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Chineses ignoram governo e usam criptomoedas para mandar dinheiro para o Japão

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Chineses ignoram restrições do governo e estão usando cripto para mandar dinheiro para o Japão

Enquanto o governo chinês continua a lutar contra as criptomoedas, autoridades descobriram como os cidadãos do país usam a tecnologia para burlar as restrições do governo e enviar dinheiro para fora do país.

Conforme divulgou recentemente o governo chinês, diversos cidadãos estão usando as criptomoedas para enviar dinheiro para o exterior, especialmente para o vizinho Japão.

Dessa vez, a descoberta de transações internacionais significativas da China para o Japão foi feita por reguladores japoneses.

No decorrer de uma investigação, descobriu-se que os chineses estavam remetendo fundos para o Japão usando criptomoedas. Em seguida, convertiam esses fundos em ienes japoneses.

Segundo o governo chinês, a descoberta aconteceu durante uma investigação japonesa sobre os fluxos de fundos corporativos. A Agência Nacional de Impostos do Japão encontrou um canal por meio de uma empresa de fotografia japonesa.

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A empresa abriu uma conta bancária com foco principal em supostos clientes da China. No entanto, usava isso de fachada para enviar dinheiro dos chineses para o Japão.

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Descobriu-se que a empresa transacionou até 27 bilhões de ienes, equivalente a US$ 235 milhões em 3 anos. Além disso, parte dos ativos era investida em imóveis e outros produtos como forma de esconder o dinheiro.

No que o governo apontou como um caso clássico de lavagem de dinheiro, foram identificados três envolvidos. Eles agiam como intermediários para alguns magnatas chineses que buscam investir no Japão.

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Lavagem de dinheiro

As regulamentações na China não permitem que os cidadãos excedam o volume de remessas de US$ 50.000 por pessoa no ano. Qualquer necessidade de exceder este limite exige uma auditoria adequada. Além disso, o processo passa por agências relevantes para relatórios adequados.

Esses investidores, que foram indiciados para enviar dinheiro para o Japão secretamente, simplesmente exploraram o anonimato das transações possibilitado pelas criptomoedas.

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O governo usou o caso para reforçar seu posicionamento de proibição das atividades com criptomoedas.

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Eletrobras: Funcionários de Furnas e do Cepel entram em greve

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Eletrobras: Funcionários de Furnas e do Cepel entram em greve
Fernanda Capelli

Eletrobras: Funcionários de Furnas e do Cepel entram em greve

Cerca de 80% dos funcionários da gestão central da holding, da usina hidrelétrica de Furnas e do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica entraram em greve nesta segunda-feira (17), informa a Associação dos Empregados da Eletrobras. Ao todo de 7 a 8 mil empregados estão parados. 

O trabalho de Furnas segue operando somente para emergências, disse Emanuel Mendes, presidente da associação ao site Poder360. A intenção é agir para que não ocorram apagões, nada além disso. 

Funcionários da Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), Eletronuclear e Eletronorte ainda não aderiram ao movimento.

A reivindicação é para que a empresa não aumente a participação dos funcionários no pagamento do plano de saúde. Mendes alega que o percentual subiu de 10% a 20% para 40%.

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A Eletrobras tentou o reajuste no ano passado, mas os funcionários conseguiram liminares para suspender o aumento, até que a empresa recorreu ao TST (Tribunal Superior do Trabalho) obteve liminar que paralisou todas as ações até que o mérito seja julgado.

“O problema é que a Eletrobras entendeu que, com essa liminar, poderia fazer as alterações. O que a gente está pedindo é o seguinte: aguarda o julgamento do mérito no TST. O que o tribunal decidir, a gente vai cumprir, claro. Não tem problema“, afirmou Mendes. 

A Eletrobras disse que a paralisação não provocou “descontinuidade dos serviços prestados pela companhia”.

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