Debate entre Igor Fuser e José Augusto Guillon, mediado por Mônica Waldvogel, expõe na Globo News tentativa de golpe de direita para subverter a normalidade democrática na Venezuela. Veja como um debatedor de esquerda desequilibra tentativa global de reforçar apoio ideológico a golpistas liderados por Leopoldo Lopes. Waldvogel ficou feia na foto. Fuser brilhou.

Taí mais um vídeo produzido pelas Organizações Globo que deve ser adotado como material de estudo nas escolas de jornalismo pelo Brasil afora. A pauta preparada pela produção da Globo News visava o reforço ideológico ao golpe que se trama, atualmente, na Venezuela contra o governo democrático comandado pelo presidente eleito Nicolas Maduro. A intervenção do jornalista Igor Fuser, todavia, subverteu a pauta golpista e mostrou que existem, na situação vivida na Venezuela, aspectos que a mídia vem internacional e também a mídia brasileira vem manipulando desavergonhadamente. Que todos vejam o programa e tirem suas conclusões. Eu, particularmente, acho que Mônica Waldvogel ficou feia na foto. Com aquele seu queixo que lembra o queixo das bruxas malvadas dos desenhos animados, pode ser Waldvogel esteja apenas cumprindo um destino inato se é que existem destinos inatos. (EC)

Pelo texto de abertura do programa, se percebe que a intenção da Globo era apresentar o golpista Leopoldo Lopes como uma vítima da perseguição de um pretenso violento governo bolivariano. Com muita tranquilidade, todavia, o jornalista Igor Fuser desmontou a lógica da Rede Globo, expressa através da condução da jornalista Mônica Waldvogel, e mostrou que o governo democrático da Venezuela está sob ameaça de golpistas que não vacilaram, inclusive, em incendiar a sede do Ministério Público em Caracas. Aspecto dos acontecimentos que, evidentemente não interessou aos pauteiros da Rede Globo.

Pelo texto de abertura do programa, se percebe que a intenção da Globo era apresentar o golpista Leopoldo Lopes como uma vítima da perseguição de um pretenso violento governo bolivariano. Com muita tranquilidade, todavia, o jornalista Igor Fuser desmontou a lógica da Rede Globo, expressa através da condução da jornalista Mônica Waldvogel, e mostrou que o governo democrático da Venezuela está sob ameaça de golpistas que não vacilaram, inclusive, em incendiar a sede do Ministério Público em Caracas. Aspecto dos acontecimentos que, evidentemente não interessou aos pauteiros da Rede Globo.

ENTRE ASPAS

Uma aula de Venezuela e um pito na Globo, em plena Globo

Em debate na Globonews, Igor Fuser, professor de Relações Internacionais da UFABC, explica a crise, derruba o mito da ‘falta de liberdade’ no país vizinho e desnuda a parcialidade da imprensa
por Paulo Donizetti de Souza, da RBA 
REPRODUÇÃO
IgorIgor: “Em 15 anos de chavismo nunca vi uma notícia positiva. Será que os venezuelanos são burros”?

São Paulo – O professor de Relações Internacionais da USP José Augusto Guillon e a apresentadora Mônica Waldvogel, do programa Entre Aspas, da Globonews, chegaram ao limite da gagueira, ontem (18), durante debate a respeito da crise na Venezuela com a participação do jornalista Igor Fuser, do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do ABC (UFABC). O debate começa dirigido, ao oferecer como gancho para a discussão a figura de Leopoldo López, o líder oposicionista acusado de instigar a violência nos protestos das últimas semanas, e preso ontem.

Diz a narração de abertura: “Ele é acusado de assassinato, vandalismo e de incitar a violência. Mas o verdadeiro crime de Lopez, se podemos chamar isso de crime, foi convocar uma onda de protesto contra o governo de Nicolás Maduro. Protestos seguidos de confrontos que deixaram quatro mortos e dezenas de feridos”. E segue descrevendo que a violência política decorre da imensa crise no país – inflação, falta de produtos nas prateleiras, criminalidade em alta. Ainda no texto de abertura, na voz de Mônica, o governo é acusado de controlar a economia e a Justiça, pressionar a imprensa e lançar milícias chavistas contra dissidentes. E encerra afirmando que Leopoldo Lopez, na linha de frente, reivindica canais de expressão para os venezuelanos, e abrem-se as aspas para Lopez: “Se os meios de expressão calam, que falem as ruas”.

