(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

10 dicas para começar a investir no mercado de ações com sabedoria

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
10 dicas para começar a investir no mercado de ações com sabedoria
Fernanda Capelli

10 dicas para começar a investir no mercado de ações com sabedoria

Investir em ações pode ser uma questão difícil para os iniciantes. Isso porque os investimentos em renda variável normalmente estão associados ao medo da volatilidade e de perder o dinheiro. Dessa forma, o mito de que ações se baseiam em apostas assombra muitos investidores.

No entanto, com a alta da inflação e a recente crise causada pela pandemia, permanecer na renda fixa acabou se tornando inviável para aqueles que desejam ganhos consideráveis. Com isso, eles acabaram sendo pressionados a procurar outros caminhos mais rentáveis.

Portanto, para quem deseja ingressar no mercado de ações, o especialista Rafael Amaral, Head Renda Variável e Sócio Fundador Quattro Investimentos, separou 10 dicas para explicar um pouco mais sobre as características desse tipo de investimento.

1 – Volatilidade

Uma Bolsa de Valores, seja no Brasil ou em qualquer lugar do planeta, sempre vai ter como principal característica a volatilidade. Isso porque se trata de renda variável. Portanto, é necessário se acostumar com o fato de que nem sempre se ganha.

Leia Também

Na prática, se esse tipo de investimento fosse uma conta matemática, ele não seria simples como 2+2= 4, mas sim algo como -3 + 6 – 2 + 3 = 4%.

2 – Preço X Valor

Comprar ações na Bolsa não é igual a comprar algo no shopping ou escolher uma roupa com um bom custo benefício. Dessa forma, é importante saber que preços baratos não são necessariamente preços mais baixos.

Portanto, o investidor deve escolher os ativos de acordo com o histórico e o perfil da empresa, fazendo uma análise se o valor da ação condiz com suas pesquisas.

3 – Segurança

Procurar sempre proteger a carteira de ações é de suma importância. Isso porque no mercado de derivativos (opções) é comum operações de alto risco, chamadas operações “descobertas”. Dessa forma, operar esses ativos junto com a mesma posição de ações (coberto) trará proteção a sua carteira.

Confira a reportagem completa aqui

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

CNI critica reajuste da Selic

Publicados

em


source
Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro
Reprodução Twitter CNI

Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  elevou nesta quarta-feira (8) a taxa básica de juros da economia (Selic) para 9,25%.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou equivocada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, por um novo aumento da taxa básica de juros a economia em 1,5 ponto percentual. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os últimos dois trimestres de retração do Produto Interno Bruto (PIB) deixaram evidente o quadro adverso da atividade econômica. Além disso, efeitos defasados do aumento da Selic devem contribuir, nos próximos meses, para desestimular ainda mais o consumo e, por consequência, desacelerar a inflação. “Dessa forma, um aumento menos intenso da Selic, em conjunto com as elevações anteriores, já seria mais que suficiente para levar a inflação até a meta, sem que o Banco Central aumentasse a probabilidade de recessão”, avaliou Andrade.

Em nota, a CNI argumenta sobre a razão deste cenário. “As restrições nas condições de crédito para consumidores e empresas poderiam ter seu ritmo reduzido. A decisão do Banco Central por um sétimo aumento expressivo da Selic vai de encontro a essa necessidade, aumentando o custo do financiamento e desestimulando a demanda, justamente em um momento em que muitas empresas ainda estão se recuperando”.

Leia Também:  Nubank lança função Shopping, em parceria com varejistas; conheça

Leia Também

De acordo com a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o aumento da taxa Selic em 1,5% já era esperado, tendo em vista a elevação no nível dos preços de forma disseminada e, sobretudo, a deterioração do quadro fiscal. Por outro lado, os dados mais recentes revelam queda da atividade econômica. Além disso, as perspectivas para 2022 já são de crescimento fraco.

Em nota, a Firjan avalia “que o cenário econômico que se projeta, de maior expansão do gasto público, requer a aprovação de reformas estruturais que sejam capazes de trazer sustentabilidade para as contas públicas. Apenas com responsabilidade fiscal será possível gerar crescimento econômico de maneira sólida, resgatando a confiança dos empresários e atraindo novos investimentos. Sem isso, voltaremos a conviver com um cenário de inflação e juros altos, com baixo crescimento econômico”.

Leia Também:  El Salvador anuncia "Cidade Bitcoin" com energia vulcânica; entenda

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA