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Dinheiro na mão é vendaval

Bradespar reduz capital em R$ 5,26 bi e troca suas ações por ativos da Vale

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Bradespar (BRAP4) reduz capital em R$ 5,26 bi e troca suas ações por ativos da Vale (VALE3)
Fernanda Capelli

Bradespar (BRAP4) reduz capital em R$ 5,26 bi e troca suas ações por ativos da Vale (VALE3)

Na noite da última terça-feira (14), a Bradespar anunciou que analisa reduzir o capital próprio em R$ 5,26 bilhões. A redução seria feita através da troca de ações por ativos da Vale ( VALE3 ) aos investidores.

De acordo com a Bradespar, o motivo veio de uma reunião da direção, onde os envolvidos compreenderam que o capital social da empresa se tornou excessivo para o desenvolvimento dos negócios, assim como atrapalha o cumprimento dos objetivos sociais da mesma.

“A sociedade tem por objeto social a participação como sócia ou acionista de outras sociedades e, assim, não possui atividade operacional direta”, afirmou a Bradespar em nota.

Detalhes da troca

De acordo com a Bradespar, os ativos da Vale serão passados aos acionistas após o cálculo das demonstrações financeiras das duas companhias. Assim, a data para a transferência de ações está agendada para o dia 30 de setembro.

Leia a matéria completa no  site do 1Bilhão.

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Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático; entenda

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Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático
Reprodução/ACidade ON

Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático

O relator do Auxílio Brasil, deputado Marcelo Aro (PP-MG), quer criar um dispositivo de reajuste automático do benefício pela inflação. Além disso, Aro quer alterar as faixas de pobreza e extrema pobreza de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), considerado a inflação oficial do país, segundo informa a Folha de São Paulo.

“A MP [do Auxílio Brasil] é uma carta de boas intenções, mas ele não fala em números; não delimita o que é pobreza e extrema pobreza, por exemplo. O texto precisa trazer valores definidos e uma correção natural, como pela inflação, para que o cidadão saiba de fato o que vai acontecer”, afirmou Aro à Folha.

Atualmente o benefício é reajustado quando o governo deseja. A ideia contraria o plano do governo de não criar aumento permanente das despesas públicas.

O governo Bolsonaro não reajustou o benefício desde que assumiu o Planalto. O último aumento foi em julho de 2018, na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB). Estima-se que a defasagem do benefício esteja próxima a 20%.

Se o valor fosse corrigido pela inflação do período, estaria hoje em patamar de aproximadamente R$ 219. O Auxílio Brasil promete pagar R$ 300. 

As faixas de pobreza (critérios de entrada para o benefício) também não sofrem reajuste desde 2018. Se corrigidas pela inflação passarão a valer os valores:

  • Pobreza: sai de para sai de R$ 178 para R$ 207,30 por mês;
  • Extrema pobreza: sai de R$ 89,01 para R$ 103,60 por mês.

Os patamares que estão em avaliação pelo governo são de R$ 95 e R$ 190, ou seja, serão reajustados, mas mantém-se defasados.

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