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Dinheiro na mão é vendaval

Bill Gates e Melinda French assinam o divórcio 3 meses após anunciar separação

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Bill Gates e Melinda French assinam o divórcio
Matheus Barros

Bill Gates e Melinda French assinam o divórcio

Bill Gates e Melinda French anunciaram em maio deste ano a separação após 27 de casamento, que envolveu grandes polêmicas e muito trabalho social na fundação filantrópica mantida pelo agora, ex-casal.

Nesta terça-feira (3), o portal The Verge anunciou que o divórcio é oficial. O juiz decretou que, de fato ambos não estão mais ligados matrimonialmente. No entanto, a relação entre os dois ainda segue dando o que falar, seja pela divisão da fortuna do bilionário, ou pelo futuro da Fundação Bill e Melinda Gates.

Por ora, sabe-se apenas que ficou decido que ambos não mudaram seus sobrenomes, ou seja, Melinda continuará carregando “Gates” em seu nome, apesar de já estar utilizando seu sobrenome de solteira, “French”.

Fortuna do ex-casal Gates

Sem dúvidas o que deixa as pessoas mais curiosas sobre a separação do casal é o futuro dos bens adquiridos em quase 30 anos de matrimônio. Atualmente, Bill Gates ocupa o posto de quarto homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 151 bilhões – cerca de R$ 775,7 bilhões, na atual conversão.

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A separação do casal foi assinada em Washington, nos Estados Unidos, onde todos os bens acumulados durante o casamento são divididos igualmente entre o casal, o que tornaria Melinda uma das mulheres mais ricas do mundo.

Porém, o divórcio está seguindo um acordo contratual que não foi especificado para a imprensa, então ninguém sabe ainda como os bens serão divididos.

Fundação Bill e Melinda Gates

A instituição filantrópica mantida pelo casal, com certeza, é a que sofreu maiores impactos desde o anúncio da separação. Inicialmente, ambos afirmaram que nada mudaria e que o trabalho seguiria igual.

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No entanto, a prática foi completamente diferente e funcionários da fundação chegaram a demostrar abertamente estarem muito preocupados com os próximos passos.

Fundação filantrópica de Bill Gates e Melinda French
Bill Gates e Melinda French seguem na presidência da instituição filantrópica. Imagem: FocusFantastic/Shutterstock

Warren Buffett deixou o conselho da fundação. O motivo da saída não foi não foi comunicado, mas é especulado que o investidor de 90 anos se viu “encurralado” após o divórcio do casal que ocupa as outras duas únicas cadeiras do conselho.

Bill Gates e Melinda French seguirão como copresidentes da instituição, cargo que ocupam há cerca de 20 anos. No entanto, são estudadas contratações de diretores externos e a criação de um novo conselho para garantir a estabilidade e fortalecer a sustentabilidade da fundação.

Para garantir o sucesso da instituição, o ex-casal firmou um plano de contingência. O acordo prevê que se dentro de dois anos Bill e Melinda não puderam continuar trabalhando juntos, French renunciará seu cargo de copresidente e curadora.  

Caso isso realmente aconteça, a filantropa receberá recursos pessoais de Gates (separados do financiamento destinado à fundação) para seguir com seu próprio trabalho filantrópico.

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Atraso na PEC dos precatórios ameaça Auxílio Brasil e Roma se diz “preocupado”

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Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro

O ministro da Cidadania, João Roma, disse nesta quarta-feira (27) que está “bastante preocupado” com o atraso para aprovação da PEC dos precatórios . A proposta estava na pauta da Câmara dos Deputados ontem, mas os deputados não chegaram a um acordo e adiaram o texto

A PEC é vital para viabilizar o novo benefício social administrado pela sua pasta, o Auxílio Brasil . Sem a aprovação do texto, não sobra espaço fiscal no Orçamento para os R$ 400 prometidos pelo governo. 

Segundo Roma, seria “muito importante” que a PEC fosse aprovada “ainda no início de novembro”, já que os depósitos estão previstos para o início deste mês.

“Não há mais tempo hábil”, alertou Roma, que chegou nesta noite para mais uma reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Ao mesmo tempo, ele comemorou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de que pode levar a PEC direto ao plenário após sua aprovação na Câmara, evitando as comissões.

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Após o encerramento da sessão que estava analisando a PEC, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se reuniu em seu gabinete com líderes de partidos e três ministros do governo Bolsonaro, João Roma (Cidadania), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Ciro Nogueira (Casa Civil). Eles conversaram sobre estratégias para alcançar maioria e votar o texto na quarta-feira da semana que vem. Lira, porém, não descartou a hipótese de tentar a votação ainda nesta quinta, cenário considerado improvável pelos líderes e até por Ciro Nogueira.

O presidente da Câmara ainda terá, durante a madrugada, conversas para tentar construir um consenso.

Sempre é possível fazer ajustes (no texto). Estou saindo agora para falar com deputados da oposição. Foi feita agora uma reunião com líderes da base, com a presença do ministro Ciro Nogueira, com a ministra Flávia, com o ministro João Roma. E agora vou conversar com membros e líderes da oposição e tentar chegar a uma composição plausível.”

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Assim como os demais líderes, Lira atribuiu o adiamento às dificuldades do retorno ao trabalho presencial.


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