Do início ao fim do debate, com serenidade e domínio sobre o assunto, Igor Fuser leva a apresentadora e o interlocutor às cordas. Reconhece as dificuldades políticas do presidente Nicolás Maduro e a divisão da sociedade venezuelana. Mas corrige os críticos, ao enfatizar que o país vive uma democracia, e opinar que a campanha liderada por López é “golpista”, ao ter como mote a derrubada do governo legitimamente eleito com mandato até 2019.

Fuser informa que em dezembro se cristalizou um processo de diálogo entre governo e oposição, então liderada por Henrique Capriles, derrotado nas duas últimas eleições presidenciais por margem muito pequena de votos. E que a disposição ao diálogo levou a direita mais radical a isolá-lo, permitindo a ascensão de figuras como Leopoldo López. Indagado se não seria legítimo as manifestações da ruas pedirem a saída do governo, como foi no Egito ou está sendo na Ucrânia, o professor da UFABC resume que as manifestações na Ucrânia são conduzidas por nazistas, e no Egito a multidão protestava contra uma ditadura. Lembra que na Venezuela houve quatro eleições nos últimos 15 meses, que o chavismo venceu todas no plano federal, mas que as oposições venceram em cidades e estados importantes, governam normalmente e as instituições funcionam, e que a Constituição é cumprida.

Questionado sobre a legitimidade da Constituição – que teria sido sido aprovada apenas por maioria simples – informou que a Carta, depois de passar pelo Parlamento, foi submetida a referendo popular e aprovada por 80% dos venezuelanos – o que inclui, portanto, mais da metade dos que hoje votam na oposição. E à ironia dos debatedores, de que seria paranoia das esquerdas acusar os Estados Unidos de patrocinar uma suposta tentativa de golpe, esclareceu: os Estados Unidos estiveram por trás de tantos golpes da América Latina – na Guatemala nos anos 1950, no Brasil em 1964, no Chile em 1973, na própria Venezuela em 2002 – que não é nenhum absurdo supor que estejam por trás de mais um. E que também não é absurdo, em nenhum país do mundo, expulsar diplomatas que se reúnem com a oposição como se fossem dela integrantes.

O jornalista desmontou também os argumentos de que o país sofre de ausência de liberdade de expressão. Disse que o governo dispõe, de fato, de jornais, canais de rádio e de televisão importantes, mas que dois terços dos veículos de imprensa da Venezuela são controlados por forças oposicionistas. E que o que existe na Venezuela seria, portanto, a possibilidade de contraponto. E Fuser foi ferino no exemplo dos problemas que a ausência de diversidade nos meios de comunicações causam à qualidade da informação: “Sou jornalista de formação e nunca vi nem na Globo nem nos jornais brasileiros uma única notícia positiva sobre a Venezuela. Uma única. A gente pode ter a opinião que a gente quiser sobre a Venezuela, é um país muito complicado. Agora, será que em 15 anos de chavismo naõ aconteceu nada positivo? Eu nunca vi. Não é possível que só mostrem o que é supostamente ruim. Cadê o outro lado? Será que os venezuelanos que votaram no Chávez e no Maduro são tão burros, de votar em governo que só faz coisa errada?”

E fecha aspas! Fecha aspas!

VEJA AQUI, EM VÍDEO A INTEGRA DO DEBATE SOBRE A VENEZUELA NA GLOBO NEWS

http://g1.globo.com/globo-news/entre-aspas/videos/t/todos-os-videos/v/especialistas-debatem-perspectivas-politicas-da-venezuela-apos-prisao-de-lider-da-oposicao/3157867/

22 Comentários

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  1. - IP 189.59.43.22 - Responder

    Eu estou ficando cansado de vir aqui nesta coluna,apelar para que os fatos se sobreponham as opiniões facciosas.Maduro é um fantoche do fantasma do Chavez,pois governa sem projetos sem objetivo e conduz a Venezuela para o caos.Os Estados Unidos ,torcem a favor da estabilidade e do progresso do país,porque são os maiores compradores do petróleo venezuelano e estão vendo todos os recursos desse mar de petróleo não serem revertidos para o progresso e desenvolvimento do povo. Com o óleo do xisto americano ,em pouco tempo ,os americanos voltarão e ser os maiores produtores de petróleo no mundo e aí bao bao as reservas venezuelanas.E tudo o que foi ganho nesses anos de petróleo caro,tera sido perdido,para sempre!Esta é a realidade e não esse papo subdesenvolvido de direita e esquerda ,que irrita e condena o povo ao passado! Simon Bolívar morreu a mais de 100 anos e continua assombrando a Venezuela.

