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Dinheiro na mão é vendaval

BC passa a prever alta de 5% no PIB de 2021, mas inflação dispara para 5,90%

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Banco Central
Redação 1Bilhão Educação Financeira

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O Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira (21) o Boletim Focus , produzido por economistas de mais de 100 instituições financeiras. Na projeção, eles elevaram a expectativa de inflação para 5,90%  em 2021, além de projetar uma alta maior para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2021, de 4,85% para 5%.

IPCA

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, sofreu um aumento de 4,82% para 4,9%. A meta para este ano é 3,75%, podendo variar entre 2,25% e 5,25%. 

As metas são fixadas pelo Comitê de Politica Comentária (Copom), e para controlar o índice, o braço do BC eleva ou reduz a taxa de juros (Selic). 

Para 2022, o mercado financeiro manteve a estimativa em 3,78%, o centro da meta é 3,50% no ano que vem. 

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PIB

O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no ano, teve alta de 4,85% para 5%, na comparação com a semana passada. Já para 2022, o mercado baixou a previsão de alta do PIB de 2,20% para 2,10%.

Taxa Selic

Para controlar a inflação, o mercado elevou a previsão da taxa básica de juros (Selic) de 5,25% para 6,50% ao final de 2021. 

Na quarta-feira (16) o Copom elevou em 0,75% a taxa, para 4,25% ao ano. Em maio o BC já havia elevado em 0,75% a taxa, para 3,5%. 

Já para 2022, a expectativa para a taxa Selic manteve-se em 6,50%

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CNI critica reajuste da Selic

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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro
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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  elevou nesta quarta-feira (8) a taxa básica de juros da economia (Selic) para 9,25%.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou equivocada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, por um novo aumento da taxa básica de juros a economia em 1,5 ponto percentual. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os últimos dois trimestres de retração do Produto Interno Bruto (PIB) deixaram evidente o quadro adverso da atividade econômica. Além disso, efeitos defasados do aumento da Selic devem contribuir, nos próximos meses, para desestimular ainda mais o consumo e, por consequência, desacelerar a inflação. “Dessa forma, um aumento menos intenso da Selic, em conjunto com as elevações anteriores, já seria mais que suficiente para levar a inflação até a meta, sem que o Banco Central aumentasse a probabilidade de recessão”, avaliou Andrade.

Em nota, a CNI argumenta sobre a razão deste cenário. “As restrições nas condições de crédito para consumidores e empresas poderiam ter seu ritmo reduzido. A decisão do Banco Central por um sétimo aumento expressivo da Selic vai de encontro a essa necessidade, aumentando o custo do financiamento e desestimulando a demanda, justamente em um momento em que muitas empresas ainda estão se recuperando”.

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De acordo com a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o aumento da taxa Selic em 1,5% já era esperado, tendo em vista a elevação no nível dos preços de forma disseminada e, sobretudo, a deterioração do quadro fiscal. Por outro lado, os dados mais recentes revelam queda da atividade econômica. Além disso, as perspectivas para 2022 já são de crescimento fraco.

Em nota, a Firjan avalia “que o cenário econômico que se projeta, de maior expansão do gasto público, requer a aprovação de reformas estruturais que sejam capazes de trazer sustentabilidade para as contas públicas. Apenas com responsabilidade fiscal será possível gerar crescimento econômico de maneira sólida, resgatando a confiança dos empresários e atraindo novos investimentos. Sem isso, voltaremos a conviver com um cenário de inflação e juros altos, com baixo crescimento econômico”.

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