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Dinheiro na mão é vendaval

Brasil tem 11 novos bilionários na lista da Forbes; veja a lista

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Guilherme Benchimol, fundador da XP Investimentos, está na lista de novos bilionários do Brasil
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Guilherme Benchimol, fundador da XP Investimentos, está na lista de novos bilionários do Brasil

O Brasil ganhou 11 novos bilionários no último ano, segundo a lista dos mais ricos do mundo publicado nesta terça-feira (06) pela revista Forbes . Dentre as novidades, se destacam o cofundador da Nubank , David Vélez (US$ 5,2 bilhões), e o fundador da XP Investimentos , Guilherme Benchimol (US$ 2,6 bilhões).

Segundo a revista, há 30 bilionários na lista brasileira, encabeçada pelo sócio da 3G Capital, Jorge Paulo Lemann (US$ 16 bilhões) . Lemann assumiu o topo do ranking após a morte do banqueiro Joseph Safra, que dividiu sua fortuna para familiares.

Além de Vélez, Benchimol e a família Safra, membros do Magazine Luiza, StoneCo, Grupo Mateus e Weg entraram para a lista dos mais ricos do país.

Confira as pessoas mais ricas do Brasil  

  • Jorge Paulo Lemman (3G Capital) – US$ 16 bilhões;
  • Marcel Herrmann Telles (3G Capital) – US$ 11,5 bilhões;
  • Jorge Neval Moll Filho (Rede D’Or) – US$ 11,3 bilhões;
  • Família Safra – US$ 7,1 bilhões;
  • Dulce Pugliese de Godoy Bueno (Dasa) – US$ 6 bilhões;
  • Alceu Elias Feldmann (Fertipar) – US$ 5,4 bilhões;
  • Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza) – US$ 5,3 bilhões;
  • David Vélez (Nubank) – US$ 5,2 bilhões;
  • Luís Frias (Grupo Folha) – US$ 4,6 bilhões;
  • André Esteves (BTG Pactual) – US$ 4,5 bilhões;
  • Cândido Pinheiro Koren de Lima (Hapvida) – US$ 3,7 bilhões;
  • Franco Bittar Garcia (Magazine Luiza) – US$ 3,5 bilhões;
  • Pedro de Godoy Bueno (Dasa) – US$ 3 bilhões;
  • Joesley Batista (JBS) – US$ 2,9 bilhões;
  • Wesley Batista (JBS) – US$ 2,9 bilhões;
  • Luciano Hang (Havan) – US$ 2,7 bilhões;
  • Guilherme Benchimol (XP Investimentos) – US$ 2,6 bilhões;
  • Abílio Diniz (Pão de Açúcar) – US$ 2,6 bilhões;
  • José Luís Cutrale (Cutrale) – US$ 2,5 bilhões;
  • Pedro Moreira Salles (Itaú Unibanco) – US$ 2,5 bilhões;
  • Carlos Sanchez (EMS) – US$ 2,5 bilhões;
  • André Street (StoneCo) – US$ 2,5 bilhões;
  • Eduardo de Pontes (StoneCo) – US$ 2,4 bilhões;
  • Fernando Roberto Moreira Salles (Itaú Unibanco) – US$ 2,3 bilhões;
  • João Moreira Salles (Itaú Unibanco) – US$ 2,3 bilhões;
  • Walther Moreira Salles Junior (Itaú Unibanco) – US$ 2,3 bilhões;
  • José Abdalla Filho (Banco Clássico) – US$ 2,2 bilhões;
  • Miguel Krigsner (Boticário) – US$ 2,2 bilhões;
  • Rubens Menin (MRV) – US$ 2,2 bilhões;
  • Júlio Bozano (Banco Bozano) – US$ 2,1 bilhões;
  • Fabrício Garcia (Magazine Luiza) – US$ 2,1 bilhões;
  • Flávia Bittar Garcia Faleiros (Magazine Luiza) – US$ 2,1 bilhões;
  • João Alves de Queiroz Filho (Arisco) – US$ 1,9 bilhão;
  • Ermírio Pereira de Moraes (Grupo Votorantim) – US$ 1,9 bilhão;
  • Maria Helena Moraes Scripilliti  (Grupo Votorantim) – US$ 1,9 bilhão;
  • João Roberto Marinho (Grupo Globo) – US$ 1,8 bilhão;
  • José Roberto Marinho (Grupo Globo) – US$ 1,8 bilhão;
  • Roberto Irineu Marinho (Grupo Globo) – US$ 1,8 bilhão;
  • Jorge Pinheiro Koren de Lima (Hapvida) – US$ 1,8 bilhão;
  • Cândido Pinheiro Koren de Lima Junior (Hapvida) – com US$ 1,8 bilhão;
  • David Feffer (Grupo Suzano) – US$ 1,7 bilhão;
  • Alfredo Villela Filho (Itaú Unibanco) – US$ 1,6 bilhão;
  • Daniel Feffer (Grupo Suzano) – US$ 1,6 bilhão;
  • Jorge Feffer (Grupo Suzano) – US$ 1,6 bilhão;
  • Ruben Feffer (Grupo Suzano) – US$ 1,6 bilhão;
  • Alexandre Grendene Bartelle (Grendene) – US$ 1,6 bilhão;
  • Rubens Ometto Silveira Mello (Cosan) – US$ 1,6 bilhão;
  • Lirio Parisotto (Videolar) – US$ 1,5 bilhão;
  • Fernando Trajano (Magazine Luiza) – US$ 1,5 bilhão;
  • Samuel Barata (DPSP) – US$ 1,4 bilhão;
  • Maurizio Billi (Eurofarma) – US$ 1,4 bilhão;
  • Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela (Itaú Unibanco) – US$ 1,4 bilhão;
  • Jayme Brasil Garfinkel (Porto Seguro) – US$ 1,4 bilhão;
  • Guilherme Peirao Leal (Natura) – US$ 1,4 bilhão;
  • Anne Marie Werninghaus (Weg) – US$ 1,1 bilhão;
  • Ilson Mateus (Grupo Mateus) – US$ 1,4 bilhão;
  • Maria Pinheiro (Grupo Mateus) – US$ 1 bilhão.
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Mais ricos do mundo

O CEO e fundador da Amazon, Jeff Bezos , foi listado como a pessoa mais rica do mundo em 2021 pela revista norte-americana. Esse é o quarto ano consecutivo que o executivo aparece na primeira colocação da pesquisa, que está em sua 35ª edição.

Bezos possui fortuna estimada em US$ 177 bilhões, US$ 64 bilhões a mais se comparado ao levantamento do ano passado. O patrimônio do dono da Amazon aumentou durante a pandemia devido ao crescimento nas vendas de ações da empresa nas bolsas de valores .

Em segundo lugar aparece o empresário Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX , com fortuna estimada em US$ 115 bilhões. Musk é um dos destaques da lista de 2021 após o crescimento de 705% em seu patrimônio em relação ao ano passado. Na pesquisa de 2020, o empresário ocupava a 31ª posição entre os mais ricos do mundo.

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Confira a lista dos mais ricos do mundo

  1. Jeff Bezos (Amazon)
  2. Elon Musk (Tesla e SpaceX)
  3. Bernard Arnault (Luis Vuitton e Sephora)
  4. Bill Gates (Microsoft)
  5. Mark Zuckerberg (Facebook, WhatsApp e Instagram)
  6. Warren Buffett (Berkshire Hathaway)
  7. Larry Ellison (Oracle Corporation)
  8. Larry Page (Google)
  9. Sergey Brin (Google)
  10. Mukesh Ambani (Reliance Industries)
  11. Amancio Ortega (Zara)
  12. Francoise Bettencourt Meyers (L’Oréal)
  13. Zhong Shanshan (Nongfu Spring e Wantai)
  14. Steve Ballmer (Microsoft)
  15. Ma Huateng (Tencent)
  16. Carlos Slim Helu (América Móvil)
  17. Alice Walton (Walmart)
  18. Jim Walton (Walmart)
  19. Rob Walton (Walmart)
  20. Michael Bloomberg (Bloomberg L.P)

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IBGE cancela concurso com 204 mil vagas para 2022 e reembolsará candidatos

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Concurso para agentes e recenseadores foi cancelado devido à não renovação de contrato com empresa
Reprodução: iG Minas Gerais

Concurso para agentes e recenseadores foi cancelado devido à não renovação de contrato com empresa

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta segunda-feira (18) que cancelou o concurso público para agentes censitário e recenseadores para o Censo de 2022. Segundo o instituto, a decisão foi motivada pela não renovação de contrato com a Cebraspe, empresa responsável pelo certame.

Ao todo, o IBGE abriu 204 mil vagas para realização da pesquisa demográfica no ano que vem. 108 mil oportunidades eram para recenseadores, enquanto 5,4 mil seriam destinados para agente censitário municipal e 16 mil para agente censitário supervisor. Os salários variam entre R$ 1,7 mil e R$ 2,1 mil.

O contrato com a Cebraspe se encerrada nesta segunda-feira e o IBGE optou por não renovar o acordo. Outra empresa para assumir a realização do concurso já está em discussão no instituto.

O IBGE ainda informou que devolverá o valor das inscrições para candidatos que já realizaram o cadastro para a prova. No entanto, os trâmites para reaver os valores só serão divulgados nos próximos dias.

Essa é a segunda vez em que o concurso é adiado. No começo do ano, o certame foi suspenso devido ao avanço da pandemia de Covid-19.

Com as proximidades do início de reuniões para definir os trâmites do Censo de 2022, o IBGE tenta agilizar o encontro de uma empresa para realização do concurso. Uma nova data para realização da prova deve ser divulgada até o começo do próximo mês.

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