  2. - IP 189.59.43.22 - Responder

    Será que vimos o mesmo programa, Enock? O sr. Fuser chegou ao ridículo com suas mais que tendenciosas e fantasiosas opiniões.
    Só mesmo uma esquerda esclerosada para ver uma Venezuela como democracia.
    Não é por acaso que, ao notar a cegueira do sr. fuser, a apresentadora e o outro convidado não o contestaram frontalmente, tratando-o, com um misto de ironia e complacência, como se deve tratar pessoas com esse perfil.
    O debate seria pura perda de tempo!

  3. - IP 189.59.43.22 - Responder

    Acabei de assistir o link:LAMENTÁVEL, só podia ser do ABC.Berço do Pt,aliado de Maduro-Chavez.Ele o prof.afirma que a Venezuela é democrática,aí não dá mais para conversar.Da dó!

  4. - IP 189.59.43.22 - Responder

    Em tempo:Maria eliete é minha esposa e também assistiu o link!

  5. - IP 177.132.246.207 - Responder

    Mais uma vez, de novo, em outro turno, como não cansamos de fazer aqui também na Página do E, demonstremos em números e até, se for preciso, desenhando para explicar para os desavisados que o que se lê e o que se vê na Rede Globo nem sempre corresponde à verdade. Vejam o caso do Xisto citado aqui, e vejam que quem demonstra a sua inviabilidade em um futuro muitíssimo próximo é um dos próceres da direita golpista, colunista do Estadão, o economista José Paulo Kupfer, in http://blogs.estadao.com.br/jpkupfer/limite-fisico/: “As perfurações para a exploração desse gás, obtido a custo baixo — US$ 5 por milhão de BTUs, o equivalente a um barril de petróleo a US$ 30 — no mercado americano, são antigas, de 50 anos. A produção ganhou corpo a partir de 2005 e agora vive uma explosão de mercado. O “gás de xisto” já é uma realidade responsável por 40% do total do gás natural produzido nos Estados Unidos. Mas nem por isso a cautela deve ser abandonada. Depois de um início fulgurante, a tendência é de acomodação gradual da produção. Tanto que daqui até 2030 o “gás de xisto” avançará apenas 10% no total da produção de gás, respondendo no pico por metade desse total e depois perdendo participação relativa. “Enquanto um poço de gás convencional produz por 30 anos, o de shale gas não passa de cinco anos, com uma queda de produção entre 50% e 75% já no primeiro ano”, explica Ieda Gomes, especialista brasileira de renome internacional, ex-presidente da Comgás e da British Petroleum, no Brasil, diretora da consultoria Energix Strategy, na Inglaterra. “Analistas calculam que, para manter a produção atual, seria necessário perfurar 7 mil poços por ano, a um custo anual de US$ 42 bilhões”. Um limite físico evidente à expansão da produção. O método de exploração do “gás de xisto” exige condições específicas. Nada que não possa ser devidamente controlado, mas que, como no caso da energia nuclear, não permite falar em eliminação completa de riscos, sobretudo ambientais. Estes dizem respeito principalmente ao perigo de contaminação dos aquíferos e à emissão de gás metano na atmosfera. Cada perfuração de poço exige a disponibilidade e reciclagem de 20 milhões de litros de água. Além dosso, ocupa, com seus múltiplos sub-poços horizontais, pelo menos 10 mil metros quadrados e obriga de 100 a 200 viagens de caminhões com terra e entulho, o que pressupõe que o poço fique localizado longe de áreas urbanas. Levantamentos de 2013, produzidos pela agência americana de informações de energia (EIA), localizaram 137 formações de “gás de xisto”, em 41 países, mas a produção ainda é incipiente fora dos Estados Unidos. Com um quinto das reservas chinesas, as maiores do mundo, um quarto das argentinas e um terço das americanas, o Brasil ocupa o décimo lugar no rol dos detentores das maiores reservas levantadas. Mas daí a se lançar na exploração econômica desse gás vai uma distância. Quanto ao petróleo, a Arábia Saudita ainda tem 537 bilhões/barris; a Venezuela tem 597 bilhões/barris (maior reserva do mundo) e fica ao lado dos EUA que maior consumidor do mundo. Como alguém pode ter alguma dúvida de quais eram os interesses dos representantes dos EUA aos se reunirem com a oposição na Venezuela e logo em seguida explodirem as manifestações? Se não conseguem fazer uma leitura do presente, façam pelo menos o dever de casa e estudem um pouco o passado e a história recente americana (ditaduras financiadas pelos EUA em toda a América Latina para manutenção dos interesses econômicos das suas multinacionais, guerra no Iraque para roubar-lhes o petróleo e por aí vai… E reparem que o interesse dos EUA logo se voltará para o Brasil que já tem reservas estimadas, no pré-sal, de mais de 100 bilhões/barris e que podem chegar à casa também dos 500 bilhões. Acerca da ditadura na Venezuela, como o pais pode ser considerado uma ditadura, se Maduro ganhou as eleições com pouco mais de 50% dos votos, se muitos governadores e prefeitos que são de oposição são eleitos em eleições livres e democráticas? É verdade mesmo que a maior parte da grande mídia na Venezuela é de oposição, assim como no Brasil, e o que vem sustentando o governo são blogs democráticos como este que ora você, e-leitor, está acompanhado. Os ricos e milionários já sabemos que irão apoiar os EUA, pois representam os interesses dos EUA, mas o que é incrível mesmo, é ver setores da classe média apoiarem suas ações, apenas porque as acompanham por meio das “Meninas do Jô”, sem um mínimo de reflexão e, o que é pior, sem ouvir a outra parte.

