Dilma inaugura porto em Cuba, a terra de Fidel Castro, de olho em exportações para EUA. A ideia é instalar indústrias brasileiras na zona franca de Cuba. Dessa forma, o Brasil terá um posto avançado para exportar inicialmente para a América Central e depois eventualmente para os Estados Unidos, segundo Thomaz Zanotto, diretor da Fiesp. Quem informa é a agência inglesa BBC. O PIG, é claro, se ocupa das diárias que Dilma gastou em Lisboa, para entreter a galera antipetista.

A presidente do Brasil, Dilma Roussef (PT-RS), com o presidente de Cuba, Raul Castro, irmão do herói da revolução cubana Fidel Castro.

A presidente do Brasil, Dilma Roussef (PT-RS), com o presidente de Cuba, Raul Castro, irmão do advogado e ex-presidente Fidel Castro que, ao lado do médico Ernesto Che Guevara, liderou a histórica e emblemática revolução cubana, no início dos anos 60, mudando, para sempre a face da América do Norte.

Dilma inaugura porto em Cuba de olho em exportações para EUA

Luis Kawaguti

Enviado especial da BBC Brasil a Havana

Porto de Mariel, em CubaPorto de Mariel está sendo construído com financiamento de US$ 957 milhões do BNDES

Os 40 quilômetros da estrada Panamericana que ligam a capital Havana ao porto de Mariel parecem sinalizar o caminho das reformas em Cuba.

A via costeia o litoral norte da ilha. Logo após deixar Havana, a estrada passa à esquerda da Marina Hemingway, com suas casas luxuosas e modernas instalações náuticas – que abrigam pescadores profissionais de todo o mundo durante o campeonato de pesca ao marlim, ou aguja, como se fala na ilha.

 Mas o simbolismo é forte no regime de Raúl Castro. Do outro lado da estrada, como se estivesse fazendo um contraponto à marina “capitalista”, está a escola do Partido Comunista Cubano.

A estrada segue plana, com um pavimento bastante razoável. Velhos Dodges americanos e Ladas soviéticos trafegam ao lado de carros chineses e franceses, que ainda são minoria apesar da autorização recente do governo que permite a livre negociação de automóveis.

A Elam, a faculdade latino-americana de medicina, que acolhe centenas de alunos brasileiros anualmente, surge do lado direito da estrada. Seus muros marcam o que pode vir a ser a fronteira física do socialismo cubano e sua mais recente tentativa de modernização econômica.

A partir da Elam, começa a área de 400 quilômetros quadrados que abrigará no futuro a “zona de desenvolvimento especial” de Cuba, uma zona franca e industrial para a qual o governo pretende atrair, com condições favoráveis, indústrias estrangeiras.

Lá deve vigorar um sistema diferente do resto da ilha, onde empresas terão poucas restrições para contratar, contarão com isenção de impostos e não serão obrigadas a se associar com companhias estatais.

Mas por enquanto o que se vê na área é muito mato intercalado com algumas plantações, umas poucas casas e praias paradisíacas.

Na entrada do vilarejo de Mariel não há como não notar a fumaça de chaminés de um primeiro – e pequeno – núcleo de indústrias cubanas. A velha fábrica de cimento, que por décadas foi a maior indústria da região, se destaca com seus grandes edifícios, galpões e um termina marítimo.

Logo adiante, as quatro grandes gruas do novíssimo terminal de contêineres se destacam sobre o porto de Mariel.

É este caminho que a presidente brasileira percorreu nesta segunda-feira para inaugurar a primeira fase do terminal portuário, construído em sua maior parte pela brasileira Odebrecht por meio de um financiamento de US$ 957 milhões do BNDES.

Segundo Luis Fernando Ayerbe, coordenador do Instituto de Estudos Econômicos Internacionais da Unesp, desde o governo Lula, o Brasil tenta se tornar o segundo maior parceiro comercial de Havana depois da Venezuela.

De acordo com ele, o interesse maior do governo cubano no Brasil está em sua capacidade de realizar grandes investimentos na área industrial. “A capacidade da Venezuela é energética, ela não tem capacidade de fazer essas obras”, disse Ayerbe.

“Essa capacidade brasileira se materializa no porto de Mariel”.

presidente Dilma Rousseff | ReutersPresidente Dilma Rousseff está em Havana para participar da Celac

 

Interesse brasileiro

O porto de Mariel já foi uma antiga base de submarinos e também a porta de entrada de ogivas nucleares do que nos tempos da Guerra Fria ficou conhecido como a crise dos mísseis em 1962. Já nos anos de 1980, voltou a atrair a atração do mundo por ser a porta de saída de mais de 120 mil cubanos, os chamados “marielitos”, que emigraram em balsas para os EUA.

