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Dinheiro na mão é vendaval

Carlos Wizard e Ricardo Bellino detalham novo projeto em live no iG nesta 4ª

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A dupla será entrevistada na live do Brasil Econômico desta quarta-feira (31)
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A dupla será entrevistada na live do Brasil Econômico desta quarta-feira (31)


Os empresários Carlos Wizard, fundador da rede Wizard de escolas de idiomas, e Ricardo Bellino – que tem entre ex-sócios e mentorados o ex-presidente dos EUA, Donald Trump -, serão os entrevistados da live do Brasil Econômico  desta quarta-feira (31). A partir das 17h, a dupla vai participar de uma conversa sobre o novo projeto conjunto: a Escola da Vida.

Após três décadas empreendendo no Brasil e no exterior, Wizard e Bellino se unem para compartilhar experiências de gestão, negócios e finanças. A Escola da Vida vai ensinar técnicas empresariais e dar conceitos de como obter equilíbrio emocional entre a vida pessoal, profissional e familiar.

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Carlos Wizard já esteve à frente de uma rede de escolas responsável por atender um milhão de alunos por ano e gerar 50 mil empregos. 

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Ricardo Bellino se destacou por atuar em diferentes setores da economia, inclusive em negociações com Donald Trump. 

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Desde o início de março, os dois empreendedores oferecem gratuitamente aulas diárias de segunda-feira a sábado, com início às 7h da manhã. O currículo didático seguido por Wizard e Bellino conta com a experiência acumulada de grandes líderes empresariais como Luciano Hang, Rachel Maia, Edu Lyra, João Kepler, Antonio Carbonari Neto, Chaim Zaher, entre outros.


Lives do Brasil Econômico


Semanalmente, a redação do Brasil Econômico economico entrevista algum especialista para aprodundar um tema do noticiário da economia. A entrevista desta semana será conduzida pelo repórter João Vitor Redevilho e do jornalista e fundador do Brasil Econômico, Ricardo Galuppo.

Na semana passada, o entrevistado foi o advogado criminalista Kakay , que falou sobre a judicialização da política, o fim da operação Lava Jato e a condução da pandemia pelo governo federal. 

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Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

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“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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