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Dinheiro na mão é vendaval

Brandão minimiza desgaste com Bolsonaro e diz que houve falha de comunicação

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Presidente do BB afirmou que irá se encontrar com Bolsonaro para explicar as medidas tomadas
Marcelo Camargo/Agência Brasi

Presidente do BB afirmou que irá se encontrar com Bolsonaro para explicar as medidas tomadas

O presidente do Banco do Brasil , André Brandão, minimizou as críticas do presidente Jair Bolsonaro ao programa de demissões do banco e o fechamento de agências e afirmou que o problema foi de comunicação. O presidente teria decidido demitir Brandão após não ter sido informado dos planos do banco de fechar pelo menos 112 agências físicas e enxugar o quadro de funcionários em 5 mil funcionários este ano .

O comunicado foi considerado inoportuno por Bolsonaro, já que o governo negociava apoio de parlamentares no Congresso para eleger os presidentes da Câmara e do Senado apoiados por ele.

“O principal problema foi a comunicação. Divulgamos a informação através de fato relevante, inclusive do fechamento de agências. Não deu tempo de conversar com o presidente, deputados, governadores, prefeitos. E é muito razoável que eles estejam preocupados. Mas de forma nenhuma vamos desassistir municípios ou estados”, disse Brandão durante teleconferência com jornalistas para apresentação dos resultados do quarto trimestre do banco.

O presidente do BB disse que ainda não falou diretamente com Bolsonaro após o desgaste público. Mas ele disse que, assim que a agenda do presidente permitir, pretende explicar com calma as medidas de eficiência que está implementando no banco. Brandão observou que o fechamento de agências físicas é uma tendência mundial do sistema bancário.

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“A comunicação já está acontecendo. Não consegui conversar diretamente com o presidente Bolsonaro ainda, mas acredito que ele entendeu. Com calma, vamos explicar a agenda de eficiência do banco, quando isso for possível. Temos que melhorar a comunicação”, disse.

Ele disse que o critério de fechamento de agências foi identificar com localidades que tinham baixa transacionalidade ou retorno mais baixo. Ele disse que trata-se de uma ‘reorganização institucional’ e não apenas de fechamento de agências.

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Embora a expectativa fosse que que o banco revisse o plano, na apresentação dos resultados ele foi mantido.

O Banco do Brasil pretende reduzir cerca de R$ 3 bilhões em despesas por ano, implementando medidas de eficiência. A instituição pretende economizar R$ 10 bilhões até 2025. O plano de demissão voluntária do banco prevê o desligamento de 5.533 funcionários este ano. 

O BB lucrou R$ 3,7 bilhões no quarto trimestre do ano passado , uma queda de 20,1% na comparação com o mesmo período de 2019. Em relação ao terceiro trimestre, houve aumento de 6,1% no lucro. A instituição terminou 2020 com queda de 22,2% no lucro acumulado, que totalizou R$ 13,9 bilhões.

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Liminar que suspende os termos de privacidade do WhatsApp é negada; saiba mais

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Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp
Victor Hugo Silva

Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp


Uma liminar endossada pelo Ministério Público de São Paulo, que pedia a suspensão das novas políticas de privacidade do WhatsApp foi negada pela Justiça nesta segunda-feira (17). A medida pedia que o aplicativo não alterasse seus termos de uso até o julgamento de uma ação do Instituto Sigilo contra o Facebook , que é dono do WhatsApp, por compartilhamento ilegal de dados.

De acordo com a decisão do juiz Saang Duk Kim, do Tribunal de Justiça de São Paulo, “não se pode presumir que os dados a serem compartilhados [pelo WhatsApp] serão necessariamente tratados de forma ilícita pelo Facebook a ponto de impedir em caráter preventivo o compartilhamento”.

“É relevante lembrar que a tanto WhatsApp e Facebook estabelecem com os usuários uma relação contratual de esfera privada numa economia de livre mercado e incentivo a iniciativa e empreendedorismo”, diz.


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O fundador e presidente da Sigilo, Victor Hugo Pereira Gonçalves, afirmou ao UOL que não vai desistir da briga contra o Facebook: “Vamos entrar com agravo”.

O Instituto Sigilo alega que que o compartilhamento de dados e metadados já existente entre os usuários do Facebook com o WhatsApp é ilegal, por descumprir os artigos 18, 19, 46, 47, 48 e 49 da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) além das leis do Marco Civil da Internet e do Código de Defesa do Consumidor. A nova política do WhatsApp agrava os desrespeitos, afirma. 

No último dia 13 de maio, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) emitiu um parecer favorável à ação movida pelo Instituto.

Ainda assim, a decisão em que nega a liminar afirma que não há “evidência alguma, seja em narrativa ou em prova técnica, que o nível de intimidade e privacidade garantido pela nossa Carta Magna, pela legislação civil, pelo Marco Civil da Internet e pela LGPD estejam em risco”.

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No último sábado (15), o Facebook enviou ao juiz considerações sobre o parecer do MPSP, solicitando que a liminar fosse indeferida, o que acabou acontecendo.

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