(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Caixa libera saque aniversário para nascidos em maio; veja as datas

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Saque aniversário para nascidos em maio estão disponíveis
Agência Brasil

Saque aniversário para nascidos em maio estão disponíveis

A Caixa Econômica Federal iniciou os depósitos do saque aniversário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para quem nasceu em maio. As retiradas podem ser feitas até 30 de julho.

O benefício permite o saque de parte do fundo de garantia no mês de nascimento do beneficiário. Quem tem até R$ 500 em depósitos, tem direito à 50% do benefício, enquanto valores acima de R$ 20 mil, o beneficiário terá apenas 5% do FGTS.

A retirada do saque aniversário retira do direito de sacar o fundo de garantia em caso de demissão sem justa causa. No entanto, é considerado um bom meio para os beneficiários que precisam do dinheiro rapidamente ou os que pediram demissão de seus empregos.

Confira o calendário de saques aniversário

  • Janeiro – 4/1 a 31/3        
  • Fevereiro – 1/2 a 30/4   
  • Março – 1/3 a 31/5         
  • Abril – 1/4 a 30/6             
  • Maio – 3/5 a 30/7            
  • Junho – 1/6 a 31/8         
  • Julho – 1/7 a 30/9            
  • Agosto – 2/8 a 29/10      
  • Setembro – 1/9 a 30/11
  • Outubro – 1/10 a 31/12
  • Novembro – 1/11 a 31/1/22        
  • Dezembro – 1/12 a 28/2/22

Como solicitar o saque aniversário

A solicitação do benefício pode ser feita no site ou aplicativo da Caixa até o último dia do mês de nascimento do beneficiário. A transferência é realizada gratuitamente em qualquer conta bancária.

Para conferir o saldo do FGTS é preciso acessar o site www.caixa.gov.br/extrato-fgts ou por meio das agências bancárias da estatal.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Liminar que suspende os termos de privacidade do WhatsApp é negada; saiba mais

Publicados

em


source
Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp
Victor Hugo Silva

Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp


Uma liminar endossada pelo Ministério Público de São Paulo, que pedia a suspensão das novas políticas de privacidade do WhatsApp foi negada pela Justiça nesta segunda-feira (17). A medida pedia que o aplicativo não alterasse seus termos de uso até o julgamento de uma ação do Instituto Sigilo contra o Facebook , que é dono do WhatsApp, por compartilhamento ilegal de dados.

De acordo com a decisão do juiz Saang Duk Kim, do Tribunal de Justiça de São Paulo, “não se pode presumir que os dados a serem compartilhados [pelo WhatsApp] serão necessariamente tratados de forma ilícita pelo Facebook a ponto de impedir em caráter preventivo o compartilhamento”.

“É relevante lembrar que a tanto WhatsApp e Facebook estabelecem com os usuários uma relação contratual de esfera privada numa economia de livre mercado e incentivo a iniciativa e empreendedorismo”, diz.


Você viu?

O fundador e presidente da Sigilo, Victor Hugo Pereira Gonçalves, afirmou ao UOL que não vai desistir da briga contra o Facebook: “Vamos entrar com agravo”.

O Instituto Sigilo alega que que o compartilhamento de dados e metadados já existente entre os usuários do Facebook com o WhatsApp é ilegal, por descumprir os artigos 18, 19, 46, 47, 48 e 49 da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) além das leis do Marco Civil da Internet e do Código de Defesa do Consumidor. A nova política do WhatsApp agrava os desrespeitos, afirma. 

No último dia 13 de maio, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) emitiu um parecer favorável à ação movida pelo Instituto.

Ainda assim, a decisão em que nega a liminar afirma que não há “evidência alguma, seja em narrativa ou em prova técnica, que o nível de intimidade e privacidade garantido pela nossa Carta Magna, pela legislação civil, pelo Marco Civil da Internet e pela LGPD estejam em risco”.

Leia Também:  Luiza Trajano toma segunda dose da vacina e defende aceleração da imunização

No último sábado (15), o Facebook enviou ao juiz considerações sobre o parecer do MPSP, solicitando que a liminar fosse indeferida, o que acabou acontecendo.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA