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Dinheiro na mão é vendaval

Bolsonaro e ministros vão a pé entregar proposta de privatização dos Correios

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O presidente foi caminhando do Palácio do Planalto até a sede do poder Legislativo. Ele estava acompanhado, entre outras pessoas, dos ministros da Secretaria de Governo, Eduardo Ramos, e das Comunicações, Fábio Faria.
Reprodução/CNN Brasil

O presidente foi caminhando do Palácio do Planalto até a sede do poder Legislativo. Ele estava acompanhado, entre outras pessoas, dos ministros da Secretaria de Governo, Eduardo Ramos, e das Comunicações, Fábio Faria.


Nesta quarta-feira (24), o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) foi até o congresso nacional entregar a proposta de  privatização dos Correios ao presidente da Casa,  Arthur Lira (PP – AL). Bolsonaro foi acompanhado por vários ministros e causou tumulto nas ruas de Brasília. O ministro da economia, Paulo Guedes, chegou atrasado. 

Durante o trajeto pela Praça dos Três Poderes, jornalistas e seguranças amontados. O tumulto causou a quebra de uma porta de vidro na saída do Salão Verde da Câmara dos Deputados. Ninguém se feriu.

Em reunião solene, Guedes pediu agilidade para a aprovação da MP e argumentou os atrasos nas pautas econômicas no ano passado devido à pandemia de Covid-19. Nenhuma autoridade, ao contrário da entrega da MP que prevê a privatização da Eletrobras, não concedeu entrevista até o momento. 

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A privatização dos correios é um aceno ao mercado econômico que o requeria desde a campanha. A entrega presencial da proposta tenta amenizar os ânimos com esta base eleioral que reagiu mal às interferências do  presidente na Petrobras. 

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Bolsa Família: Senado analisa inclusão de beneficiários na prioridade da vacina

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Beneficiários do programa Bolsa Família podem passar a fazer parte dos grupos prioritários de vacinação contra a covid-19. É o que prevê o PL 1.990/2021, em análise no Senado A intenção é proteger do coronavírus a parte da população mais afetada pela pandemia: tanto pela doença, à qual está mais exposta, quanto pelos efeitos econômicos da crise sanitária. Além disso, a sobrecarga do Sistema Único de Saúde (SUS) afeta o tratamento médico aos mais pobres, observa a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), autora do projeto.

Ao apresentar a proposta, Eliziane Gama citou o relatório O Vírus da Desigualdade, lançado pela Oxfam Brasil, organização de combate à desigualdade social. Segundo a senadora, o documento mostra que as pessoas mais ricas recuperam em tempo muito menor as perdas econômicas oriundas da proliferação do coronavírus, enquanto os mais pobres terão que esperar mais de uma década para isso.

Ela também citou o número de pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza, que aumentou durante a pandemia. “De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, a partir de janeiro de 2021, 12,8% dos brasileiros e brasileiras passaram a viver com menos de R$ 246 ao mês, isto é, R$ 8,20 ao dia”, lamentou.

Eliziane Gama observou ainda que as famílias mais pobres dependem unicamente do sistema público de saúde e, por isso, é mais afetada pelos problemas do SUS. Além disso, essas pessoas também estão mais expostas à contaminação do vírus, devido à falta de acesso à informação e à infraestrutura de saúde.

O projeto, apresentado em maio, ainda não tem relator definido.  

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