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Dinheiro na mão é vendaval

Cinco profissões na área da estética prometem bombar em 2022; confira

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Cinco profissões na área da estética prometem bombar em 2022
Divulgação/Saudicas

Cinco profissões na área da estética prometem bombar em 2022

Hoje em dia, existem milhares de opções de cursos na área da especialização em Cabelos, Barba, Depilação, Unhas, Maquiagem, Massagem e Olhos, por exemplo. Algumas destas são as profissões que mais estão em alta no mercado da beleza para 2022 e, a partir disso, o Instituto Embelleze, maior rede de franquias do segmento de beleza da América Latina, listou as cinco profissões do futuro e comentou alguns dos motivos pela procura em investimento neste mercado. Os que apresentaram maiores crescimentos no último ano são: Manicure e Pedicure, com 101%; Especialização e Alongamento em Unhas, 92%; e Designer de Cílios, que registrou 91%. Designer de Sobrancelhas teve um crescimento de  17%.  

Além dessas, de 2016 a 2019, a empresa observa um grande crescimento da volta das barbearias. Essa informação vai de encontro com o relatório da agência Euromonitor, que mostra que o consumo no mercado de beleza masculina cresceu 70% entre 2012 e 2017, chegando a uma arrecadação de R$ 19,8 bilhões. Com isso, outro conceito também ganha força: não só oferecer o serviço e embelezamento masculino, mas também trazer novas experiências ao cliente, com espaço que ganha no entretenimento e bom atendimento, por exemplo. 

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Devido a reabertura dos salões que, segundo o Instituto Embelleze, a profissão de New Designer chega para ganhar espaço no que, antes, era apenas manicure e pedicure. As peculiaridades desta área é que a profissional não é só de esmaltação e cutilagem, mas acaba se tornando um designer, ou seja, precisa olhar para a estética da unha e trazer soluções de mercado. 

Além da retomada das atividades nos salões, as franquias do Instituto mostram aos alunos um futuro prévio de onde o profissional da beleza pode parar e que, hoje, o que ganha o cliente é a melhor experiência. Com a pandemia, a individualização do consumidor ganhou força e, por isso, o profissional passa a carregar e montar um cenário onde ele consegue trabalhar, diferente para cada cliente, levando experiência e o serviço que se tornou essencial. 

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Outra profissão que está em constante crescimento é a Maquiadora, que pelo meio digital, por causa dos vídeos de tutorias e desafios que estão ganhando as redes sociais. Especialista em Cachos também entra como uma profissão do futuro, devido ao crescimento e empoderamento preto, que procuram sair da química e passar pela transição capilar. E, por último, a promessa para 2022 é o profissional da Estética. Uma pesquisa do Instituto Embelleze mostrou que essa é uma profissão promissora, e os tratamentos que estão mais crescendo são as de rejuvenescimento e harmonização facial , por exemplo.

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“Hoje, com atendimentos instigados por nossa metodologia, alunos com poucos procedimentos já conseguem partir de uma receita de R$ 2.000. Grande parte dos profissionais não saem com uma formação, e sim com uma carreira. A composição de especialidades na área da beleza, possibilita ainda mais ganhos. Exemplo, antes, um profissional saia apenas como Designer de Sobrancelhas, hoje ele faz Designer de Cílios e Micropigmentação, atuando no mercado como como um Especialista em Beleza do Olhar. Essa é a nova tendência de mercado: carreira segmentada”, explica Douglas Baptista, responsável pelos cursos do Instituto Embelleze. 

O Instituto Embelleze trabalha com 13 combos de carreira, que são acoplados em dois ou mais cursos. Os alunos têm a possibilidade de fazer combos mais completos, conhecidos como ‘’Master’’, envolvendo três ou mais cursos, ou fazer os combos “Especialista”, que envolve dois cursos. 

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Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

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Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel
Reprodução: iG Minas Gerais

Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

Saber quanto gastamos ao comprar móveis parece simples e evidente, afinal, basta ver o valor das peças e, o quanto seria gasto de juros em uma necessidade de negociação. O que poucos sabem é que adquirir um móvel envolve outros custos que o consumidor não consegue enxergar ou levar em conta no momento da compra.

Segundo Pamela Paz, fundadora e CEO da Tuim, primeira empresa de Móveis por Assinatura do Brasil, “a maioria das pessoas, em algum momento, olham para os cômodos de sua casa e percebem que eles não refletem mais o seu estilo de vida ou até mesmo que os móveis estão desgastados e precisam ser trocados”. É neste momento que uma nova saga começa:  pesquisa de preço, negociação das condições de pagamento, prazo para entrega das peças, montagem, desgaste para se livrar dos móveis antigos.

Pensando em colocar na ponta do lápis tudo o que o consumidor deve levar em conta ao decidir comprar um móvel, a executiva separou três custos ocultos da compra de móveis.

Tempo e dinheiro

É comum pensar apenas no início e no fim do processo de compra do móvel, e o consumidor não se dá conta que há um bom tempo perdido em pesquisas de preços, modelos e tamanhos, negociação das condições de pagamento ou até mesmo aguardando promoções. Além disso, é preciso colocar na calculadora o prazo para entrega e montagem das peças, que nem sempre acompanham a expectativa do comprador.

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“Tudo isso exige dedicação de horas, dias e até semanas ou meses, se contarmos a entrega dos móveis. Além disso, paralelamente, há o desembolso do pagamento do mobiliário que, inclusive na opção de parcelamento, representará um investimento dedicado antes mesmo de você receber os móveis”, relata Pamela.

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Rápida depreciação e falta de manutenção

Qualquer produto novo começa a perder valor assim que sai da loja e, consequentemente, acontece o mesmo com os móveis. A partir do momento em que o móvel sai da loja já está desvalorizado, seja pelo lançamento de novos produtos no mercado ou até mesmo avarias causadas pelo transporte ou montagem.   

O que agrava o custo de depreciação de um móvel é o cuidado com o produto. “Todo móvel precisa de manutenção adequada, independente se é meu ou alugado. A depreciação pode acontecer por diversos fatores: tempo, umidade, radiação, mal uso e algum acidente. Se não há um cuidado constante, ele perde ainda mais o valor para revenda”, destaca a CEO.

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Custo ambiental e financeiro

Você sabia que as cidades da Grande São Paulo enviam 27 mil toneladas de resíduos para aterros sanitários anualmente? Este impressionante número é um sinal de alerta para que a sociedade repense seu modelo de consumo. Grande parte desse lixo é formado por móveis, então há um enorme desafio para mitigar impactos causados pelo descarte de plástico e espuma, materiais muito utilizados na produção.

“Muitos móveis são descartados antes do final da sua vida útil. Isso não só é um desperdício sem tamanho, como também faz com que os fabricantes produzam ainda mais móveis para atender a demanda. Além disso, os custos para contratar um serviço especializado que cuide do descarte de móveis de maneira correta pode ser impeditivo para muitas pessoas”, relembra Pamela.

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