos móveis. Além disso, paralelamente, há o desembolso do pagamento do mobiliário que, inclusive na opção de parcelamento, representará um investimento dedicado antes mesmo de você receber os móveis”, relata Pamela.

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Rápida depreciação e falta de manutenção

Qualquer produto novo começa a perder valor assim que sai da loja e, consequentemente, acontece o mesmo com os móveis. A partir do momento em que o móvel sai da loja já está desvalorizado, seja pelo lançamento de novos produtos no mercado ou até mesmo avarias causadas pelo transporte ou montagem.   

O que agrava o custo de depreciação de um móvel é o cuidado com o produto. “Todo móvel precisa de manutenção adequada, independente se é meu ou alugado. A depreciação pode acontecer por diversos fatores: tempo, umidade, radiação, mal uso e algum acidente. Se não há um cuidado constante, ele perde ainda mais o valor para revenda”, destaca a CEO.

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Custo ambiental e financeiro

Você sabia que as cidades da Grande São Paulo enviam 27 mil toneladas de resíduos para aterros sanitários anualmente? Este impressionante número é um sinal de alerta para que a sociedade repense seu modelo de consumo. Grande parte desse lixo é formado por móveis, então há um enorme desafio para mitigar impactos causados pelo descarte de plástico e espuma, materiais muito utilizados na produção.

“Muitos móveis são descartados antes do final da sua vida útil. Isso não só é um desperdício sem tamanho, como também faz com que os fabricantes produzam ainda mais móveis para atender a demanda. Além disso, os custos para contratar um serviço especializado que cuide do descarte de móveis de maneira correta pode ser impeditivo para muitas pessoas”, relembra Pamela.

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