  6. - IP 177.132.246.207 - Responder

    Mais uma vez, de novo, em outro turno, como não cansamos de fazer aqui também na Página do E, demonstremos em números e até, se for preciso, desenhando para explicar para os desavisados que o que se lê e o que se vê na Rede Globo nem sempre corresponde à verdade. Vejam o caso do Xisto citado aqui, e vejam que quem demonstra a sua inviabilidade em um futuro muitíssimo próximo é um dos próceres da direita golpista, colunista do Estadão, o economista José Paulo Kupfer:
    “As perfurações para a exploração desse gás, obtido a custo baixo — US$ 5 por milhão de BTUs, o equivalente a um barril de petróleo a US$ 30 — no mercado americano, são antigas, de 50 anos. A produção ganhou corpo a partir de 2005 e agora vive uma explosão de mercado. O “gás de xisto” já é uma realidade responsável por 40% do total do gás natural produzido nos Estados Unidos. Mas nem por isso a cautela deve ser abandonada. Depois de um início fulgurante, a tendência é de acomodação gradual da produção. Tanto que daqui até 2030 o “gás de xisto” avançará apenas 10% no total da produção de gás, respondendo no pico por metade desse total e depois perdendo participação relativa. “Enquanto um poço de gás convencional produz por 30 anos, o de shale gas não passa de cinco anos, com uma queda de produção entre 50% e 75% já no primeiro ano”, explica Ieda Gomes, especialista brasileira de renome internacional, ex-presidente da Comgás e da British Petroleum, no Brasil, diretora da consultoria Energix Strategy, na Inglaterra. “Analistas calculam que, para manter a produção atual, seria necessário perfurar 7 mil poços por ano, a um custo anual de US$ 42 bilhões”. Um limite físico evidente à expansão da produção. O método de exploração do “gás de xisto” exige condições específicas. Nada que não possa ser devidamente controlado, mas que, como no caso da energia nuclear, não permite falar em eliminação completa de riscos, sobretudo ambientais. Estes dizem respeito principalmente ao perigo de contaminação dos aquíferos e à emissão de gás metano na atmosfera. Cada perfuração de poço exige a disponibilidade e reciclagem de 20 milhões de litros de água. Além dosso, ocupa, com seus múltiplos sub-poços horizontais, pelo menos 10 mil metros quadrados e obriga de 100 a 200 viagens de caminhões com terra e entulho, o que pressupõe que o poço fique localizado longe de áreas urbanas. Levantamentos de 2013, produzidos pela agência americana de informações de energia (EIA), localizaram 137 formações de “gás de xisto”, em 41 países, mas a produção ainda é incipiente fora dos Estados Unidos. Com um quinto das reservas chinesas, as maiores do mundo, um quarto das argentinas e um terço das americanas, o Brasil ocupa o décimo lugar no rol dos detentores das maiores reservas levantadas. Mas daí a se lançar na exploração econômica desse gás vai uma distância.”
    Quanto ao petróleo, a Arábia Saudita ainda tem 537 bilhões/barris; a Venezuela tem 597 bilhões/barris (maior reserva do mundo) e fica ao lado dos EUA que é o maior consumidor do mundo. Como alguém pode ter alguma dúvida de quais eram os interesses dos representantes dos EUA aos se reunirem com a oposição na Venezuela e logo em seguida fazerem explodir as manifestações? Se não conseguem fazer uma leitura do presente, façam pelo menos o dever de casa e estudem um pouco o passado e a história recente americana (ditaduras financiadas pelos EUA em toda a América Latina para manutenção dos interesses econômicos das suas multinacionais, guerra no Iraque para roubar-lhes o petróleo e por aí vai…). E reparem que o interesse dos EUA logo se voltará para o Brasil que já tem reservas estimadas, no pré-sal, de mais de 100 bilhões/barris e que podem chegar à casa também dos 500 bilhões.
    Acerca da ditadura na Venezuela, como o país pode ser considerado uma ditadura, se Maduro ganhou as eleições livres com pouco mais de 50% dos votos e se muitos governadores e prefeitos, que são de oposição, foram escrutinados em eleições livres e democráticas?
    No que toca á mídia, quem acompanha de perto sabe bem que é verdade mesmo que a maior parte da grande mídia na Venezuela é de oposição, assim como no Brasil, e o que vem sustentando o governo são blogs democráticos como este que ora você, e-leitor, está acompanhado (Página do E).
    Os ricos e milionários já sabemos que irão apoiar os EUA, pois representam os seus interesses, mas o que é incrível mesmo é ver setores da classe média apoiando suas ações, apenas porque as acompanham por meio das “Meninas do Jô” (uma delas é exatamente a Mônica Waldvogel), sem um mínimo de reflexão e, o que é pior, sem ouvir minimamente a outra parte.

