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Dinheiro na mão é vendaval

Bolsonaro gastou R$ 2,4 milhões durante as férias

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) esteve no Guarujá, litoral norte de São Paulo, durante suas férias entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) esteve no Guarujá, litoral norte de São Paulo, durante suas férias entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021


As férias do presidente Jair Bolsonaro, no Guarujá (SP) e em São Francisco do Sul (SC), de 18 de dezembro de 2020 a 5 de janeiro deste ano, custaram aos cofres públicos R$ 2,4 milhões. Cerca de R$ 1,2 milhão foi gasto com o cartão corporativo do governo federal, R$ 1,05 milhão bancaram combustível e manutenção de aeronaves, e R$ 202 mil diárias da equipe de segurança presidencial.


Os valores vieram da própria Presidência, em resposta ao pedido do deputado Elias Vaz (PSB – GO). O deputado protocolou 3 solicitações de informação até receber retorno da Secretaria-Geral da Presidência da República (SGP).

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Respondendo ao primeiro pedido, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) disse que o valor das diárias da equipe de segurança presidencial foi fixada em R$ 202 mil, e os gastos com a aeronave foram estimados em U$ 185 mil (R$ 1,050 milhão). O GSI disse ser incapaz de estimar gastos com cartão corporativo.

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Foi no pedido feito à SGP que foi revelado o valor de R$ 1,196 milhão dos gastos com o cartão corporativo do governo federal. A SGP alega que estas despesas são de sigilo “reservado”, o que impede sua publicidade pelos próximos cinco anos.

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Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

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“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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