Deputado Alessandro Molon, líder da Rede Sustentabilidade, na Câmara Federal também repudia golpe contra Dilma. “Espero que o Procurador-Geral da República acolha a nossa representação, que pede o afastamento imediato de Eduardo Cunha, para livrar a República da lógica da chantagem e da ameaça”, disse Molon

Líder da Rede na Câmara repudia impeachment

Alessandro-Molon

Psol e Rede repudiam abertura de impeachment de presidente Dilma

No Jornal do Brasil

 

Os líderes do Psol, Chico Alencar (RJ), e da Rede Sustentabilidade, Alessandro Molon (RJ), se pronunciaram sobre a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de autorizar a abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira (2).

“Hoje é aniversário de nascimento do Imperador D. Pedro II – 190 anos. Hoje o ainda presidente da Câmara dos Deputados da República, Eduardo Cunha, decidiu acolher um pedido de impeachment de Dilma, quatro horas depois de a bancada do PT ter decidido acolher a investigação sobre Cunha no Conselho de Ética. Não foi coincidência, e sim uma resposta, ao seu estilo de vingança e pequena política. É a República da barganha, da chantagem, da corrupção sistêmica, da “falta de pão em que todos gritam e ninguém tem razão”, afirmou o líder do Psol na Câmara.

O líder da Rede na Câmara também argumentou com o discurso de que o ato de Cunha é uma “retaliação à perspectiva de derrota no Conselho de Ética”, já que mais cedo os três deputados petistas que possuem assento no Conselho de Ética anunciaram que votarão pela admissibilidade do parecer do relator Fausto Pinato (PRB-SP), que pede prosseguimento do processo de cassação contra o peemedebista.

“É uma clara retaliação à perspectiva de derrota no Conselho de Ética, que se consolidou hoje. Mais uma vez fica evidente que o deputado Eduardo Cunha usa a presidência da Casa para atrapalhar o avanço do processo contra ele e punir quem se coloca em seu caminho. Espero que o Procurador-Geral da República acolha a nossa representação, que pede seu afastamento imediato, para livrar a República da lógica da chantagem e da ameaça”, disse Alessandro Molon.

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