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Dinheiro na mão é vendaval

Auxílio emergencial: 2ª parcela do benefício começa no domingo; veja calendário

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Caixa começa a liberar pagamentos da 2ª rodada do auxílio  já no domingo (16)
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Caixa começa a liberar pagamentos da 2ª rodada do auxílio já no domingo (16)

A Caixa Econômica Federal iniciará os pagamentos da segunda parcela do  auxílio emergencial no domingo (16). No primeiro momento, o dinheiro pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem , e os saques em espécie serão liberados entre 8 de junho e 8 de julho.

No domingo, será depositado o dinheiro para os informais inscritos no CadÚnico nascidos em janeiro. Para os cadastrados no Bolsa Família , ordem de quem recebe primeiro segue de acordo com o Número de Identificação Social (NIS).


Veja o calendário:

Informais inscritos no CadÚnico

Calendário de pagamentos do auxílio emergencial
Reprodução Diário do Nordeste

Calendário de pagamentos do auxílio emergencial









Você viu?

Inscritos no Bolsa Família

Calendário de pagamentos do auxílio emergencial para inscritos no Bolsa Família
Reprodução Diário do Nordeste

Calendário de pagamentos do auxílio emergencial para inscritos no Bolsa Família








Quem pode receber?

Têm direito ao auxílio as famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa e renda mensal total de até três salários mínimos. Para aqueles que recebem Bolsa Família, segue valendo a regra quanto ao valor mais vantajoso a ser recebido entre o programa assistencial e o novo auxílio emergencial.

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O novo benefício tem valor padrão de R$ 250, pagos em quatro parcelas mensais a partir de abril. O auxílio emergencial de 2021 é limitado a uma pessoa por família, sendo que a mulher chefe de família monoparental tem direito a R$ 375, enquanto quem mora sozinho recebe R$ 150.




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Bolsonaro pediu “banho frio”, mas Brasil consumiu mais energia em 2021

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Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque
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Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque

Em 2021 o Brasil enfrentou a pior crise hídrica dos últimos 90 anos, o que acendeu um alerta no governo federal que decidiu apelar para a população pedindo que reduzisse o consumo de energia elétrica. O presidente Jair Bolsonaro chegou a sugerir  “banho frio” e uso de escadas ao invés de elevadores. O temor de apagões e racionamento, no entanto, não fez com que o brasileiro gastasse menos energia, segundo mostra um levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) divulgados nesta quarta-feira (19). 

O Brasil fechou o ano passado com consumo de energia 4,1% maior em relação ao ano anterior, alcançando 64.736 megawatts (MW) médios, mostra a CCEE.

“Com a retomada gradual da economia, em 2021 o consumo de energia elétrica mostrou recuperação em grande parte do País na comparação com o ano anterior”, escreve a entidade em nota.

“Retornamos ao ritmo habitual de crescimento do mercado de energia, o que nos mostra que a atividade econômica do país também está sendo retomada, após os períodos mais críticos de isolamento social e paralisações”, diz Rui Altieri, presidente do Conselho de Administração da CCEE, em comunicado .

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Veja o consumo por setor

A indústria automotiva foi o segmento com o maior aumento no consumo de energia no ano passado no mercado livre. Quando eliminados do cálculo as unidades consumidoras migradas para o ambiente nos últimos 12 meses, o setor de veículos apresentou uma alta de 21%. Em seguida, destacam-se o ramo têxtil, com crescimento de 20% e metalurgia e produtos de metal, com aumento de 12%.

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Consumo por região

Na análise por regiões, em 2021 apenas o Acre, o Amazonas e o Mato Grosso do Sul registraram redução no consumo de energia, com recuo de 1% em ambos. Os demais estados avançaram, com destaque para o Ceará, Pará e Santa Catarina, além de Bahia, Paraná, Rio Grande do Norte e Sergipe. 


Ministro pediu redução em rede nacional. Relembre: 

Em agosto, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, pediu um “esforço inadiável” a todos os setores da economia para que reduzissem o gasto com energia. 

“Para aumentar nossa segurança energética, é fundamental que, além dos setores do comércio, de serviços e da indústria, a sociedade brasileira participe desse esforço, evitando desperdícios no consumo de energia elétrica. Com isso, conseguiremos minimizar os impactos no dia a dia da população”.

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