(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Aéreas reclamam de falta de concorrência nos combustíveis em Guarulhos

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Terminal 1 de Guarulhos
Guilherme Dotto

Terminal 1 de Guarulhos

Três associações que representam mais de 80% do setor aéreo no mundo enviaram ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nesta quinta-feira uma petição em que aifirmam estar preocupadas com a restrição à competição no segmento de combustível de aviação no Aeroporto Internacional de Guarulhos, o principal do Brasil.

O documento foi enviado no âmbito de um processo movido no órgão antitruste pela Gran Petro, empresa que busca se estabelecer como fornecedora de combustível de aviação em Guarulhos desde 2014. A companhia afirma que o pool formado por Raízen, Vibra (antiga BR Distribuidora) e Air BP barram a sua entrada no local de maneira artificial.

O caso aguarda julgamento do plenário do Cade e é considerado emblemático por especialistas. A Superintendência-Geral do órgão já havia se manifestado, em 2020, a favor de condenar as três empresas que formam o pool por prática anticompetitiva. A petição das associações foi endereçada ao relator do processo, o conselheiro Luiz Augusto Hoffmann e coloca pressão sobre o órgão.

Embora as empresas aéreas não sejam parte no processo, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), a Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (Alta) e a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) se manifestaram no caso pedindo para que o Cade tome medidas para garantir a competição. As três entidades, juntas, representam 290 linhas aéreas.

As associações citam um parecer do Ministério Público Federal no âmbito do caso, emitido em outubro de 2021, que reconhece barreiras à competição no aeroporto de Guarulhos.

Leia Também:  GOL (GOLL4) troca o comando: Celso Ferrer é o novo CEO

O combustível é o custo mais relevante para as companhias aéreas: pode ultrapassar os 40% do custo do segmento. O querosene de aviação tem seu preço atrelado ao dólar. No Brasil, onde as empresas já sofreram com a retração da demanda durante as diversas ondas da pandemia no país, o quadro se agrava.

No documento, as associações ressaltam que, em 2021, o querosene de aviação aumentou 71%, sendo que apenas em outubro, houve aumento de 20%. No Brasil, as companhias consomem por ano cerca de 7 bilhões de litros de querosene de aviação.

Leia Também

“Na visão das empresas de transporte aéreo representadas pelas associações, não é recomendável a existência de obstáculos, ainda que artificiais, à entrada de novos atores no aeroporto. A existência de tais barreiras pode afetar negativamente a concorrência, bem como impactar diretamente nos custos e preços praticados no mercado dos combustíveis de aviação, o que afeta toda a cadeia de consumo e o setor aéreo como um todo”, afirma o documento.

Segundo as associações que representam as linhas aéreas, a decisão do Cade no caso terá impacto, inclusive, na adoção no Brasil de combustíveis como o querosene de aviação JET-A, regulamentado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) no ano passado, e de alternativas como o bioquerosene pelo setor aéreo.

O JET-A é comercializado no mercado internacional, mas só teve regulamentação no Brasil em outubro de 2021. Com isso, passou a poder ser importado e produzido no Brasil. A medida é comemorada pelas grandes empresas aéreas porque o processo de produção e armazenagem do JET-A é mais simples (e mais barato) que o do JET-A1, usado atualmente no Brasil.

“Essa implementação foi muito aguardada pelo setor, pois possibilitará a importação de JET-A de maneira mais eficiente. oriunda da Costa do Golfo dos EUA, com custos gerais mais atrativos, que irão concorrer com os preços de JET-A produzido internamente no país. Tal medida além de proporcionar um potencial impacto na redução dos custos para as empresas aéreas, ainda proporcionará o aumento da concorrência no mercado de combustíveis de aviação, de modo que as empresas poderão importar mais facilmente esse tipo de combustível e não precisarão depender apenas da oferta interna”, diz o documento. 

Para as associações, no entanto, “o beneficio total só poderá ser alcançado quando as regras de acesso às infraestruturas necessárias para distribuição dos combustíveis forem mais claras e transparentes, desde o seu armazenamento portuário, o compartilhamento de dutos e querodutos, bem como a infraestrutura existente dentro dos aeroportos.”

