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Bolsonaro pode vetar 85% do Fundão e manter em R$ 800 mi, diz órgão da Câmara

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Bolsonaro pode vetar 85% do Fundão e manter em R$ 800 milhões
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Bolsonaro pode vetar 85% do Fundão e manter em R$ 800 milhões

O presidente Jair Bolsonaro tem até sexta-feira (30) para vetar o fundo eleitoral. Segundo ele, se o montante for menor que R$ 4 bilhões ele pode ser incutido em crime de responsabilidade. O presidente defende que a verba deva ser reajustada pela inflação em dois anos. 

Como adiantou a Folha de São Paulo, a Consultoria de Orçamento e Fiscalização da Câmara dos Deputados, no entanto, mostrou que duas leis que regem o tema estipulam o piso de R$ 800 milhões para a verba eleitoral. Ou seja, o presidente poderia vetar mais de 85% do que foi proposto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), quando os deputados aprovaram o valor de R$ 5,7 bilhões.

Bolsonaro disse ontem (27) que precisava sancionar os R$ 4 bilhões ” para não apanha r”, senão o eleitor teria que escolher entre o ex-presidente Lula e Ciro Gomes no 2ª turno.  

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Nas eleições municipais de 2020, os partidos receberam R$ 2 bilhões, ou seja, para a disputa deste ano o aumento será de 100%, bem longe da inflação no período.

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Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

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Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

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Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

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