De grande profundidade, ele poderá receber navios gigantes, capacidade que poucos portos da região têm, inclusive na costa americana. Ele é modernizado no momento em que ocorrem também as obras de ampliação do canal do Panamá.

Após a reforma, o canal será a rota de passagem de navios “pós-panamax”, com três vezes mais capacidade de levar contêineres que as embarcações que trafegam pelo local atualmente.

“Boa parte do comércio da Ásia para a costa leste dos Estados Unidos passa pelo canal do Panamá. Essa área (do mar do Caribe) vai ficar muito dinâmica, por isso quase todos os países da região estão reformando seus portos”, diz Ayerbe.

Porém, diferente das nações vizinhas, Cuba não pode se aproveitar das oportunidades comerciais relacionadas ao comércio com a costa leste americana devido ao embargo promovido por Washington.

Por isso, o Brasil vê o investimento no porto como uma aposta futura no fim do embargo.

A ideia é instalar indústrias brasileiras na zona franca de Cuba para produzir aproveitando-se dos incentivos fiscais e flexibilidade para a contratação da mão de obra cubana altamente qualificada.

Dessa forma, o Brasil teria um posto avançado para exportar inicialmente para a América Central e depois eventualmente para os Estados Unidos, segundo Thomaz Zanotto, diretor do departamento de relações internacionais e comércio exterior da Federação das Indústrias do Estados de São Paulo (Fiesp).

A opção por investir em Cuba, em vez de em outro país caribenho, se dá exatamente pelo isolamento de Havana – onde o Brasil não sofre com a concorrência americana.

Por enquanto, as duas nações ainda discutem que tipo de empresas brasileiras se instalariam na zona franca cubana. As negociações apontam para indústrias de alta tecnologia, que tirariam proveito da qualificação dos trabalhadores cubanos. Umas das primeiras opções é a indústria farmacêutica.

Críticas

As principais críticas ao investimento no porto de Mariel partem de partidos opositores – como o PSDB, que se baseia no fato de que o governo brasileiro investe mais em Mariel do que nos portos nacionais.

Os opositores acusam o governo Dilma Rousseff de direcionar os investimentos a Cuba devido a um alinhamento ideológico com Havana.

Segundo Zanotto, a crítica “não procede”, pois “cada projeto é um projeto”. Ou seja, o eventual não investimento em Cuba não necessariamente levaria o dinheiro aos portos do Brasil, onde fatores como restrições ambientais estariam dificultando a agilização de projetos.

“O Brasil é gigantesco mas sofre com um apagão de projetos”, diz Zanotto.

Outra crítica parte do próprio empresariado. Eles desconfiam da capacidade do governo cubano de honrar sua divida com o Brasil. Contudo, segundo Zanotto, as garantias estariam relacionadas ao próprio faturamento do porto em dólares.

Inauguração

Dilma Rousseff e o presidente Raúl Castro inauguraram nesta segunda-feira a primeira etapa da construção do porto de Mariel, na companhia dos presidentes Nicolás Maduro, da Venezuela, e Evo Morales, da Bolívia.

Dilma anunciou que o BNDES financiará a segunda etapa de construção do porto, com US$ 290 milhões. “Várias empresas brasileiras manifestaram interesse em instalar-se na zona especial”, disse.

A presidente celebrou as oportunidades econômicas trazidas pelo porto e fez referência ao longo embargo americano sobre a ilha.

“Mesmo sendo submetido ao injusto bloqueio econômico, Cuba gera um dos três maiores volumes de comércio do Caribe”, disse.

FONTE BBC BRASIL

 

Dilma com Cristina Kirchner, presidente da Argentina, em Havana

Dilma com Cristina Kirchner, presidente da Argentina, em Havana

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AO LADO DE FIDEL, DILMA PROMETE MAIS APOIO A CUBA

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A presidente Dilma esteve ontem com o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, a quem agradeceu pelos profissionais que atuam no Mais Médicos e também prometeu mais apoio econômico; Brasil irá liberar mais R$ 701 milhões para a criação de uma zona econômica especial no Porto de Mariel, construído pela Odebrecht e financiado pelo BNDES; em nota, senador Aécio Neves (PSDB-MG) contestou apoio do governo brasileiro ao regime cubano

 

 

247 – A presidente Dilma Rousseff esteve ontem reunida com o líder da revolução cubana, Fidel Castro. O encontro foi noticiado pelo jornal Cuba Debate, que relatou conversas relacionadas ao Porto de Mariel, financiado pelo BNDES e construído pela Odebrecht, e sua Zona Especial de Desenvolvimento.

A Fidel, que tem 87 anos e está afastado do poder desde 2006, Dilma agradeceu pelo trabalho dos profissionais de saúde cubanos, que atuam no âmbito do Programa Mais Médicos. Segundo o Cuba Debate, o encontro “foi uma expressão do afeto e da admiração entre Fidel e Dilma”.

