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Dinheiro na mão é vendaval

Auxílio emergencial de R$ 900 aprovado em Santa Catarina; veja quem recebe

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Praia do Rosa, Santa Catarina
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Praia do Rosa, Santa Catarina

Os deputados estaduais de Santa Catarina aprovaram a criação do auxílio emergencial para a população necessitada do estado. Ao todo, serão pagos R$ 900 em três parcelas de R$ 300 . O benefício começa no final de julho.

O “SC Renda Mais”, como será chamado o benefício, prevê chegar a mais de 67 mil famílias em Santa Catarina. Receberão o benefício os trabalhadores dos setores de alimentação, hospedagem, eventos, artes cênicas, turismo e transporte público, além de pessoas que se encontram em estado de vulnerabilidade social.

Para isso, é necessário estar registrado no Cadastro Único (CadÚnico), no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e não ter recebido nenhuma assistência do governo federal. Além disso, os trabalhadores devem acessar o site do projeto SC Renda Mais, cadastrar-se aqui e preencher o formulário.

O estado fornecerá um cartão por onde serão feitos os depósitos, e este poderá ser utilizado em estabelecimentos como supermercados, mercearias, padarias, quitandas, açougues, farmácias, restaurantes, papelarias, livrarias e em postos de combustíveis, no entanto, não é possivel realizar o saque do valor depositado no cartão.


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CNI critica reajuste da Selic

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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro
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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  elevou nesta quarta-feira (8) a taxa básica de juros da economia (Selic) para 9,25%.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou equivocada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, por um novo aumento da taxa básica de juros a economia em 1,5 ponto percentual. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os últimos dois trimestres de retração do Produto Interno Bruto (PIB) deixaram evidente o quadro adverso da atividade econômica. Além disso, efeitos defasados do aumento da Selic devem contribuir, nos próximos meses, para desestimular ainda mais o consumo e, por consequência, desacelerar a inflação. “Dessa forma, um aumento menos intenso da Selic, em conjunto com as elevações anteriores, já seria mais que suficiente para levar a inflação até a meta, sem que o Banco Central aumentasse a probabilidade de recessão”, avaliou Andrade.

Em nota, a CNI argumenta sobre a razão deste cenário. “As restrições nas condições de crédito para consumidores e empresas poderiam ter seu ritmo reduzido. A decisão do Banco Central por um sétimo aumento expressivo da Selic vai de encontro a essa necessidade, aumentando o custo do financiamento e desestimulando a demanda, justamente em um momento em que muitas empresas ainda estão se recuperando”.

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De acordo com a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o aumento da taxa Selic em 1,5% já era esperado, tendo em vista a elevação no nível dos preços de forma disseminada e, sobretudo, a deterioração do quadro fiscal. Por outro lado, os dados mais recentes revelam queda da atividade econômica. Além disso, as perspectivas para 2022 já são de crescimento fraco.

Em nota, a Firjan avalia “que o cenário econômico que se projeta, de maior expansão do gasto público, requer a aprovação de reformas estruturais que sejam capazes de trazer sustentabilidade para as contas públicas. Apenas com responsabilidade fiscal será possível gerar crescimento econômico de maneira sólida, resgatando a confiança dos empresários e atraindo novos investimentos. Sem isso, voltaremos a conviver com um cenário de inflação e juros altos, com baixo crescimento econômico”.

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