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Dinheiro na mão é vendaval

Após gastar R$ 2,4 milhões nas férias, Bolsonaro promete: “vai ter mais”

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Bolsonaro promete gastar ainda mais em suas férias
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Bolsonaro promete gastar ainda mais em suas férias

Jair Bolsonarodepois de gastar 2,4 milhões de reais em suas férias no interior de São Paulo e em Florianópolis, provocando aglomerações nas praias em plena epidemia, prometeu gastar ainda mais.

Os valores foram divulgados pela própria Presidência, em resposta ao pedido do deputado Elias Vaz (PSB – GO). O deputado protocolou 3 solicitações de acesso à informação até receber retorno da Secretaria-Geral da Presidência da República (SGP).


Ele disse ontem (12) no cercadinho do Palácio da Alvorada :

“A despesa é grande, mas eu vou assim mesmo. ‘Ah, gastou 2 milhões nas férias’. Vai ter mais férias. Vai ser gasto, fique tranquilo.”

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Dinheiro na mão é vendaval

Após ingerir soda cáustica em refrigerante, casal pede indenização na justiça

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Somados os valores, casal vai receber R$ 16 mil
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Somados os valores, casal vai receber R$ 16 mil

Um casal tomou um susto ao tomar um simples refrigerante. Depois de ingerir a bebida, sentiram o líquido queimar suas gargantas e, ao darem uma olhada melhor na garrafa, notaram uma coloração amarela e um forte cheiro de soda cáustica. O diagnóstico médico confirmou a suspeita: intoxicação cáustica. Os clientes entraram na justiça, e a empresa foi condenada a pagar indenização de R$ 16 mil por danos morais.

Em primeira instância, o juiz entendeu que apenas a mulher deveria receber a indenização da empresa, já que havia ingerido o produto em maior quantidade, determinando pagamento de R$ 6 mil. Após recurso no Tribunal de Justiça de Minas Gerais , a desembargadora-relatora Juliana Campos Horta entendeu que a situação causou “profundo desconforto que supera o mero dissabor, especialmente se considerada a possibilidade de contaminação e consequente dano à saúde”. Por isso, incluiu o homem como vítima e estabeleceu o pagamento de R$ 8 mil para cada um dos autores.

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A desembargadora ainda ressaltou o dever legal do fornecedor em garantir a saúde e a segurança do consumidor:

“É inegável que o produto apresenta defeito, pois, além de não corresponder à expectativa do consumidor, sua utilização ou fruição é capaz de criar riscos à sua incolumidade ou de terceiros”, pontuou.

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