(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Câmara aprova MP que autoriza venda direta de etanol aos postos

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Texto que prevê venda direta de etanol irá para análise do Senado
Getty Images

Texto que prevê venda direta de etanol irá para análise do Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (25) uma Medida Provisória (MP) que permite a venda direta de etanol do produtor ou do importador para os postos de combustíveis. O texto segue para o Senado e tem até dia 9 de dezembro para ser votada.

A MP foi editada pelo governo em agosto como parte de um plano para reduzir o preço do combustível na bomba. A ideia é encurtar a cadeia, com a retirada das distribuidoras em alguns casos, para que o etanol fique mais barato.

“Você tem uma região que tem uma usina que produz álcool, por exemplo, e que possa vender aos postos de toda aquela região. Certamente vai baratear o custo de frete”, disse o relator da proposta, deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), ao defender seu texto no plenário.

O texto ainda adequa a contribuição do PIS/Pasep e do Cofins para evitar que a mudança acabe resultando em perda de arrecadação.

Leia Também:  Aluguel de carros em São Paulo retoma patamar "pré-pandemia"

Leia Também

Outro ponto que constava no texto é a permissão para que postos de combustível que tenham bandeira possam vender combustíveis de distribuidores diferentes em algumas bombas, desde que devidamente sinalizado ao consumidor. Seria a chamada ‘bomba branca’.

O PT apresentou uma sugestão para retirar essa previsão e conseguiu apoio da maioria dos deputados. O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) disse que esse trecho poderia trazer risco e enganar o consumidor.

“Temos algumas grandes distribuidoras no Brasil, número muito grande de outras distribuidoras que tem uma certa estruturação. Esse artigo desorganiza, quebra contratos e além disso pode levar a um prejuízo do consumidor que vai entrar no posto de uma determinada bandeira e vai consumir combustível oferecido por outra bandeira”, argumentou.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

Publicados

em


source
Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel
Reprodução: iG Minas Gerais

Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

Saber quanto gastamos ao comprar móveis parece simples e evidente, afinal, basta ver o valor das peças e, o quanto seria gasto de juros em uma necessidade de negociação. O que poucos sabem é que adquirir um móvel envolve outros custos que o consumidor não consegue enxergar ou levar em conta no momento da compra.

Segundo Pamela Paz, fundadora e CEO da Tuim, primeira empresa de Móveis por Assinatura do Brasil, “a maioria das pessoas, em algum momento, olham para os cômodos de sua casa e percebem que eles não refletem mais o seu estilo de vida ou até mesmo que os móveis estão desgastados e precisam ser trocados”. É neste momento que uma nova saga começa:  pesquisa de preço, negociação das condições de pagamento, prazo para entrega das peças, montagem, desgaste para se livrar dos móveis antigos.

Pensando em colocar na ponta do lápis tudo o que o consumidor deve levar em conta ao decidir comprar um móvel, a executiva separou três custos ocultos da compra de móveis.

Tempo e dinheiro

É comum pensar apenas no início e no fim do processo de compra do móvel, e o consumidor não se dá conta que há um bom tempo perdido em pesquisas de preços, modelos e tamanhos, negociação das condições de pagamento ou até mesmo aguardando promoções. Além disso, é preciso colocar na calculadora o prazo para entrega e montagem das peças, que nem sempre acompanham a expectativa do comprador.

Leia Também:  Petrobras diz que não sabe quando vai estabilizar o preço dos combustíveis

“Tudo isso exige dedicação de horas, dias e até semanas ou meses, se contarmos a entrega dos móveis. Além disso, paralelamente, há o desembolso do pagamento do mobiliário que, inclusive na opção de parcelamento, representará um investimento dedicado antes mesmo de você receber os móveis”, relata Pamela.

Leia Também

Rápida depreciação e falta de manutenção

Qualquer produto novo começa a perder valor assim que sai da loja e, consequentemente, acontece o mesmo com os móveis. A partir do momento em que o móvel sai da loja já está desvalorizado, seja pelo lançamento de novos produtos no mercado ou até mesmo avarias causadas pelo transporte ou montagem.   

O que agrava o custo de depreciação de um móvel é o cuidado com o produto. “Todo móvel precisa de manutenção adequada, independente se é meu ou alugado. A depreciação pode acontecer por diversos fatores: tempo, umidade, radiação, mal uso e algum acidente. Se não há um cuidado constante, ele perde ainda mais o valor para revenda”, destaca a CEO.

Leia Também:  Inspirada por Wall Street, B3 ganha escultura do Touro de Ouro em São Paulo

Custo ambiental e financeiro

Você sabia que as cidades da Grande São Paulo enviam 27 mil toneladas de resíduos para aterros sanitários anualmente? Este impressionante número é um sinal de alerta para que a sociedade repense seu modelo de consumo. Grande parte desse lixo é formado por móveis, então há um enorme desafio para mitigar impactos causados pelo descarte de plástico e espuma, materiais muito utilizados na produção.

“Muitos móveis são descartados antes do final da sua vida útil. Isso não só é um desperdício sem tamanho, como também faz com que os fabricantes produzam ainda mais móveis para atender a demanda. Além disso, os custos para contratar um serviço especializado que cuide do descarte de móveis de maneira correta pode ser impeditivo para muitas pessoas”, relembra Pamela.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA