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Dinheiro na mão é vendaval

Após encontrar R$ 4 mil de ex-aluna, professora devolve dinheiro; entenda

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Professora devolve R$ 4 mil de ex-aluna em Rio Verde (MS)
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Professora devolve R$ 4 mil de ex-aluna em Rio Verde (MS)

Uma professora achou R$ 4 mil de uma ex-aluna , que confundiu envelopes após sacar o dinheiro em uma agência bancária de Rio Verde (MS) . Shirley da Rocha Silva foi retirar o dinheiro para o irmão. No entanto, Rosilene Salazar Fassina, que foi professora de Shirley, encontrou o montante e entregou a um segurança do banco.

Ao G1 , Shirley contou que estava separando os papéis para colocar o dinheiro do irmão, quando se confundiiu e colocou o papel com dinheiro no lugar do vazio que havia sobrado. “Aí eu fui embora, trabalhei e nem me toquei que tinha deixado o dinheiro para trás.”

Ela ligou para a agência e pediu para ver as câmeras, na esperança de saber quem poderia ter pegado o envelope com o montante. Mas a professora achou o dinheiro pouco tempo depois que Shirley saiu da agência e repassou ao segurança que, por fim, fez chegar o dinheiro perdido à dona. Após recuperar o valor, a mulher foi à casa da professora agradecê-la.

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CNI critica reajuste da Selic

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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro
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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  elevou nesta quarta-feira (8) a taxa básica de juros da economia (Selic) para 9,25%.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou equivocada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, por um novo aumento da taxa básica de juros a economia em 1,5 ponto percentual. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os últimos dois trimestres de retração do Produto Interno Bruto (PIB) deixaram evidente o quadro adverso da atividade econômica. Além disso, efeitos defasados do aumento da Selic devem contribuir, nos próximos meses, para desestimular ainda mais o consumo e, por consequência, desacelerar a inflação. “Dessa forma, um aumento menos intenso da Selic, em conjunto com as elevações anteriores, já seria mais que suficiente para levar a inflação até a meta, sem que o Banco Central aumentasse a probabilidade de recessão”, avaliou Andrade.

Em nota, a CNI argumenta sobre a razão deste cenário. “As restrições nas condições de crédito para consumidores e empresas poderiam ter seu ritmo reduzido. A decisão do Banco Central por um sétimo aumento expressivo da Selic vai de encontro a essa necessidade, aumentando o custo do financiamento e desestimulando a demanda, justamente em um momento em que muitas empresas ainda estão se recuperando”.

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De acordo com a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o aumento da taxa Selic em 1,5% já era esperado, tendo em vista a elevação no nível dos preços de forma disseminada e, sobretudo, a deterioração do quadro fiscal. Por outro lado, os dados mais recentes revelam queda da atividade econômica. Além disso, as perspectivas para 2022 já são de crescimento fraco.

Em nota, a Firjan avalia “que o cenário econômico que se projeta, de maior expansão do gasto público, requer a aprovação de reformas estruturais que sejam capazes de trazer sustentabilidade para as contas públicas. Apenas com responsabilidade fiscal será possível gerar crescimento econômico de maneira sólida, resgatando a confiança dos empresários e atraindo novos investimentos. Sem isso, voltaremos a conviver com um cenário de inflação e juros altos, com baixo crescimento econômico”.

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