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Confira as empresas que mais receberam reclamações na última Black Friday

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Confira as empresas que mais receberam reclamações na última Black Friday
Lorena Amaro

Confira as empresas que mais receberam reclamações na última Black Friday

O mundo inteiro espera ansioso pela chegada da Black Friday na próxima sexta-feira (26). Mas, antes de sair comprando tudo que veem pela frente, os brasileiros precisam tomar alguns cuidados para não cair em armadilhas. Um levantamento feito pelo site Reclame Aqui  revela quais foram as empresas que mais receberam reclamações nas últimas edições do evento.

No ano passado, Americanas, KaBuM! e Magazine Luiza lideraram o ranking de queixas. Casas Bahia, Ame Digital e Riachuelo aparecem em seguida. Também participam da lista iFood, Renner e Submarino. O levantamento considera dados obtidos entre os dias 25 e 28 de novembro de 2020. A última Black Friday aconteceu no dia 27 deste mês.

Ainda assim, o Reclame Aqui faz um alerta: integrar o ranking não significa que essas empresas sejam ruins. Pelo contrário, a grande maioria delas tem uma boa reputação no site. “Qualquer empresa pode passar por contratempos, ainda mais em uma época com alto volume de pedidos, como a Black Friday”.

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Na plataforma, a reputação de uma empresa é medida de acordo com a avaliação dos clientes. A nota final é composta por quatro índices principais:

  • Índice de Resposta – quantidade total de reclamações respondidas pela empresa;
  • Média das Notas dos Consumidores – média aritmética das notas de 0 a 10 concedidas pelos reclamantes após o atendimento da empresa;
  • Índice de Solução – quantidade de reclamações consideradas resolvidas pelos consumidores;
  • Índice de Novos Negócios – quantidade de reclamações que os consumidores, ao finalizar, informaram que, sim, voltariam a fazer negócios com a empresa.

“O volume de reclamações não impacta o resultado, afinal, pode ser que a marca tenha passado por um problema pontual, como, uma falha no seu site que tenha impedido os clientes de finalizarem suas compras”, explica o Reclame Aqui . A plataforma diz que o mais importante é que a empresa tenha resolvido o problema.

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O Reclame Aqui registrou 9.160 reclamações na Black Friday do ano passado. A maioria delas aconteceram por propaganda enganosa (27%). Outras foram por problemas na finalização da compra (10%), divergência de valores (9%), produto não recebido (8%) e produto indisponível (5%).

Confira o ranking com as empresas com mais reclamações em 2020:

  1. Americanas Marketplace: 471 reclamações
  2. KaBuM!: 306 reclamações;
  3. Magazine Luiza – Loja Online: 292 reclamações;
  4. Americanas – Loja Online: 280 reclamações;
  5. Casas Bahia – Loja Online: 256 reclamações;
  6. Ame Digital: 207 reclamações;
  7. Riachuelo – Loja Online: 170 reclamações;
  8. iFood: 164 reclamações;
  9. Lojas Renner: 158 reclamações;
  10. Submarino Marketplace: 148 reclamações.

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Por falta de voto do relator, TCU adia análise da privatização da Eletrobras

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TCU adiou análise sobre privatização da Eletrobras
Fernanda Capelli

TCU adiou análise sobre privatização da Eletrobras

Em revés para o governo federal, o Tribunal de Contas da União (TCU) adiou a análise da privatização da Eletrobras, processo que estava pautado para esta quarta-feira (8). O assunto foi retirado da pauta pelo relator, ministro Aroldo Cedraz, que não encaminhou seu voto para os colegas da corte.

Não há nova data para o tribunal analisar o caso, mas ministros consultados pelo jornal O Globo  esperam que o tema volte para a pauta na próxima semana. Isso depende, porém, de Cedraz apresentar os votos aos colegas.

O atraso atrapalha os planos do governo federal, que contava com o primeiro aval do TCU para a privatização ainda neste ano. Uma demora na corte em analisar o assunto pode fazer com que a privatização não avance no próximo ano, mesmo com autorização do Congresso Nacional.

O governo corre contra o tempo para ter o aval da corte e conseguir fazer a operação até maio de 2022, prazo definido pelo Executivo como limite para a desestatização da maior empresas de energia da América Latina. Depois disso, a avaliação é que dificilmente seria possível fazer a operação, por conta dos prazos legais e da proximidade com o período eleitoral.

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O tribunal deveria julgar nesta quarta-feira os impactos setoriais, para o consumidor e para a União da privatização. Na prática, fazer uma análise do bônus de outorga que a Eletrobras precisará pagar ao governo pela renovação dos contratos de usinas hidrelétricas.

Esse bônus será repassado para o Tesouro Nacional (R$ 23 bilhões); para diminuir o repasse da alta de custo de energia nas contas de luz (R$ 30 bilhões); e para a recuperação de bacias hidrográficas (R$ 8 bilhões).

O voto de Cedraz precisará analisar, por exemplo, um pedido do Ministério Público junto ao TCU contra um adiantamento de R$ 5 bilhões programado para ser feito pela Eletrobras privatizada para amenizar as contas de luz. O governo conta com esse recurso para amenizar a alta nas tarifas de energia no próximo ano.

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Cedraz também precisa analisar e levar para o plenário uma análise da área técnica do tribunal sobre o futuro dos preços de energia no longo prazo, que impacta diretamente os valores totais da privatização.

Um despacho do ministro Aroldo Cedraz, relator do processo, informa que o corpo técnico da instituição identificou uma precificação errada que apontaria para uma subavaliação de ativos, em suas contas, de R$ 16,2 bilhões.

Depois de analisar as outorgas, o TCU ainda precisará analisar a operação em si, que ocorrerá por meio de uma capitalização.

O modelo da privatização prevê transformar a companhia em uma corporação, sem controlador definido, após uma oferta de ações que não será acompanhada pela União.

Caso a oferta primária não seja suficiente para reduzir a participação direta e indireta da União para 45% ou menos do capital votante, poderá ser feita uma suplementação da oferta com a venda também de ações da própria União (oferta secundária).

A União deve continuar como principal acionista, mas sem controle. Nenhum acionista poderá ter direito a voto superior a 10% do capital votante.

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