Ontem, ao lado do presidente cubano Raúl Castro, a presidente Dilma anunciou um novo investimento do Brasil em Cuba. Serão R$ 701 milhões na zona econômica especial do Porto de Mariel – 85% virão de crédito do BNDES e os restantes 15% serão a contrapartida do governo cubano.

“O Brasil quer se tornar parceiro econômico de primeira ordem de Cuba”, disse a presidente Dilma. Castro demonstrou gratidão à presidente “por ajudar neste projeto transcendental para a economia nacional”.

Em sua página no Facebook, o senador Aécio Neves contestou a ajuda brasileira ao governo cubano. Leia abaixo:

O BNDES tem a obrigação de explicar aos brasileiros os critérios que estão sendo utilizados para definir os financiamentos realizados pela instituição.

Como estão sendo definidas as empresas apoiadas pelo Banco? Quais são os critérios para financiamento de empreendimentos fora do Brasil? Por que a decretação de sigilo sobre essas operações?

Há 5 meses, apresentei requerimento de informações sobre as atividades do banco. A base do governo no Senado paralisou a analise do pedido. A falta de transparência dessas operações preocupa o país.

Veja aqui o pedido de informações que apresentei e que, até hoje, não foi encaminhado ao BNDES:http://bit.ly/1li4WNM

 

 

ENQUANTO ISSO, O PIG TÃO “CRIATIVO”, CONTINUA ALIMENTANDO OS PRECONCEITOS DA GALERA ANTIPETISTA….

O vôo de Dilma e miséria moral da oposição e da mídia brasileiras

Fernando Brito, no Tijolaço

 

storm

Parece incrível, mas boa parte do debate político do dia de hoje foi sobre a escala do avião presidencial brasileiro em Lisboa, vindo de Zurich, a caminho de Cuba.

A mídia ficou repercutindo mais uma idiotice do PSDB, que lança um protesto e uma nota oficial até quando Dilma Rousseff espirra, com  a Folha dando início a uma história sem pé nem cabeça sobre um suposto “capricho” presidencial de fazer uma escala em Lisboa – de apenas 15 horas, incluída aí a madrugada -para jantar num restaurante.

Pura idiotice de figuras como Álvaro Dias, o pateta da República.

É só olhar os manuais técnicos e ver que o avião tem, sim, capacidade para fazer o vôo direto entre Zurich e Havana, mas operando perto do  limite (mais de 80%) de seu alcance.

Isso é o suficiente para alternar aeroporto na região, de acordo com as normas de vôo internacionais, em caso de mau tempo sobre o destino.

Em condições normais.

Mas não em condições excepcionais.

É por isso que nenhum companhia aérea opera vôos transatlânticos como A-319 da Airbus, o aparelho presidencial.  Mesmo com a versão CJ, que tem um pouco mais de combustível.

E o tempo sábado estava como “céu de brigadeiro”?

Bom os interessados podem repetir, clicando aqui, a busca que fiz sobre o tempo no Atlântico Norte, área que deveria ser cruzada pelo avião presidencial.

Alíás, fiz a busca usando o título de um artigo que encontrei, que discutia a possibilidade de uma tempestade “histórica”  naquele trecho do oceano, na altura das Ilhas Britânicas, pouco acima da rota natural do avião.

Passamos, então, à abobrinha do jantar presidencial.

O chanceler Luiz Alberto Figueredo  disse que cada um pagou sua despesa e Dilma também.

E se não tivessem pago, não haveria nada de mais.

Não passa pela cabeça de ninguém que, se a Presidenta estiver “dura”, ela que peça para fazerem uma “vaquinha” para pagar um Big Mac para acalmar a fome.

De qualquer forma deve ter custado menos que as passagens que o Senado pagou para o Senador Aécio Neves passar o  Carnaval de 2012 no Rio ( vindo 15/02 no Webjet  6795 BSB/SDU  e voltando, bem esticado, na terça da semana seguinte aos folguedos,  dia 28, no Gol 1582).

Será que não há um repórter para apurar esses fatos, que estão aí, a uma busca no Google ou jornalismo é só ficar no “ele disse, o outro falou”?

 

FONTE TIJOLAÇO

6 Comentários

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  1. - IP 177.4.181.87 - Responder

    O governo brasileiro deveria estar investindo o dinheiro público dentro do próprio Brasil, trazendo emprego e renda aos brasileiros.

  2. - IP 177.221.96.140 - Responder

    Os petistas, é claro, só poderiam aplaudir que o Governo Federal mande dinheiro do Brasil para construir portos na ilha da ditadura, enquanto no Brasil os portos estão caindo aos pedaços.