As entidades manifestam preocupação ao Cade e afirmam que “impactos futuros nos custos de distribuição desses combustíveis” podem torná-los “mais caros e prejudicar o setor aéreo como um todo”.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

INSS: 2ª parcela do 13º já está liberada para consulta; veja como

Publicados

em

source
Segurados do INSS já podem consultar o valor da segunda parcela do 13º salário e do benefício de maio na internet
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Segurados do INSS já podem consultar o valor da segunda parcela do 13º salário e do benefício de maio na internet

Os mais de 31 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já podem consultar o valor da segunda parcela do 13º salário e do benefício do mês de maio na internet. Os pagamentos começam no dia 25, próxima quarta-feira, para quem recebe até um salário mínimo, e 1º de junho para quem recebe mais de um salário mínimo. Os pagamentos serão finalizados no dia 7 de junho. O calendário leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço. Recebem primeiro os aposentados e pensionistas com benefício com dígito 1. Importante destacar que essa parcela do abono vem com descontos, como o Imposto de Renda, se for o caso.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG 

Por exemplo, aposentados com 64 anos de idade ou menos são passíveis de Imposto de Renda os valores do abono de quem ganha mais que R$ 1.903,98 mensais. Já os aposentados com 65 anos ou mais terão desconto de Imposto de Renda no 13º salário os segurados com ganhos superiores a R$ 3.807,93 por mês.

E como consultar os valores? Para quem não tem acesso à internet basta ligar para a central de atendimento por telefone do órgão, no número 135. Ao ligar, informe o número do CPF e confirme algumas informações cadastrais, de forma a evitar fraudes. O atendimento está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Leia Também:  Brasil reduzirá IOF de transações com moeda estrangeira ainda este ano

Já os segurados que têm acesso à web podem acessar o site Meu INSS ( https://meu.inss.gov.br/ ). Após fazer o login, na tela inicial, clique no serviço de “Extrato de Pagamento”. É possível ter acesso ao extrato e todos os detalhes sobre o pagamento do benefício.

A consulta do benefício também pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS, disponível para Android e iOS. Assim como no acesso pelo site, de início, é necessário fazer login e senha, e então, todos os serviços disponíveis e histórico das informações do beneficiário serão listados.

Recebem o abono os beneficiários de aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão, pensão por morte e outros auxílios administrados pelo instituto. A exceção fica para quem recebe Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), que é pago a idosos acima de 65 anos de baixa renda e pessoas com deficiência carentes e equivale a um salário mínimo (R$ 1.212), e Renda Mensal Vitalícia.

Normalmente, o pagamento do abono é feito nos meses de agosto/setembro e novembro/dezembro. Mas, nos dois últimos anos, o pagamento foi antecipado para o primeiro semestre.

Bloqueios

Aposentados e pensionistas que recebem pela modalidade de cartão magnético que não sacam o benefício por dois meses seguidos (60 dias) ficam sem pagamento. O dinheiro, nestes casos, volta aos cofres da Previdência. Conforme o instituto, o bloqueio e a devolução do dinheiro estão previstos no Protocolo de Pagamento de Benefícios, parte integrante do contrato estabelecido entre INSS e a rede bancária.

Para o segurado que teve o benefício cancelado, basta se dirigir ao banco em que recebe o pagamento. Mas para quem deixa passar mais de 60 dias, o desbloqueio precisa ser feito nas agências da Previdência Social. É preciso levar à instituição financeira um documento com foto, como identidade, carteira de trabalho ou carteira de motorista, por exemplo.

“Com o aposentado comprovando o direito de receber, o valor é estornado, corrigido e pago pelo INSS”, explica Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP).

Confira o calendário Para quem ganha até 1 salário mínimo

Final de benefício Data de pagamento

  • 1…………………………. 25 de maio
  • 2 ………………………… 26 de maio
  • 3 ………………………… 27 de maio
  • 4 ………………………… 30 de maio
  • 5…………………………. 31 de maio
  • 6 ………………………… 01 de junho
  • 7 ………………………… 02 de junho
  • 8 ………………………… 03 de junho
  • 9 ………………………… 06 de junho
  • 0 ………………………… 07 de junho

Para os que recebem acima do salário mínimo

Final de benefício Data de pagamento

  • 1 e 6 …………………….. 01 de junho
  • 2 e 7 …………………….. 02 de junho
  • 3 e 8 …………………….. 03 de junho
  • 4 e 9 …………………….. 06 de junho
  • 5 e 0 …………………….. 07 de junho

Como pegar o extrato

Pelo aplicativo

  • Abra o app Meu INSS e clique em “Entrar com gov.br”
  • Informe o CPF e em seguida em “Continuar” e, logo após, digite a senha e “Entrar”
  • Na tela acesse “Extrato de pagamento” e clique na seta ao lado do pagamento de maio que o extrato será aberto
  • Para gerar o PDF clique em “Baixar PDF”

Pelo site

  • Acesse www.meu.inss.gov.br e, na página, vá em “Entrar com gov.br”
  • Em seguida, informe o CPF e clique em “Continuar”
  • Na página seguinte, digite a senha e após em “Entrar”
  • Clique em “Extrato de Pagamento”. Nesse item vão aparecer dois valores: pago na competência de abril, que estará como “Pago”, e o de maio. Basta clicar na seta ao lado do pagamento que o extrato será aberto.
  • Para gerar o PDF clique em “Baixar PDF”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA