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Aeroporto de Congonhas planeja volta de voos internacionais em 2022

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Aeroporto de Congonhas
Rovena Rosa/Agência Brasil

Aeroporto de Congonhas


O aeroporto de Congonhas, na zona sul da cidade de São Paulo, passará a realizar voos internacionais a partir de 2022. Apesar de só fazer viagens domésticas, o aeródromo é o segundo mais movimentado do país, e só perde para o internacional de Guarulhos, também em São Paulo. 

Inaugurado em 1957, Congonhas realizou viagens para o exterior até 1985, quando o aertoporto de Guarulho estreoou, próprio para viagens internacionais.

Congonhas deve ser leiloado no ano que vem, assim como Santos Dumont, no Rio de Janeiro, que também deve ser aberto para viagens internacionais. Para a internacionalização, serão instalados postos da Polícia Federal, da Receita Federal, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Vigilância Agropecuária.

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O aeroporto não deve comportar viagens para lugares distantes como América do Norte, Europa e Ásia. Segundo o Secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, os principais destinos serão na América do Sul.

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A principal vantagem será a proximidade com o centro de São Paulo, já que o aeroporto de Guarulhos, o maior do país, fica a 25km da capital do estado, cerca de 1h de carro. 

A operação será apenas para aviação executiva no início de 2022, com a concessão à iniciativa privada em meados de 2023, abrindo a possibilidade de abertura para a aviação comercial. 

 “A Infraero já está trabalhando nesses voos internacionais, em um primeiro momento, da aviação executiva e em um segundo momento, é muito provável e muito crível que os concessionários invistam nesses aeroportos para que os tornem internacionais”, diz Glanzmann.

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Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

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“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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