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Dinheiro na mão é vendaval

5 erros comuns na hora de fazer empréstimo

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Dinheiro na mão é vendaval

A nossa primeira reação em uma emergência financeira é procurar por um empréstimo rápido . É nesse momento de desespero que muitas pessoas podem cometer erros comuns, que as farão se arrepender por pegar dinheiro emprestado.

Erros ao contrair empréstimo
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Erros ao contrair empréstimo

Sem o cuidado para solicitar um empréstimo , algumas pessoas acabam ainda mais endividadas, escolhem os empréstimos mais caros para seu bolso, e até mesmo caem em golpes de criminosos. Ou seja, ao invés de resolver o problema, a pessoa cria outros e perde muito dinheiro.

Ficar atento aos 5 erros mais comuns na hora de procurar um empréstimo pode evitar uma grande dor de cabeça e fazer com que você economize dinheiro na escolha. Acompanhe!

1. Não comparar o empréstimo

A taxa de juros dos empréstimos variam de acordo com o banco ou financeira escolhida pelo consumidor. Para você ter uma noção essa taxa pode variar de 1,5% até 12% ao mês. O custo do empréstimo é afetado diretamente pela sua taxa de juros, o que vai influenciar no seu orçamento e pesar bolso. A Taxa Selic, também é a grande vilã (ou não) para conseguir dinheiro emprestado.

Por isso, não deixe de comparar os empréstimos de diferentes instituições financeiras antes de assinar um contrato. Existem alguns  sites confiáveis na internet que oferecem a ferramenta gratuita para a comparação de taxa de juros e prazos para pagamento do empréstimo, como a Financer.com.

2. Pedir um valor maior do que é necessário

O empréstimo é uma obrigação de longo prazo com a instituição financeira. Por isso, é importante que o consumidor analise a sua situação com cautela para ter certeza da necessidade de fazer um empréstimo e da quantia a ser solicitada.

Há situações em que fazer o empréstimo é a única solução para resolvermos um problema. Mas, em outros casos o crédito pessoal não deve ser priorizado antes de avaliar outras alternativas e o valor do dinheiro realmente necessário.

Pode ser tentador solicitar um valor maior de empréstimo, mas lembre-se que quanto maior a quantia, maior será o pagamento, o prazo e a taxa de retorno que você deve ao banco.

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Desta forma, diminuir as despesas mensais, fazer dinheiro extra, pedir um aumento, podem ser soluções mais vantajosas e, no caso da necessidade real do dinheiro emprestado, evitar cometer o erro de pedir mais dinheiro do que é necessário.

3. Não analisar as condições contratuais do empréstimo

Na maioria das instituições financeiras o consumidor pode fazer uma simulação de empréstimo em seu próprio site. A simulação de empréstimo demonstra quanto a concessão do crédito custará para o cliente. O que poucos se atentam é que essa simulação é feita com base nas menores taxas de juros, e pode ser diferente na hora de assinar o contrato.

A análise de crédito é feita antes da concessão de crédito para um indivíduo. Nessa análise de crédito a instituição financeira vai calcular o risco de inadimplência de cada pessoa. Dependendo do tamanho do risco, as taxas de juros estabelecidas serão maiores. Infelizmente, isso faz com que muitas pessoas sejam pegas desprevenidas.

Tenha em mente qual o tipo de condição de empréstimo mais vantajoso para você. Talvez um prazo de pagamento de 3 anos possa parecer mais interessante do que de um ano em primeiro momento, mas ao fim você pagará mais pelo contrato. Analise o impacto do prazo de pagamento em seu bolso em médio e longo prazo e sempre leia o contrato antes de fechar qualquer acordo.

4. Não fazer um planejamento financeiro

Infelizmente, poucas pessoas levam em consideração a capacidade financeira para honrar as parcelas do empréstimo, o que pode piorar a situação financeira de quem pediu o dinheiro emprestado. Então, planeje-se antes de qualquer decisão.

Seja verdadeiro com seu orçamento e planeje-se de acordo com a sua situação atual, considerando inclusive possíveis contratempos. Se possível, construa uma planilha de gastos e metas para o futuro.

Sendo assim, não espere até as faturas chegarem para pensar sobre a sua capacidade de pagamento. Faça um orçamento financeiro realista de sua situação, e analise se a despesa de um empréstimo cabe em seu orçamento mensal. É importante lembrar que, dependendo do período de pagamento, a dívida pode se estender por 36 meses ou mais.

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5. Pagar valor adiantado para liberar empréstimo

Aqui vai uma dica valiosa! Pedir valor adiantado para liberação de empréstimo é golpe, crime! Isso é proibido por lei.

Os criminosos utilizam da internet para enganar pessoas que estão procurando por empréstimo online, fazendo contato pelo WhatsApp e outros aplicativos de mensagem. Esses criminosos se passam por instituições financeiras para levar o indivíduo ao erro e, portanto, é recomendado que apenas solicite o empréstimo na plataforma oficial da instituição e, em hipótese alguma, deposite dinheiro antecipado.

Nenhuma instituição financeira solicita um depósito antecipado para a concessão de um empréstimo. Se você recebeu uma proposta de crédito em que você deve fazer um depósito antecipado, pode ter certeza que trata-se de um golpe. Então fuja disso e denuncie sempre que possível.

6. Não pesquisar diferentes tipos de crédito

Existem diversos tipos de modalidade de empréstimo disponível no mercado com diferentes requisitos e objetivos. Para saber saber o que precisa para fazer um empréstimo com segurança, primeiro você deve entender a sua necessidade.

