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Dinheiro na mão é vendaval

Arrecadação federal bate recorde de R$ 146,5 bi em agosto e mantém crescimento

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Receita Federal divulgou informações nesta quinta-feira
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Receita Federal divulgou informações nesta quinta-feira

A arrecadação federal foi de R$ 146,463 bilhões no mês de agosto. De acordo com dados da Receita Federal, divulgados nesta quinta-feira, o montante da arrecadação de impostos e contribuições federais no mês representa um avanço de 7,25 % em relação ao mesmo mês do ano anterior, já descontada a inflação.

De janeiro a agosto, o total de impostos e contribuições recolhidos ao Fisco foi de R$ 1,199 trilhão, montante 23,53% acima do registrado no mesmo período de 2020. De acordo com o Fisco, é a maior arrecadação para o mês e período na série histórica desde 2000.

Neste ano, apenas o mês de janeiro registrou decréscimo na comparação com o ano passado. Nos demais meses, o Fisco registrou avanços e a arrecadação foi recorde para o mês em fevereiro, março, abril e maio.

O governo usa os aumentos sucessivos do nível de arrecadação como argumento do governo para promover a reforma tributária. A lógica é que os aumentos de arrecadação se transformarão em redução de impostos, e que esse patamar já alcançado não irá recuar. A proposta de alteração das regras do Imposto de Renda (IR), essencial para bancar o Auxílio Brasil no ano que vem, foi feita partindo dessa premissa.

De acordo com a Receita, mais uma vez a explicação para o resultado positivo passa pelos fatores não recorrentes. Os recolhimentos extraordinários do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) somaram R$ 29 bilhões entre janeiro e agosto deste ano, contra R$ 2,8 bilhões no mesmo período do ano anterior. O Fisco também destaca o crescimento das compensações, que cresceram 30% no período.

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IBGE cancela concurso com 204 mil vagas para 2022 e reembolsará candidatos

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Concurso para agentes e recenseadores foi cancelado devido à não renovação de contrato com empresa
Reprodução: iG Minas Gerais

Concurso para agentes e recenseadores foi cancelado devido à não renovação de contrato com empresa

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta segunda-feira (18) que cancelou o concurso público para agentes censitário e recenseadores para o Censo de 2022. Segundo o instituto, a decisão foi motivada pela não renovação de contrato com a Cebraspe, empresa responsável pelo certame.

Ao todo, o IBGE abriu 204 mil vagas para realização da pesquisa demográfica no ano que vem. 108 mil oportunidades eram para recenseadores, enquanto 5,4 mil seriam destinados para agente censitário municipal e 16 mil para agente censitário supervisor. Os salários variam entre R$ 1,7 mil e R$ 2,1 mil.

O contrato com a Cebraspe se encerrada nesta segunda-feira e o IBGE optou por não renovar o acordo. Outra empresa para assumir a realização do concurso já está em discussão no instituto.

O IBGE ainda informou que devolverá o valor das inscrições para candidatos que já realizaram o cadastro para a prova. No entanto, os trâmites para reaver os valores só serão divulgados nos próximos dias.

Essa é a segunda vez em que o concurso é adiado. No começo do ano, o certame foi suspenso devido ao avanço da pandemia de Covid-19.

Com as proximidades do início de reuniões para definir os trâmites do Censo de 2022, o IBGE tenta agilizar o encontro de uma empresa para realização do concurso. Uma nova data para realização da prova deve ser divulgada até o começo do próximo mês.

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