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Auxílio emergencial: número de beneficiários pode cair pela metade; entenda

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Brasil Econômico

Cai de 67 para 33 milhões de beneficiários pela medida
Marcelo Camargo / Agência Brasil

Cai de 67 para 33 milhões de beneficiários pela medida

Governo federal realizou um pente-fino nos beneficiários do auxílio emergencial , por meio do cruzamento de informações de bancos de dados  ao longo de onze meses. Com isso, chegou ao número de 33 milhões de pessoas que receberão a nova rodada do programa, entre estes estão os 14 milhões incritos no Bolsa Família , segundo informação da jornalista Ana Flor, do G1.

A primeira fase do programa, iniciada em abril do ano passado, chegou a 65 milhões de pessoas. Já na segunda fase, com o valor de 300 reais, o auxílio atingiu 57 milhões.

O cruzamento levou em consideração onze bases de dados, além de uma plataforma desenvolvida pelas secretarias de Governo Digital e de Previdência e Trabalho. As novas informações também serão usadas para possíveis benefícios futuros e aprimoramento dos já existentes.

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Entre os bancos de dados utilizados estão os do Caged, INSS, MEI, CNIS. Dessa forma, pelo CPF da pessoa, é possível identificar se é servidor público, militar, aposentado, pensionista, empresário e quem são seus dependentes no Imposto de Renda. Evitando assim casos como os do ano passado em que servidores e militares foram amparados pelo auxílio. 

Novo auxílio emergencial

Em 2020 o programa custou em média R$ 900 por pessoa, uma vez que mães solteiras recebiam o dobro do valor de R$ 600. Com isso, o auxílio emergencial teve por mês o mesmo custo do Bolsa Família por ano, R$ 30 bilhões. No ano, a medida custou aos cofres públicos R$ 300 bilhões.

A nova rodada ainda não tem valor definido, mas o ministério da Economia trabalha com uma faixa que vai de R$ 200 a R$ 250 , durante três ou quatro meses , com início do pagamento ainda em março

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Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

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“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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