    • - IP 189.59.43.22 - Responder

      Os USA não precisam invadir lugar algum para ter petróleo,eles compram e pagam,com DOLARES e a preço de mercado.Se o que o sabidão falou tivesse sentido os USA não teriam saído do Iraque onde eles invadiram,guerrearam,e conquistaram o pais,e no fim cias. inglesas e chinesas ganharam a concorrência para exploração do petroleo . Os governos dos USA são controlados pelo congresso e a imprenssa livre-ao contrário da Venezuela- que policiam os anseios militares dos cowboys.SE quisessem, teriam invadido Cuba,com os 14 porta-aviões nucleares que possuem.O que eu luto aqui é que paremos de acusar os USA pelas nossas mazelas,eles não vieram aqui na AL impedir que invistamos em educação,saúde,segurança e infraestrutura,eles não estão nem aí para isso ,NÓS é que devemos parar de culpar os outros e fazermos as reformas fundamentais.A CHINA FEZ ISSO há mto tempo e hoje já colhe os frutos doces do progresso .Enquanto nós não abandonarmos esse proselitismo de esquerda,direita,estamos ferrados!

      • - IP 177.132.246.207 - Responder

        Compram petróleo em dolares, sei. E é por isso estão endividados até o psecoço com uma das maiores relações divida/PIB do mundo! Colocando todo o capitalismo mundial em risco em função de sua irresposabilidade fiscal. Obviamente que estão em busca de petróleo mais barato no mundo todo. Enquanto que no Brasil a relação dívida líquida sobre PIB só diminui e chegou agora em 2013 em um de seus menores patamares, ou seja, 35% do PIB, contra 60,4% há dez anos, a dos EUA é de 107%! E Obama tem tido grande dificuldade em conseguir aumentar os limites dessa dívida no congresso que só cresce, o Santo da Democraciestá até falando em governar por decreto, e se Dilma soltasse uma frase dessas, o que diriam os Trolls! Daí o desespero de aumentar os povos sob seu jugo.
        Acerca do Iraque, após impor seu domínio e colocar seus aceclas, pessoas como você, para governar, entregaram o controle do petróleo para empresas de controle Inglês, mas cujas ações pertencem majoritariamente à americanos, é óbvio, só os Trolls não enxergam isso ou preferem não enxergar. Que concorrência foi essa? Você ficou sabendo dela pelo Facebook?
        Quanto ás invasões, é… se eles quisessem teriam invadido mesmo Cuba, que estava sob a proteção da antiga União Soviética! E hoje poderiaminvadir também a Rússia, China e toda a Europa!?! De onde você tira essas baboseira? Do Orkut?
        Quanto à sua luta, vocês tem razão, os EUA nunca precisarão invadir nada na AL, pois aqui eles têm patriotas como vocês que tomam o poder à força e fazem como os militares fizeram no Brasil, Argentina, Paraguai, uruguis, Bolívia…, pois desmontaram todas reformas de base pretendidas por governos não alinhados como o de João Goulart (reforma agrária, novas diretrizes e bases da educação, a idéia da universalização da saúde, etc.).
        No caso da China que você defende, onde existe sim uma ditadura de esquerda, é uma outra história, que vou deixar para a próxima aula.

