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Contas digitais do iFood, Uber e Rappi: descubra como funcionam e se vale a pena

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Contas digitais do Ifood, uber e rappi: veja como funcionam e se vale a pena usar

As contas digitais e plataformas online estão se tornando cada vez mais usuais para a população. Isso porque as mesmas facilitam a vida dos seus clientes e oferecem uma série de benefícios.

Atualmente, já é possível abrir contas até mesmo em aplicativos de comida como, por exemplo, o iFood, Rappi e Uber Eats. No entanto, algumas pessoas ainda possuem receio em sair dos meios mais tradicionais, sejam instituições financeiras ou formas mais antigas de pagamento.

Por conta disso, selecionamos as três principais plataformas de entrega de comida para explicar como funcionam as suas contas digitais:

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1 – iFood Card

Em resumo, o iFood Card funciona como uma espécie de vale-presente do delivery, que oferece ao usuário a opção de presentear seus amigos ou a si mesmo com refeições e lanches.

Portanto, o cliente pode incluir um valor de sua escolha na carteira digital do iFood e pedir comida em qualquer restaurante disponível dentro da plataforma. Entretanto, vale destacar que esse serviço não permite fazer transações externas.

Por outro lado, empresas e restaurantes podem usufruir da conta digital do aplicativo, que inclui todos os serviços que já existem em outros bancos. Por exemplo, saques, transferências, pagamento de contas e até empréstimos.

2 – RappiPay

Em parceria com a Visa, nasceu o RappiPay, uma espécie de cartão pré-pago internacional que deixa os usuários fazerem saques em Banco24Horas. Além disso, com ele, é possível comprar em estabelecimentos que ainda não oferecem o sistema de pagamento por QR Code.

Confira a reportagem completa aqui

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Reação negativa ao Auxílio Brasil faz Bolsa despencar mais de 3%; dólar sobe

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Mercado financeiro recebeu mal a notícia sobre divergências relacionadas ao Auxílio Brasil
Sophia Bernardes

Mercado financeiro recebeu mal a notícia sobre divergências relacionadas ao Auxílio Brasil

O dólar e os juros futuros fecharam em alta nesta terça-feira, enquanto a Bolsa despencou mais de 3%, conforme os riscos fiscais aumentam no Brasil e afastam investidores.

As atenções do mercado se voltaram para as discussões a respeito da reformulação do programa Bolsa Família, o chamado Auxílio Brasil, para o qual se buscou uma saída fora do teto de gastos. Para analistas do mercado, a solução encontrada pelo governo para financiar o programa foi desastrosa do ponto de vista econômico, com reflexos que vão desde o aumento da inflação à redução do crescimento do país.

O Ministério da Economia previa R$ 30 bilhões fora do teto para bancar o novo programa. O valor do benefício seria de R$ 400 até o fim do ano que vem. O anúncio seria feito nesta terça-feira, no Palácio do Planalto, mas foi suspenso.

O dólar comercial terminou o dia em R$ 5,5944, com alta de 1,36%. Este é o maior valor de fechamento desde 15 de abril, quando o câmbio fechou em R$ 5,6241.

Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, caiu 3,28%, aos 110.672 pontos.

‘Tamanho do cheque é maior’ que o esperado A indefinição a respeito dos temas fiscais vem pesando sobre os mercados nas últimas semanas e contribuiu para a depreciação do real frente ao dólar.

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Para o o sócio e gestor da Galapagos Capital, Sérgio Zanini, o mercado reage negativamente ao fato de a proposta do governo incluir valores fora do teto, uma regra feita para limitar a expansão dos gastos públicos e o déficit fiscal.

“O tamanho do cheque é maior do que o mercado trabalhava e parte dos recursos deve inclusive ficar fora do teto de gastos. Já vemos há bastante tempo com um risco fiscal acentuado no Brasil junto com uma situação inflacionária bem complicada e com o reflexo disso no câmbio, o que dificulta o trabalho do Banco Central de levar a inflação de volta para a meta”, disse.

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Zanini destaca que o cenário de deterioração fiscal com a perspectiva de crescimento mais baixo e juros mais altos impede que o real tenha desempenho mais em linha com o exterior.

A antecipação do cenário eleitoral, trazendo mais incerteza, acaba funcionando como a cereja do bolo.

Sinal de alerta no mercado

Para Victor Beyruti, economista da Guide, ao estrapolar o teto de gastos o governo enviou um sinal de alerta para os investidores no que se refere à responsabilidade fiscal:

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“O mercado recebeu muito mal esse Auxílio Brasil de R$ 400, primeiro porque não respeita o teto. Existiam gastos que poderiam ser cortados, como emendas parlamentares, para evitar que o Orçamento subisse. Junto disso, temos um ano de 2022 em que o auxílio continua sendo importante, mas a pandemia está mais controlada. É uma sinalização negativa com relação à responsabilidade fiscal. Dado o momento de dívida elevada, apesar da melhora pontual na arrecadação, acaba criando uma maior incerteza sobre as contas públicas”.

Na mesma linha, segue o especialista de alocação da Ável Investimentos, Gustavo Maders.

“O receio do mercado é com a falta de responsabilidade do governo em relação ao fiscal, que é o nosso grande problema, visando as eleições do próximo ano”.

Mesmo com a suspensão do anúncio do novo programa social, Beyruti avalia que o “estrago já está feito”, e que o governo já deixou claro que considera desrespeitar o teto de gastos quando acredita ser necessário.

“Voltar atrás é melhor que ir em frente, mas o próprio movimento do mercado ilustra que essa é mais uma situação que prejudica a credibilidade sobre a estabilidade fiscal do país”, diz o economista da Guide.

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