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Dinheiro na mão é vendaval

Caixa libera regaste de cotas do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS)

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Caixa autoriza regaste de cotas do Fundo de Desenvolvimento Social, usado para financiar projetos de habitação popular, saneamento e infraestrutura para populações de baixa renda
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Caixa autoriza regaste de cotas do Fundo de Desenvolvimento Social, usado para financiar projetos de habitação popular, saneamento e infraestrutura para populações de baixa renda

A Caixa autorizou nesta terça-feira (28) o resgate de cotas do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). O programa reúne recursos para garantir o investimento em políticas públicas para populações de baixa renda e é usado para financiar projetos de investimento nas áreas de habitação popular, saneamento e infraestrutura, como o Minha Casa Minha Vida e o Crédito Solidário.

As instituições financeiras têm até o dia 12 de dezembro para resgatar as cotas. O valor pago a cada cotista será calculado com base no valor de cada cota na Bolsa Valores, B3, na data do resgate. A Caixa afirma ainda que esse valor terá 60,4% de desconto, além da dedução de taxas e impostos da transação financeira. Depois do resgate, o pagamento será realizado em até 30 dias.

Segundo o banco, a porcentagem descontada será redirecionada para o FDS. Esse saldo deve ser investido na área de moradia, na promoção da regularização fundiária e na aplicação dos recursos para pessoas beneficiárias do fundo.

Os documentos necessários, assim como endereços e procedimentos para o resgate foram publicados no Diário Oficial da União

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CNI critica reajuste da Selic

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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro
Reprodução Twitter CNI

Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  elevou nesta quarta-feira (8) a taxa básica de juros da economia (Selic) para 9,25%.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou equivocada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, por um novo aumento da taxa básica de juros a economia em 1,5 ponto percentual. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os últimos dois trimestres de retração do Produto Interno Bruto (PIB) deixaram evidente o quadro adverso da atividade econômica. Além disso, efeitos defasados do aumento da Selic devem contribuir, nos próximos meses, para desestimular ainda mais o consumo e, por consequência, desacelerar a inflação. “Dessa forma, um aumento menos intenso da Selic, em conjunto com as elevações anteriores, já seria mais que suficiente para levar a inflação até a meta, sem que o Banco Central aumentasse a probabilidade de recessão”, avaliou Andrade.

Em nota, a CNI argumenta sobre a razão deste cenário. “As restrições nas condições de crédito para consumidores e empresas poderiam ter seu ritmo reduzido. A decisão do Banco Central por um sétimo aumento expressivo da Selic vai de encontro a essa necessidade, aumentando o custo do financiamento e desestimulando a demanda, justamente em um momento em que muitas empresas ainda estão se recuperando”.

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De acordo com a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o aumento da taxa Selic em 1,5% já era esperado, tendo em vista a elevação no nível dos preços de forma disseminada e, sobretudo, a deterioração do quadro fiscal. Por outro lado, os dados mais recentes revelam queda da atividade econômica. Além disso, as perspectivas para 2022 já são de crescimento fraco.

Em nota, a Firjan avalia “que o cenário econômico que se projeta, de maior expansão do gasto público, requer a aprovação de reformas estruturais que sejam capazes de trazer sustentabilidade para as contas públicas. Apenas com responsabilidade fiscal será possível gerar crescimento econômico de maneira sólida, resgatando a confiança dos empresários e atraindo novos investimentos. Sem isso, voltaremos a conviver com um cenário de inflação e juros altos, com baixo crescimento econômico”.

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