  7. - IP 189.31.39.44 - Responder

    Ha! Ha! Ha! Ha!Ha! Ha! Ha! Ha!Ha! Ha! Ha! Ha!Ha! Ha! Ha! Ha! tentativa de golpe Ha! Ha! Ha! Ha!Ha! Ha! Ha! Ha! Em Cuba , no Zimbabue , em Guiné Equatorial , na Coréia Do Norte , as democracias tambem estão sendo ameaçadas.
    Afffff! Que coisa mais patética.

  8. - IP 177.64.227.101 - Responder

    Se a Venezuela de Maduro é um pais democrático??? Então, o que é ditadura???

  9. - IP 177.132.246.207 - Responder

    Não vi nos textos postados até aqui nenhuma menção à Cuba, ao Zimbabue, ou à Guiné Equatorial, ou à Coréia do Norte ou mesmo à China como países democráticos. O que se discute aqui é a Venezuela. Mais uma vez na falta de argumentos, utiliza-se de subterfúgios desonestos para escapar ao debate sério. Embora os Trolls covardes e anônimos de sempre não tragam argumentos para a discussão, apenas tentam desqualificar os debatedores, segue mais uma análise (por Ignacio Ramonet) para àqueles que ainda acreditam no contraditório honesto como meio de avançarmos democraticamente:
    A Venezuela passou por quatro eleições decisivas recentemente: duas votações presidenciais, uma para governos estaduais e uma para prefeituras. Todas foram vencidas pelo bloco da revolução bolivariana. Nenhum dos resultados foi impugnado pelas missões internacionais de observação eleitoral.
    A votação mais recente aconteceu apenas dois meses atrás e resultou em clara vitória para os chavistas. Desde que Hugo Chávez assumiu a Presidência, em 1999, todas as eleições demonstram que, sociologicamente, o apoio à revolução bolivariana é majoritário no país.
    Na América Latina, Chávez foi o primeiro líder progressista –desde Salvador Allende– a apostar na via democrática para chegar ao poder. Não é possível compreender o que é o chavismo se não for levado em conta o seu caráter profundamente democrático. A aposta de Chávez, ontem, e a de Nicolás Maduro, hoje, é o socialismo democrático. Uma democracia não só eleitoral. Também econômica, social, cultural…
    Em 15 anos, o chavismo conferiu a milhões de pessoas que não tinham documentos de identidade por serem pobres a situação de cidadãos e permitiu que votassem. Dedicou mais de 42% do Orçamento do Estado aos investimentos sociais. Tirou 5 milhões de pessoas da pobreza. Reduziu a mortalidade infantil. Erradicou o analfabetismo. Multiplicou por cinco o número de professores nas escolas públicas (de 65 mil a 350 mil). Criou 11 novas universidades. Concedeu aposentadorias a todos os trabalhadores (mesmo os informais). Isso explica o apoio popular de que Chávez sempre desfrutou e as recentes vitórias eleitorais de Nicolás Maduro.
    Por que, então, os protestos? Não nos esqueçamos de que a Venezuela chavista –por possuir as maiores reservas mundiais de hidrocarbonetos– sempre foi (e será) objeto de tentativas de desestabilização e de campanhas de mídia sistematicamente hostis.
    Apesar de se haver unido sob a liderança de Henrique Capriles, a oposição perdeu quatro eleições consecutivas. Diante desse fracasso, sua facção mais direitista, ligada aos Estados Unidos e liderada pelo golpista Leopoldo López, aposta agora em um “golpe de Estado lento”. E aplica as técnicas do manual quanto a isso.
    Na primeira fase: 1. Criar descontentamento ao tirar do mercado produtos de primeira necessidade. 2. Fazer crer na “incompetência” do governo. 3. Fomentar manifestações de descontentamento. E 4. Intensificar a perseguição pela mídia.
    A partir de 12 de fevereiro, os extremistas ingressaram na segunda fase: 1. Utilizar o descontentamento de um grupo social (uma minoria de estudantes) a fim de provocar protestos violentos e detenções. 2. Montar “manifestações de solidariedade” aos detidos. 3. Introduzir entre os manifestantes pistoleiros com a missão de provocar vítimas de ambos os lados (a análise balística determinou que os disparos que mataram o estudante Bassil Alejandro Dacosta e o chavista Juan Montoya, em 12 de fevereiro, em Caracas, foram feitos com a mesma arma, uma Glock calibre 9 mm). 4. Ampliar os protestos e seu nível de violência. 5. Redobrar a ofensiva da mídia, com apoio das redes sociais, contra a “repressão” do governo. 6. Conseguir que as “grandes instituições humanitárias” condenem o governo por “uso desmedido da violência”. 7. Conseguir que “governos amigos” façam “advertências” às autoridades locais.
    É nesta etapa que estamos.
    Portanto, a democracia venezuelana está ameaçada? Só se for, uma vez mais, pelos golpistas de sempre.
    IGNACIO RAMONET, 70, é diretor do jornal “Le Monde Diplomatique” em sua versão espanhola.
    Voltei. E é interessante observar que em qualquer análise realizada por especialistas minimamente honestos acerca da Venezuela, a conclusão é sempre a mesma, de que há de fato uma tentativa de tomar pela força o poder democraticamente constituído e eleito de Nicolás Maduro.
    Não é de hoje que os mesmos insatisfeitos e derrotados nas eleições da Venezuela tentam chegar ao poder pelo golpe.
    Ainda assim, apesar de todas as evidências, como já frisei, o que se lê e o que se ouve na velha mídia brasileira são as mesmas mentiras que justificaram o golpe de 1964, pelos mesmos golpistas de sempre, apoiados pelos mesmos covardes anônimos envergonhados de hoje.

