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Auxílio emergencial: veja quem pode sacar o benefício nesta terça-feira

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Auxílio emergencial
Sophia Bernardes

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A Caixa Econômica Federal libera nesta terça-feira (dia 14) o saque da quinta parcela do auxílio emergencial para trabalhadores informais nascidos em agosto. O dinheiro foi depositado em agosto, mas só estava disponível para compras, pagamentos e transferências, por meio do aplicativo Caixa Tem. Nesta terça-feira (dia 14) será a vez dos trabalhadores informais ou desempregados nascidos em agosto retirar os recursos. Ainda esta semana, o governo libera o pagamento da sexta parcela para os beneficiários do Bolsa Família.

Os valores variam de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família. O pagamento do auxílio é feito de acordo com o mês de nascimento, no caso dos trabalhadores informais, e com o último dígito do NIS (Número de Inscrição Social), para quem é do Bolsa Família.

Para isso, podem comparecer às agências da Caixa de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. Não é necessário chegar antes do horário de abertura, já que os cidadãos na fila recebem senha para que todos ali presentes sejam atendidos.

Os recursos ainda podem ser movimentados na Rede Lotérica de todo o país ou pelo Caixa Tem. No app, é possível pagar boletos, contas de água, luz, telefone, além de fazer compras por meio do cartão de débito virtual.

Confira as datas de saque

  • Nascidos em janeiro – 1º de setembro
  • Nascidos em fevereiro – 2 de setembro
  • Nascidos em março – 3 de setembro
  • Nascidos em abril – 6 de setembro
  • Nascidos em maio – 9 de setembro
  • Nascidos em junho – 10 de setembro
  • Nascidos em julho – 13 de setembro
  • Nascidos em agosto – 14 de setembro
  • Nascidos em setembro – 15 de setembro
  • Nascidos em outubro – 16 de setembro
  • Nascidos em novembro – 17 de setembro
  • Nascidos em dezembro – 20 de setembro
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Passo a passo

1) Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no app Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”.

2) Depois, basta inserir a senha para ter acesso ao código de saque na tela do celular, o qual tem validade de uma hora e deve ser informado nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

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Bolsonaro pediu “banho frio”, mas Brasil consumiu mais energia em 2021

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Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque
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Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque

Em 2021 o Brasil enfrentou a pior crise hídrica dos últimos 90 anos, o que acendeu um alerta no governo federal que decidiu apelar para a população pedindo que reduzisse o consumo de energia elétrica. O presidente Jair Bolsonaro chegou a sugerir  “banho frio” e uso de escadas ao invés de elevadores. O temor de apagões e racionamento, no entanto, não fez com que o brasileiro gastasse menos energia, segundo mostra um levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) divulgados nesta quarta-feira (19). 

O Brasil fechou o ano passado com consumo de energia 4,1% maior em relação ao ano anterior, alcançando 64.736 megawatts (MW) médios, mostra a CCEE.

“Com a retomada gradual da economia, em 2021 o consumo de energia elétrica mostrou recuperação em grande parte do País na comparação com o ano anterior”, escreve a entidade em nota.

“Retornamos ao ritmo habitual de crescimento do mercado de energia, o que nos mostra que a atividade econômica do país também está sendo retomada, após os períodos mais críticos de isolamento social e paralisações”, diz Rui Altieri, presidente do Conselho de Administração da CCEE, em comunicado .

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Veja o consumo por setor

A indústria automotiva foi o segmento com o maior aumento no consumo de energia no ano passado no mercado livre. Quando eliminados do cálculo as unidades consumidoras migradas para o ambiente nos últimos 12 meses, o setor de veículos apresentou uma alta de 21%. Em seguida, destacam-se o ramo têxtil, com crescimento de 20% e metalurgia e produtos de metal, com aumento de 12%.

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Consumo por região

Na análise por regiões, em 2021 apenas o Acre, o Amazonas e o Mato Grosso do Sul registraram redução no consumo de energia, com recuo de 1% em ambos. Os demais estados avançaram, com destaque para o Ceará, Pará e Santa Catarina, além de Bahia, Paraná, Rio Grande do Norte e Sergipe. 


Ministro pediu redução em rede nacional. Relembre: 

Em agosto, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, pediu um “esforço inadiável” a todos os setores da economia para que reduzissem o gasto com energia. 

“Para aumentar nossa segurança energética, é fundamental que, além dos setores do comércio, de serviços e da indústria, a sociedade brasileira participe desse esforço, evitando desperdícios no consumo de energia elétrica. Com isso, conseguiremos minimizar os impactos no dia a dia da população”.

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