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Dinheiro na mão é vendaval

Banco Central vai liberar estorno de dinheiro pelo Pix em caso de fraudes

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Mudança deve valer até o fim deste ano
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Mudança deve valer até o fim deste ano

O Pix , novo sistema de pagamentos do Banco Central do Brasil (BC) que permite transações 24 horas por dia e sete dias por semana, já caiu no gosto do brasileiro. De novembro de 2020 a março deste ano, o número de operações mensais aumentou mais de 1000%, saltando de 33,5 milhões para 393,6 milhões.

O BC anunciou novidades que pretende incorporar ao sistema ainda neste ano. Uma delas é a possibilidade de devolução ágil de recursos pela instituição recebedora, em casos de  suspeita de fraude  ou falha operacional nos sistemas das instituições participantes, prevista para o quarto trimestre de 2021.

A medida é importante porque criminosos têm se aproveitado da nova tecnologia para, através de técnicas de engenharia social, se apossarem de rendimentos de terceiros. Uma outra medida para impedir golpes, a qual já está em vigor, é o ajuste do valor máximo das transferências realizadas por dia.

O cliente consegue reduzir o limite diretamente pelos aplicativos das instituições bancárias. Já os aumentos precisam ser avaliados pelos bancos.

Outra funcionalidade a ser incorporada é o QR Code do Pagador . Com ele, será possível fazer um Pix, mesmo quando o pagador estiver sem internet. O objetivo é democratizar o acesso dos brasileiros aos meios de pagamento eletrônicos, visto que muitas pessoas só podem pagar por um pacote de internet móvel com dados limitados.

Além disso, o saque por meio do Pix irá se tornar realidade ainda no segundo semestre, o que pode promover maior competição no sistema financeiro nacional.

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Dinheiro na mão é vendaval

Liminar que suspende os termos de privacidade do WhatsApp é negada; saiba mais

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Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp
Victor Hugo Silva

Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp


Uma liminar endossada pelo Ministério Público de São Paulo, que pedia a suspensão das novas políticas de privacidade do WhatsApp foi negada pela Justiça nesta segunda-feira (17). A medida pedia que o aplicativo não alterasse seus termos de uso até o julgamento de uma ação do Instituto Sigilo contra o Facebook , que é dono do WhatsApp, por compartilhamento ilegal de dados.

De acordo com a decisão do juiz Saang Duk Kim, do Tribunal de Justiça de São Paulo, “não se pode presumir que os dados a serem compartilhados [pelo WhatsApp] serão necessariamente tratados de forma ilícita pelo Facebook a ponto de impedir em caráter preventivo o compartilhamento”.

“É relevante lembrar que a tanto WhatsApp e Facebook estabelecem com os usuários uma relação contratual de esfera privada numa economia de livre mercado e incentivo a iniciativa e empreendedorismo”, diz.


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O fundador e presidente da Sigilo, Victor Hugo Pereira Gonçalves, afirmou ao UOL que não vai desistir da briga contra o Facebook: “Vamos entrar com agravo”.

O Instituto Sigilo alega que que o compartilhamento de dados e metadados já existente entre os usuários do Facebook com o WhatsApp é ilegal, por descumprir os artigos 18, 19, 46, 47, 48 e 49 da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) além das leis do Marco Civil da Internet e do Código de Defesa do Consumidor. A nova política do WhatsApp agrava os desrespeitos, afirma. 

No último dia 13 de maio, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) emitiu um parecer favorável à ação movida pelo Instituto.

Ainda assim, a decisão em que nega a liminar afirma que não há “evidência alguma, seja em narrativa ou em prova técnica, que o nível de intimidade e privacidade garantido pela nossa Carta Magna, pela legislação civil, pelo Marco Civil da Internet e pela LGPD estejam em risco”.

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No último sábado (15), o Facebook enviou ao juiz considerações sobre o parecer do MPSP, solicitando que a liminar fosse indeferida, o que acabou acontecendo.

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