    • - IP 189.59.43.22 - Responder

      Não é o Maduro que incomoda seu Adamastor,É A ECONOMIA,isto é: a inflação,a carestia,a falta de investimento ,a insegurança generalizada,a má prestação de serviços a corrupção,enfim a incompetência geral do DESgoverno venezuelano ,que alimenta a fogueira das insurreições.A oposição só se aproveita dessa realidade.Acorda seu Adamastor,pare com o proselitismo dos anos 60,estamos em 2014.O mundo urge por reformas profundas e modernas,pois as novas gerações nos cobrarão por não termos preparado um mundo melhor para elas!

      • - IP 189.59.43.22 - Responder

        Em tempo seu Adamastor,saia do seu mundinho chavista e leia na folha online de hoje-domingo- o que esta acontecendo em Táchira ,na Venezuela e me diga, se tivercoragem de ler, se isso NÃO É DITADURA.Se achar que não ,volte aos bancos escolares!

        • - IP 177.132.246.207 - Responder

          Em tempo. O governo de Táchira foi eleito e é governista, assim como o Governo Silval é da base aliada do Governo Dilma. Embora Silval não tenha meu apoio, não posso, por isso, seguir para o Palácio Paiaguás para atacá-lo com bombas e pedras. Imagine o que aconteceria se isso acontecesse aqui também? E se esses ataques a própria folha teve coragem de trazer como informações dadas pelas autoridades venezuelanas isso deve ser verdade, pois esse veículo de histórico golpista não costuma trazer informações que vão de encontro aos interesses dos EUA e da elite golpista brasileira. E acho que você, além de deixar de postar asneiras publicadas em veículos como Folha, Globo, Estadão e que tais anonimamente, deveria procurar outras fontes com interesses mais republicanos do que essas que você parece devorar. Peça algumas dicas ao Enock, que é do ramo, garanto que ele te ajudará também, pois você está precisando muito!

          • - IP 189.59.43.22 -

            Adamastor,como a mairioa dos esquerdistas anta-americanos, vce bruto, rustico, sistemático e mal formado no berço.Ser comunista para mim, é brincar de ser DEUS, pois se nem ÊLE fez as pessoas iguais, não será o comunismo que fará.A próxima aula sua dê ao MST ou as suas negas da extinta cortina de ferro ,eu estou fora !ATRASADO!

      • - IP 177.132.246.207 - Responder

        Então, enquanto a economia vai bem, vocês são democratas e apóiam eleições livres e democráticas, mas se alguma coisa não agrada (“serviços, a corrupção, enfim a incompetência geral do DESgoverno”), não é possível esperar novas eleições e a solução é o golpe, como o que está ocorrendo da Ucrânia, onde neonazistas estão prestes a assumir o poder (onde o principal líder oposicionista é um campeão mundial de boxe que deve ter algumas concussões celebrais no prontuário), como aconteceu na Alemanha de Hitler! Parabéns! Veja Osmir, ou seja lá qual seja o seu nome, você não pode ser um democrata de dia, e colocar máscara de black bloc à noite para tentar derrubar governos à força, com violência e quebradeira! É simples como marcar um x em uma questão fácil de duas escolhas! (a) Sou democrata e me manifesto pacificamente para influir nas decisões do atual governo e influir na escolha do próximo governo; ou (b) sou um nazista alienado e me manifesto violentamente para dar o golpe e impor as minhas opiniões.

  10. - IP 177.64.227.101 - Responder

    EUA é um pais que luta sim pelos seus interesses…e essa luta incessante de seus governantes e as vezes até ultrapassando limites, são esforços para que seu povo tenha uma boa qualidade de vida como educação escolar de qualidade, segurança, saúde, infraestruturas de qualidade nas cidades, rodovias, ferrovias e tudo que há de melhor e necessário para o desenvolvimento de seu pais e seu povo… A diferença entre EUA e esses outros países é que lá, “o governo existe pra servir o povo e aqui no Brasil, na Venezuela, Cuba e alguns outros desse mesmo naipe, tem o povo como serviçal do governo”. Sou brasileiro e adoro meu pais mas pra mim, quem fala mal dos EUA, é simplesmente um idiota invejoso e incompetente que não gosta de trabalhar e por isso não tem a mínima convicção pra viver por lá. É o pais das oportunidades… até mesmo pra quem não é de lá…Ditadores no meu ver, são pessoas doentes, egoístas, revoltadas e incompetentes que usam da força para esconder sua incapacidade de liderança. e pior, não gostam de trabalhar…É um coitado!!!

  11. - IP 177.132.246.207 - Responder

    É sempre assim, os Trolls não leem, não se informam, engolem a propaganda americana sem nenhum tipo de reflexão. Não argumentam nem se preocupam em responder com argumentos. Apenas ofendem, destilam um veneno sem sentido, como se estivessem possuídos pela mesma insana agressividade americana. O Brasil quase triplicou seu PIB em onze anos nos governos populares de Lula e Dima, saiu da 13° posição no ranking para 7º, devendo chegar à 6º colocação ainda este ano, tirando 100 milhões de pessoas da linha da pobreza extrema e os Trolls acham que esse PIB foi construído pelo povo brasileiro, que vem escolhendo Lula e Dilma nesses anos todos, sem trabalhar? Estamos em quase pleno emprego e somos um povo de preguiçosos, então tá! Com esse crescimento, o Brasil não é um país de oportunidades? O problema desses lambe botas de ianques é, como disse em texto anterior publicado nesta Página do E, é a baixa escolaridade e a baixa qualidade de ensino que tiveram, aliada à massiva oferta de informação de baixa qualidade que devoram em redes sociais. Aposto que esses que adoram tanto o modo de vida americano, e que vem maltratando o nosso planeta de tal forma que se fossemos consumir como eles precisaríamos de 4 planetas iguais à terra, esses Trolls já devem ter tentado o visto de entrada nos EUA umas vinte vezes, mas não conseguem, por isso estão aqui ainda, pois nem seus ídolos desejam gente como eles em seu território. E somos nós é que tentamos usar da força pra convencer. Acabarão nas mãos de coyotes que é o destino certo desse tipo de gente. Lamentável.

  12. - IP 179.253.182.232 - Responder

    Adamastor Martins de Oliveira, que não conheço, deu uma aula para os “direitistas” que passam por aqui agredindo e insultando a tudo e a todos. Perfeito. Osmir, Ruas, Eliete e Atayde devem ficar satisfeitos por receberem, de graça, instruções para toda a vida. Que tal esta Paginadoe criar um espaço denominado “Luz para quem precisa”. Estarei lá, ao lado de Osmir, Ruas, Eliete e Atayde, em busca de iluminação… Parabéns, Adamastor!

    • - IP 177.41.81.53 - Responder

      Gostei,Sr. Ubirajara Itagi, eu também estarei lá em busca da iluminação do Gigante Adamastor.

      Só receio é que os iluminados fãs do monstro do Cabo das Tormentas não entendam a fina ironia do Ubirajara Itagi.

  13. - IP 189.59.36.157 - Responder

    Não que eu me regozije disso, mas esse último comentário do osmir (domingo, 23rd fevereiro 2014 às 12:15) é excelente para que pessoas que ainda tendam a concordar com esse tipo de gente saibam que basta espremer um pouquinho as cabecinhas deles para saber exatamente o que é que tem dentro.

  14. - IP 177.41.81.53 - Responder

    Já que todos acreditam em mim, então, a mim, me parece que devemos todos crer no espirito democrático de brucutus como Chaves, Fidel, Raul, Rafael Correa, Morales e outros da mesma turma.

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