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Dinheiro na mão é vendaval

American Airlines investe US$ 200 milhões na Gol

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American Airlines investe US$ 200 milhões na Gol
Gabriel Araújo

American Airlines investe US$ 200 milhões na Gol

A companhia aérea Gol anunciou ao mercado nesta quinta-feira que vai receber um aporte de US$ 200 milhões (R$ 1,05 bilhão no câmbio atual) da American Airlines em troca de ações preferenciais emitidas pela empresa brasileira em um aumento de capital.

As duas empresas também vão ampliar o codeshare (compartilhamento de voos) existente entre ambas desde fevereiro de 2020, que inclui parceria entre os programas de fidelidade Smiles e AAdvantage. O acordo exclusivo vai durar pelos próximos três anos.

Com o investimento, a linha aérea americana receberá 22,5 milhões de ações preferenciais (sem direito a voto, mas com prioridade no recebimento de dividendos) a serem emitidas pela Gol, o que elevaria sua participação na companhia brasileira a 5,2%.

O valor a ser pago pela American será de US$ 9 por ação, o equivalente a R$ 47,03. O montante é 143% maior que a cotação dos papéis da Gol no pregão de quarta-feira, quando os papéis fecharam o dia vendidos a R$ 19,28. Também é maior que os R$ 35,68 de preço médio da ação da empresa brasileira durante o segundo semestre de 2019, o último antes da pandemia que afetou o setor aéreo em todo o mundo.

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O aumento de capital ainda deve ser aprovado pelo conselho de administração da empresa. Os demais detentores de ações preferenciais da Gol poderão, segundo a companhia, exercer a preferência e comprar (subscrever) uma parte das ações a serem emitidas proporcionalmente às suas participações existentes na companhia, o que evitaria uma diluição.

Entre os acionistas minoritários com papéis preferenciais da Gol, está a Delta. A companhia brasileira é controlada pela família Constantino por meio do fundo Vollutto, dono de todas as ações ordinárias (com direito a voto) da Gol, e do fundo de investimento em ações Mobi, detentor de 41,72% das ações preferenciais da empresa.

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20 governadores assinam carta cobrando ‘verdade’ do governo sobre combustíveis

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Combustíveis
Fernanda Capelli

Combustíveis

Vinte governadores divulgaram uma carta nesta segunda-feira (20) negando ter aumentando o ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias) de combustíveis. A carta cobra “verdade” do governo federal para solucionar o problema. 

“Os governadores dos entes federados brasileiros signatários vêm a público esclarecer que, nos últimos 12 meses, o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, embora nenhum estado tenha aumentado o ICMS incidente sobre os combustíveis ao longo desse período”, afirmam no documento divulgado pela Folha de São Paulo.

“Essa é a maior prova de que se trata de um problema nacional, e, não somente, de uma unidade federativa. Falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema”, seguem.

Governadores de todo o espectro político assinam o documento, como: Flávio Dino (PSB-MA), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Rui Costa (PT-BA), Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-MG), Eduardo Leite (PSDB-RS) e Ibaneis Rocha (MDB-DF).

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O presidente Jair Bolsonaro justifica o aumento dos combustíveis como sendo consequência de abusos tributários dos governos estaduais, sendo que a alíquota do ICMS se mantém a mesma enquanto o dólar sobre e o preço do petróleo cru também.

O governo chegou a enviar um projeto de lei ao Congresso para tentar mudar as regras do ICMS, mas o texto não foi adiante. Bolsonaro prometeu ir ao STF (Supremo Tribunal Federal) para conseguir aval para o PL.

Veja quem assina o documento:




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