  3. - IP 177.142.99.71 - Responder

    Informacoes solicitadas por um parlamentar da oposicao sobre as caracteristicas desse emprestimo do BNDS para a ODEBRECHT,foram NEGADAS, pois foram transformadas em segredo de ESTADO pela PRESIDENTE Dilma.Porque povo brasileiro?porque Enock?Porque PT?Por que tem mutreta?Logico que sim senao nao ergueriam os biombos imorais tao comum nesse governo.Ah,essas informacoes so estarao disponiveis em 2027!

  4. - IP 179.216.206.215 - Responder

    Ao ler certos blog eu tenho que concordar, os parasitas estão em poder do seu hospedeiro. É uma legião de cínicos, e oportunistas, são asquerosos, e tem a mentira como via de regra.
    A sua obtusidade é de tamanho cavalar nobre “jornalista” o que se discute não é o valor que a caterva de vadios gastou em Lisboa, tendo visto que a Presimente sempre teve sua performance de pato em palestras públicas.
    Em Davos ela foi de uma sutilidade de um paquiderme numa seção de louças inglesas.
    Sendo ela uma moradora do País das Maravilhas, tentou mostrar um país que não existe, tentou mostrar números que foram ao gosto do cliente, e executou a única coisa que os Petistas sabem,,,mentir !, foi a a maior quantidade de mentiras ditas no menor espaço de tempo possivel.
    O Problema é que em Davos a plateia é de especialistas caro colega, o mais bobo ali deu aula a George Soros e logrou o Maddof.
    Quanto ao valor gasto em Lisboa, eu até concordo com o ponto de vista defendido por essa elite marxista, leninista,e trotskista, dessa horda de aduladores, e bajuladores, eles sempre tem uma sanha por erários públicos, o mal dos petista , é que eles acham que o estado tem que sustentar sua bisavós, avós, pais, filhos, e netos, o estado tem que ser o provedor, eles adoram um holerith
    A mais-valia dessa raça de usurpadores só serve para o reto deles.
    Então eu também já acho que gastar 71.000 mil lascas em 15 horas, para uma quadrilha de 43 pessoas, até para eles é um valor pequeno, e menor ainda para o nosso combalido estado.
    O grande problema “nobre ‘ jornalista não éo valor que se gastou.
    O GRANDE PROBLEMA É A MENTIRA QUE VIROU UMA COISA COMUM, ELES OS CINICOS DISSERAM QUE FOU UMA PARADA SEM PROGRAMAR,,,]
    MENTIRA.
    O governo português disse que foi avisado da visita da comitiva Presidencial na quinta,,,
    Na quinta nobres cínicos.
    O que está assolando a nação Brasileira, vai demandar pelo menos um 15 anos para que possamos reinserir os bons costumes na nossa sociedade,
    Será necessário um Presidente com formação moral, cultural, e familiar para que possamos resgatar esse dever básico.
    Ser Honesto.
    Coisa que o Ex Presimente mitômano, e atual presidente nunca tiveram.

  5. - IP 177.203.41.161 - Responder

    Nunca , em tempo algum jamais , aceitarei um presidente deste país , mandar , investir , doar , ceder , dinheiro em paises comandados por ditaduras , como Cuba , Guiné , Sudão , entre outros.
    Isso vai contra TUDO que esse pt ( partido dos traidores ) pregou um dia .
    Essa matéria cretina , que defende a mitomana presidente é apenas o ponto de vista dos ratos que defendem esse corrupto governo ; afinal assim como nós ( os anti petistas) queremos a saída desse governo do poder, esses que atacam a oposição estão fazendo o seu jogo ; ou seja usando a todo vapor o método Goebbels , onde as mentiras contadas várias vezes viram verdades na cabeça dos néscios que votam nesse partido podre que nos governa.
    FORA PT!

  6. - IP 179.118.79.192 - Responder

    Enock. Você poderia nos exibir os estudos de que esse “porto Brasileiro” nesse pais “democrático” realmente interessa aos Brasileiros? Os gastos do suor Brasileiro através desse Porto Cubano, não melhor nos atenderia se direcionados à infra estrutura Brasileira para que o agronegocio não fosse atingida pela precariedade dos portos Brasileiros? Você Enoque poderia facilitar e trazer estes estudos. Sinceramente, será que por teletransporte será o meio para escoar a nossa produção? Na sequência o Brasil deve apoiar Cuba? Cuba paga seus credores? Nos, população devemos olhar para os dizeres da nossa Bandeira e lembrarmos que somos uma Nação! Certamente serei chamado como pertencente aos “cozinhas” , “elite predadora” e etc, porém gostaria de ver algum estudo e obter a satisfação de ser explicitado pela imprensa se já foi, mil desculpas!! Agora atividade visionária para instalação industrial futura, será que é isso? Os Brasileiros precisam ser esclarecidos pois quem paga a conta somos nós, cada um de nós bastando lembrar os episódios bolivianos (lembram-se)’ perdão de dívidas com países africanos…!de concreto, sei que meu sangue está pagando isso tudo…

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