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Banco do Brasil prorroga inscrições para concurso; veja como se inscrever

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Redação 1Bilhão Educação Financeira

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O Banco do Brasil prorrogou até o dia 7 de agosto as inscrições para o concurso público que tem mais de 4.400 vagas e salário inicial de R$ 3.022,37. São 2.240 imediatas e 2.240 para formação de cadastro de reserva, para todos os estados e o Distrito Federal. 

As inscrições, previstas para encerrar nesta quarta, agora podem ser feitas  neste site . O valor da taxa de inscrição é de R$ 38,00.

A convocação dos aprovados deve ocorrer em até um ano após a publicação do edital, podendo ser prorrogada por mais um ano.

Todos os candidatos devem responder 25 questões em múltipla escolha de conhecimentos básicos, Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Matemática e Atualidades do Mercado Financeiro, 45 de conhecimentos específicos e escrever uma redação no modelo dissertativo-argumentativo.

A seleção é para o cargo de escriturário, com os nomes de relacionamento de agente comercial e agente de tecnologia.

As vagas se dividem em:

  • 2 mil vagas para Escriturário – Agente Comercial,
  • 2 mil de cadastro reserva, para atuação nas unidades de negócios
  • 240 vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia
  • 240 de cadastro de reserva, com foco em Conhecimentos de TI.

Veja  aqui como estudar para o concurso.

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Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático; entenda

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Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático
Reprodução/ACidade ON

Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático

O relator do Auxílio Brasil, deputado Marcelo Aro (PP-MG), quer criar um dispositivo de reajuste automático do benefício pela inflação. Além disso, Aro quer alterar as faixas de pobreza e extrema pobreza de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), considerado a inflação oficial do país, segundo informa a Folha de São Paulo.

“A MP [do Auxílio Brasil] é uma carta de boas intenções, mas ele não fala em números; não delimita o que é pobreza e extrema pobreza, por exemplo. O texto precisa trazer valores definidos e uma correção natural, como pela inflação, para que o cidadão saiba de fato o que vai acontecer”, afirmou Aro à Folha.

Atualmente o benefício é reajustado quando o governo deseja. A ideia contraria o plano do governo de não criar aumento permanente das despesas públicas.

O governo Bolsonaro não reajustou o benefício desde que assumiu o Planalto. O último aumento foi em julho de 2018, na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB). Estima-se que a defasagem do benefício esteja próxima a 20%.

Se o valor fosse corrigido pela inflação do período, estaria hoje em patamar de aproximadamente R$ 219. O Auxílio Brasil promete pagar R$ 300. 

As faixas de pobreza (critérios de entrada para o benefício) também não sofrem reajuste desde 2018. Se corrigidas pela inflação passarão a valer os valores:

  • Pobreza: sai de para sai de R$ 178 para R$ 207,30 por mês;
  • Extrema pobreza: sai de R$ 89,01 para R$ 103,60 por mês.

Os patamares que estão em avaliação pelo governo são de R$ 95 e R$ 190, ou seja, serão reajustados, mas mantém-se defasados.

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