Um erro comum entre os brasileiros é não pesquisar a variedade de modalidades de empréstimo, seus requisitos e suas características particulares. O empréstimo pessoal , por exemplo, é mais fácil e rápido de ser solicitado do que o empréstimo para refinanciamento de imóvel. O valor do crédito pessoal liberado pode ser utilizado para o que o solicitante desejar, enquanto o crédito de refinanciamento de imóvel necessita de documentações comprovando o valor e a compra de determinado imóvel.

Deixando claro que, a modalidade de empréstimo escolhido não apenas influencia na burocracia e chances de aprovação do empréstimo, mas também na taxa de juros.

Seguindo essas dicas de como evitar os 5 erros mais comuns na hora de fazer empréstimo , você pode solicitar o dinheiro que precisa com segurança e garantir uma maior liberdade financeira.

Fonte: IG ECONOMIA

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Projeto de qualificação profissional reúne BNDES e empresas; conheça

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BNDES e empresas lançam projeto de qualificação profissional
Ivonete Dainese

BNDES e empresas lançam projeto de qualificação profissional

Ao menos nove empresas dos mais variados setores se juntam ao  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para investir em um projeto de qualificação de pessoas em condição de vulnerabilidade social ou baixa renda para garantir um lugar no mercado de trabalho. Até o momento já foram captados R$ 58 milhões. Destes, R$ 30 milhões são recursos do BNDES Fundo Socioambiental e outros R$ 28 milhões foram captados pelas companhias parceiras.

Entre as já associadas estão Abiogás (Associação Brasileira do Biogás), Ânima, Cedae, Energisa, Fundação André e Lucia Maggi (FALM), Ifood, Norte Energia, Totvs e a Tim.

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O projeto inclui aulas que busquem qualificar os participantes nas temáticas de indústria 4.0, tecnologia da informação e qualificação verde. A iniciativa também conta com treinamento em habilidades socioemocionais.

Como destaca o diretor de Crédito Produtivo e Socioambiental, Bruno Aranha, o banco fará um acompanhamento dos participantes pós-qualificação por doze meses para verificar se a iniciativa teve sucesso.

Também haverá oportunidade de concessão de bolsas para que os participantes possam se manter no período de qualificação, já que muitos não podem abandonar o trabalho, mesmo que informal, para acompanhar os cursos.

O conjunto de projetos de qualificação profissional deverá abranger alunos em, no mínimo, cinco municípios ou em dois estados.

As aulas dos cursos de qualificação profissional poderão ser ministradas em todos os municípios dos 27 estados, podendo ser de maneira presencial ou remota. 

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A expectativa é que os cursos sejam de média ou longa duração, com no mínimo 200 horas de duração, de acordo com a especificidade de cada tema, para que assim possam ajudar a aumentar as chances de empregabilidade e de aumento na renda de cada aluno.

O objetivo das capacitações é fazer com que as pessoas consigam se realocar no mercado de trabalho ou não percam seus empregos por estarem defasadas em relação ao que as empresas precisam e demandam dos seus funcionários.

17 mil pessoas

A iniciativa chamada de “Novos Rumos” é uma espécie de uma espécie de matchfunding. A ideia é que o banco irá aportar R$ 1 a cada R$ 1 doado pelas instituições apoiadoras. A expectativa é que se alcance o montante total de, no mínimo, R$ 60 milhões, além de um contingente de cerca de 17 mil pessoas.

“Com esse formato, conseguimos ter um impacto maior, porque somamos esforços e geramos uma escala maior tanto do ponto de vista de alavancagem financeira quanto do ponto de vista de alavancagem operacional”, disse Aranha. 

O papel do banco, além de ser o âncora do projeto, é fazer a ponte entre os entes públicos e privados. O BNDES não vai impor o que deve ser capacitado, mas irá aferir os resultados das capacitações.

Edital para escolha do gestor

Para gerir os recursos, o BNDES lança nesta segunda-feira (8) um edital de seleção para gestor da iniciativa. A instituição escolhida ficará responsável por realizar a gestão dos recursos levantados, a estruturação e o acompanhamento dos projetos e medir a eficácia deles. Além disso, fará a captação de recursos junto as instituições apoiadoras.

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Mesmo com o edital lançado, novas empresas ainda podem se juntar à iniciativa. 

Segundo Aranha, o gestor deverá ser uma instituição sem fins lucrativos. O edital conta com requisitos técnicos para a escolha, que incluem o histórico da instituição, sua proposta e o custo que ela irá apresentar para fazer a gestão dos recursos.

“Esse gestor vai fazer a gestão dos recursos financeiros, vai ser responsável pela prestação de contas e selecionar aqueles executores na ponta, que vão ministrar as capacitações. Ele vai fazer isso através de chamadas públicas ou até instituições que já têm relacionamento com os nossos parceiros”, explicou Aranha.

Infraestrutura

Os cursos poderão ter matérias de nivelamento, como matemática e português. Sobre a infraestrutura, Aranha afirma que existe a possibilidade de parcerias com estados e municípios, mas também se espera que os parceiros ofereçam soluções.

“A pandemia acelerou a questão da responsabilidade nas empresas. E muitas vezes, elas querem fazer mas não sabem como ou não têm confiança nos canais. A gente cria para as empresas esse canal qualificado, pelo qual elas vão poder aportar os recursos, vai ter resultado na ponta, e elas receberão todo o histórico e toda prestação de contas de como a ação delas reverteu em impacto”, disse o diretor.


Fonte: IG ECONOMIA

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