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Dinheiro na mão é vendaval

Consumo de carne bovina tem recorde negativo; preço do suíno cai

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Preço da carne suína vai em contramão da inflação e registra queda no último ano
JOÃO GODINHO – 4.12.2015

Preço da carne suína vai em contramão da inflação e registra queda no último ano

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a carne suína registrou queda nos preços de 5,21% no último ano. A carne é, hoje, considerada a mais barata dos 18 principais tipos de carne disponíveis nos mercados brasileiros de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o indicador oficial de inflação do país. Enquanto o mercado de suínos experiencia aumento de procura e diminuição drástica nos preços, o consumo de bovinos no país é o menor em mais de duas décadas.

Pela mesma pesquisa do IBGE é possível observar um aumento de 11,12% no preço do contrafilé bovino, e a picanha subiu 9,21%. Dados coletados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que o consumo de carne bovina caiu ao menor nível nos últimos 26 anos, com 24,8 kg consumidos por brasileiro em um ano. Em comparação, o maior dado registrado foi o de 2006, onde havia cerca de 42,8 kg de carne bovina por cidadão. Nos últimos cinco anos, a queda registrada já chega a uma diminuição de mais de 26% no consumo no país.

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Com a queda dos preços, é esperado pela ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) alta no consumo da carne suína em 2022. A projeção é de 18 quilos por pessoa, alta próxima a 8%, já que em 2021 foi registrado aproximadamente 16,7 quilos per capita pela instituição.

A estimativa é que a produção ano de carne, incluindo a suína e de aves, alcance a casa de 28 milhões de toneladas neste ano. Assim, o setor da carne bovina bate mais um recorde negativo com produção estimada em 8,115 milhões de toneladas até o fim de 2022, a menor em 20 anos.

De acordo com especialistas na área, a diminuição dos preços suínos corresponde ao recuo das exportações que acabou estimulando a oferta no mercado brasileiro nos últimos meses. Já para os bovinos aponta-se o aumento da insegurança alimentar no Brasil e o aumento da inflação nos últimos dois anos.

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Fonte: IG ECONOMIA

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Auxílio Brasil: fila é o dobro do anunciado pelo Ministério

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Sancionada MP que torna o Auxílio Brasil em R$400 permanente
Agência Brasil

Sancionada MP que torna o Auxílio Brasil em R$400 permanente

Novos dados compilados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) apontam que a demanda reprimida pelo Auxílio Brasil em maio era mais que o dobro da fila oficial do governo. De acordo com informações da entidade, naquele mês havia 1,8 milhão de famílias esperando o benefício, enquanto o Ministério da Cidadania apontava que eram quase 765 mil.

A diferença ocorre porque o levantamento da CNM leva em conta as inscrições de famílias no Cadastro Único (CadÚnico) que atendem ao critério para ingresso no programa — renda mensal per capita inferior a R$ 210 — e tiveram os dados atualizados há menos de 24 meses. Para entrar na fila oficial do Ministério da Cidadania, no entanto, é preciso passar por outros filtros.

Os invisíveis do Auxílio Brasil Cresce número de brasileiros que teriam direito ao benefício Em maio, 18,1 milhões de famílias recebiam o benefício de R$ 400, de acordo com os dados do governo. Mas o anúncio de que haverá uma ampliação no valor (para R$ 600) e no número de beneficiados pelo programa fez com que a procura por atendimento nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) crescesse. A CNM se preocupa com a pressão na estrutura desses postos, o que vem sobrecarregando os municípios, conforme destaca o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski. 

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“O programa Auxílio Brasil está passando por alterações preocupantes, como a elevação de R$ 400 para R$ 600 do benefício, que só dura até o final do ano. E depois?”, questiona ele.

R$ 12,2 bi a mais por mês

Aliado a esse movimento, o período de atualização cadastral de quem já estava inscrito no CadÚnico também sobrecarrega os municípios. Ao longo da pandemia, a averiguação dos dados foi suspensa para não penalizar as famílias que não tinham condições de confirmar os dados pessoalmente e não colocar os servidores da assistência social em risco, pois havia uma série de restrições sanitárias.

“A pressão dessa averiguação cadastral recai sobre os municípios. Como os servidores da assistência social não estão dando conta da fila de quem está nessa atualização cadastral, como é que vão fazer busca ativa para identificar as famílias que estão em situação de pobreza, por exemplo?”, pondera Ziulkoski.

Os retrocessos no Brasil em 2022 Em seu relatório, a CNM pontua que os novos acessos ao programa estavam ocorrendo em ritmo mais lento que os cadastros. A entidade critica, no entanto, o pagamento linear, por não considerar a situação de vulnerabilidade das famílias.

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Se houvesse uma focalização maior, seria possível atender mais famílias, distribuindo melhor os valores de acordo com as necessidades delas.

A CNM ainda estima que seria necessário um gasto mensal de R$ 12,2 bilhões para o período entre agosto e dezembro de 2022 para zerar a demanda reprimida do programa. “O valor estimado é 66% superior à média mensal (R$ 7,4 bilhões) de gasto do programa até julho deste ano”, diz a entidade.

Para ampliar o programa este ano, o governo aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) Eleitoral, que driblou as regras fiscais e eleitorais e permitiu o pagamento de um benefício maior a mais famílias. A partir de terça-feira, serão atendidas 20,2 milhões de famílias, que receberão um benefício de R$ 600. O Orçamento de 2022 previa R$ 90 bilhões para o programa. Com a PEC, foi liberado um extra de R$ 26 bilhões para a ação.

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Fonte: IG ECONOMIA

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