(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Bolsonaro admite que não houve corrupção no BNDES após gastar R$ 48 mi em buscas

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
BNDES é  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Redação 1Bilhão Educação Financeira

BNDES é Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social


Durante a campanha presidencial de 2018 que elegeu Jair Bolsonaro , o presidente prometia “abrir a caixa preta do BNDES ” (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Tratava-se, supostamente, de um esquema de corrupção dos governos petistas que beneficiaria os demais países da América do Sul, o grupo fictício chamado de “ foro de São Paulo ”. 

Já no primeiro ano de mandato, o banco estatal gastou R$ 48 milhões em auditorias dos contratos de empréstimos a empresas e governos estrangeiros , mas não encontrou nenhum indício de irregularidade.

Nesta quinta-feira (17), Bolsonaro admitiu estar convencido de que não existe nenhuma  corrupção na estatal enquanto falava com apoiadores no cercadinho do Palácio do Planalto.


“Não foi caixa-preta, na verdade. Está aberto. Eu também pensava que era caixa-preta, mas está disponível, no site do BNDES, todos os empréstimos feitos para outros países”, disse.

“Alguns me criticam que eu estou concluindo obras do PT . É verdade, algumas obras são começadas pelo PT, sim. Agora, o PT não deixou obra inconclusa fora do Brasil. Vamos parabenizar o PT”, ironizou. “Foi quase meio trilhão de reais. Vocês [população] pagando”, completou o presidente. A fala foi gravadas pelo site bolsonarista Foco do Brasil.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático; entenda

Publicados

em


source
Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático
Reprodução/ACidade ON

Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático

O relator do Auxílio Brasil, deputado Marcelo Aro (PP-MG), quer criar um dispositivo de reajuste automático do benefício pela inflação. Além disso, Aro quer alterar as faixas de pobreza e extrema pobreza de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), considerado a inflação oficial do país, segundo informa a Folha de São Paulo.

“A MP [do Auxílio Brasil] é uma carta de boas intenções, mas ele não fala em números; não delimita o que é pobreza e extrema pobreza, por exemplo. O texto precisa trazer valores definidos e uma correção natural, como pela inflação, para que o cidadão saiba de fato o que vai acontecer”, afirmou Aro à Folha.

Atualmente o benefício é reajustado quando o governo deseja. A ideia contraria o plano do governo de não criar aumento permanente das despesas públicas.

O governo Bolsonaro não reajustou o benefício desde que assumiu o Planalto. O último aumento foi em julho de 2018, na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB). Estima-se que a defasagem do benefício esteja próxima a 20%.

Se o valor fosse corrigido pela inflação do período, estaria hoje em patamar de aproximadamente R$ 219. O Auxílio Brasil promete pagar R$ 300. 

As faixas de pobreza (critérios de entrada para o benefício) também não sofrem reajuste desde 2018. Se corrigidas pela inflação passarão a valer os valores:

  • Pobreza: sai de para sai de R$ 178 para R$ 207,30 por mês;
  • Extrema pobreza: sai de R$ 89,01 para R$ 103,60 por mês.

Os patamares que estão em avaliação pelo governo são de R$ 95 e R$ 190, ou seja, serão reajustados, mas mantém-se defasados.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA