(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Auxílio Brasil é um avanço nas políticas sociais, diz João Roma

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
João Roma ministro da Cidadania e João Galassi presidente da Abras
Reprodução

João Roma ministro da Cidadania e João Galassi presidente da Abras

O ministro da Cidadania João Roma participou nesta segunda-feira (20) de um evento organizado pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e disse ser “inadmissível” que se passe fome no Brasil. 

O ministro agradeceu ao Congresso por permitir ao governo aprovar as medidas destinadas ao combate da pandemia, como o auxílio emergencial, que atendeu cerca de 57% da população brasileira, segundo Roma. 

“Auxílio Brasil visa dar uma resposta mostrando que as pessoas podem encontrar no Estado um parceiro para solucionar as dificuldades. Os programas de transferência sem dúvida foram um avanço e o que nós buscamos é que esse programa propicie as ferramentas necessárias para o cidadão ter os direitos básicos para melhorar de vida”, reforçou. 

Segundo Roma, é “inadmissível” que um país como o Brasil, que produz um em cada cinco pratos de comida consumidos no mundo, desperdice cerca de 30% de tudo que produz. A fala foi em linha com o que disse o presidente da Associação, João Galassi.

Leia Também:  Serviços despencam 4% em março e anula ganhos de 9 meses de pandemia

Leia Também



Galassi, na abertura do evento, cobrou flexibilização das leis de vencimento de alimento, e fez apelo aos ministros para que o tema avance no governo. 

“Precisamos aumentar a doação, tenho certeza que com movimento simples, nós podemos erradicar a fome nesse país. Não parece, mas nós temos 30% de desperdício de alimentos”, disse.

Galassi também apresentou às autoridades presentes algumas demandas do setor, como a necessidade de abaixar as taxas abusivas dos vouchers de alimentação e cruzar o mapa da fome com o mapa do desperdício.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Bolsonaro publica MP para pagar R$ 400 a famílias do Auxílio Brasil

Publicados

em


source
null
Alan Santos/ PR

undefined


Após o Congresso firmar um acordo para fatiar a Proposta de Emenda à Constituição 23/2021 (PEC dos Precatórios) , o presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou a medida provisória (MP) que institui o Benefício Extraordinário. O recurso visa atender às famílias que são beneficiárias do Auxílio Brasil , programa sucessor do Bolsa Família.

O benefício terá valor necessário para alcançar a marca de R$ 400 e será pago junto à parcela de dezembro do Auxílio Brasil . Em novembro, o novo Bolsa Família teve valor médio de R$ 217,18.

Descrito como “extraordinário”, o pagamento se refere apenas a este mês de dezembro, mas com possibilidade de prorrogação de janeiro a dezembro do próximo ano, “consideradas as famílias beneficiárias no mês de referência do pagamento do referido benefício e observada a disponibilidade orçamentária e financeira”.

Leia Também

Para que o governo pague os R$ 400 planejados em 2022, ele depende da conclusão da votação da PEC. A pauta, que é alvo de discussão no Congresso, prevê o adiamento do pagamento de dívidas da União, os precatórios. 

O governo diz que isso é necessário para abrir espaço no orçamento para o repasse de um auxílio maior aos mais pobres. É por conta dessa dependência que a MP já prevê a possibilidade de prorrogação nos próximos meses.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA