(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Após decisão judicial, Facebook atinge US$ 1 trilhão, marca inédita em Nasdaq

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Marca atingida pela rede social é inédita nos Estados Unidos
Screenshot/Facebook

Marca atingida pela rede social é inédita nos Estados Unidos

Um juiz federal dos Estados Unidos indeferiu um processo antitruste da Comissão Federal de Comércio norte-americana (FTC, na sigla em inglês) contra o Facebook nesta segunda-feira (28), tratando de um grande revés para o impulso do governo para quebrar a gigante de mídia social.

“A queixa apresentada pela Comissão em dezembro não forneceu fatos suficientes para sustentar as alegações de que o Facebook detinha o monopólio das redes sociais”, escreveu o juiz James E. Boasberg, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito de Colúmbia, em parecer de 53 páginas.

Boasberg disse que o caso não foi encerrado, mas que uma nova reclamação deveria ser apresentada até 29 de julho.

Você viu?

Recorde

Com isso, as ações do Facebook dispararam 4,2% na Nasdaq, a Bolsa de tecnologia de Nova York, permitindo ao Facebook ultrapassar pela primeira vez a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado. Com isso, o Facebook se tornou a big tech que atingiu essa marca mais rápidamente.

As ações avançaram 30% só neste ano, em meio ao aumento da confiança do público nos aplicativos do Facebook para manter contato com amigos e empresas durante a pandemia Covid-19.

O movimento levou a empresa a um crescimento constante de usuários e forte demanda por anúncios digitais, mesmo depois de ter passado por muitas críticas e boicotes por falhas em mecanismos para coibir discursos de ódio na plataforma.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

CNI critica reajuste da Selic

Publicados

em


source
Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro
Reprodução Twitter CNI

Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  elevou nesta quarta-feira (8) a taxa básica de juros da economia (Selic) para 9,25%.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou equivocada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, por um novo aumento da taxa básica de juros a economia em 1,5 ponto percentual. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os últimos dois trimestres de retração do Produto Interno Bruto (PIB) deixaram evidente o quadro adverso da atividade econômica. Além disso, efeitos defasados do aumento da Selic devem contribuir, nos próximos meses, para desestimular ainda mais o consumo e, por consequência, desacelerar a inflação. “Dessa forma, um aumento menos intenso da Selic, em conjunto com as elevações anteriores, já seria mais que suficiente para levar a inflação até a meta, sem que o Banco Central aumentasse a probabilidade de recessão”, avaliou Andrade.

Em nota, a CNI argumenta sobre a razão deste cenário. “As restrições nas condições de crédito para consumidores e empresas poderiam ter seu ritmo reduzido. A decisão do Banco Central por um sétimo aumento expressivo da Selic vai de encontro a essa necessidade, aumentando o custo do financiamento e desestimulando a demanda, justamente em um momento em que muitas empresas ainda estão se recuperando”.

Leia Também:  Saiba quais são os hábitos que te fazem perder dinheiro toda hora

Leia Também

De acordo com a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o aumento da taxa Selic em 1,5% já era esperado, tendo em vista a elevação no nível dos preços de forma disseminada e, sobretudo, a deterioração do quadro fiscal. Por outro lado, os dados mais recentes revelam queda da atividade econômica. Além disso, as perspectivas para 2022 já são de crescimento fraco.

Em nota, a Firjan avalia “que o cenário econômico que se projeta, de maior expansão do gasto público, requer a aprovação de reformas estruturais que sejam capazes de trazer sustentabilidade para as contas públicas. Apenas com responsabilidade fiscal será possível gerar crescimento econômico de maneira sólida, resgatando a confiança dos empresários e atraindo novos investimentos. Sem isso, voltaremos a conviver com um cenário de inflação e juros altos, com baixo crescimento econômico”.

Leia Também:  BC condena Caixa por cobranças indevidas e pede R$ 200 em indenização

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA