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Corregedora  desembargadora Maria Aparecida, do TJ-MT, aperta o certo contra quem tramou grampos ilegais em Mato Grosso

Des. Maria Aparecida

Os grampos denunciados pelo promotor Mauro Zaque eram ilegais porque inseriram nomes, como os da deputada Janaina Riva e do advogado Jose Patrocínio, em meio a uma listagem enorme de possiveis traficantes de droga. Mas formalmente eram legais, já que autorizados por juízes no pleno exercicio de suas atividades. Mas será que esses juízes sabiam e foram coniventes com esta “barriga de aluguel”? Foi para esclarecer isso que a corregedora-geral de Justiça, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, determinou nesta terça-feira (16) que os magistrados que apreciaram  pedidos de interceptação telefônica prestem informações à Corregedoria-Geral no prazo de cinco dias, a contar por hoje.
A Comarca de Cáceres é o principal alvo, pois foi através desta comarca que foi dada a autorização para o grampo em telefones de pessoas envolvidas com tráficos de drogas onde, de forma fraudulenta, fora anexada uma lista com políticos, advogados, médicos, empresários e jornalistas que tiveram seus números grampeados.  A desembargadora também encaminhou oficio para todos os juízes criminais de Mato Grosso para que informem sobre todos os possíveis pedidos de solicitações de interceptações telefônicas. Ela ainda orientou os magistrados a ficarem atentos ao que estabelece a Consolidação das Normas da Corregedoria-Geral da Justiça (CNGC) sobre escutas telefônicas.
Confrome informa o Issoé Notícia, esta é a segunda linha de investigação determinada pelo Tribunal de Justiça. O presidente do Judiciário em Mato Grosso, desembargador Rui Ramos, determinou na segunda-feira (15) um procedimento sigiloso para investigar atos relacionados a grampos ilegais.
Em reunião coma deputada Janaina Riva (PMDB), – alvo da arapongagem- e o bloco de oposição da Assembleia, Rui disse que desconfiava que outros casos de grampos estejam ocorrendo no Estado.

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