(65) 99638-6107

CUIABÁ

Cidadania

JORNALISTA ACUSA SEM MOSTRAR A PROVA – Pedro Taques, reserva moral do Estado de MT, teria sido funcionário "fantasma" no extinto Bemat

Publicados

Cidadania

VESTAL PARIDA

Pedro Taques foi funcionário "fantasma" no extinto Bemat
Por Marcos Antonio Moreira (Villa)

De tradicional família "filintista roxa" do distrito de Bauxi, no município de Rosário Oeste, o ainda procurador da República Pedro Taques(foto)  — tido e havido como uma das (poucas) reservas morais do Estado e um dos ícones da luta contra o banditismo e a bandalheira em Mato Grosso — candidato a qualquer coisa na eleição de 2010, desde que seja ao governo do Estado ou ao Senado…

…Enquanto estudava Direito, em São Paulo, no início dos anos 80, era funcionário fantasma do extinto Banco do Estado de Mato Grosso — Bemat, à época em que a instituição era dirigida pelo agora secretário estadual de Cultura, Paulo Pitaluga da Costa e Silva, por Luiz Guimarães e por Altair Mundin, ex-prefeito de Rosário.

Fonte Click MT

http://www.supersitegood.com

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  TUDO EM FAMÍLIA:Terezinha Maggi deve ser a primeira suplente de Blairo Maggi ao Senado

Propaganda
5 Comentários

5 Comments

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Cidadania

LUIZ CLÁUDIO: Devemos ouvir a população sobre VLT ou BRT

Publicados

em

Por

Luis

A troca do VLT pelo BRT

* Luiz Claudio

Em seu primeiro discurso, após receber o resultado da última eleição, o prefeito Emanuel Pinheiro deixou claro que a gestão do Município sempre estará disponível para debater todas as ações que melhorem a vida da população cuiabana. Acontece que, para que um debate realmente seja uma verdade, esse processo necessariamente deve cumprir etapas como argumentar, ouvir, analisar e, por fim, tomar uma decisão em conjunto.

Essas etapas, essenciais principalmente em assuntos que envolvem mais de 600 mil pessoas, até o presente momento, continuam sendo completamente negligenciadas pelo Governo do Estado de Mato Grosso. O recente caso da troca do Veículo Leve sobre Trilho (VLT) pelo Bus Rapid Transit (BRT) é um grande exemplo dessa dificuldade que a Prefeitura de Cuiabá tem encontrado quando se depara com demandas em que o Executivo estadual está envolvido.

Agora, depois de tomada uma decisão individualizada, se lembraram que existem as Prefeituras Municipais. Com convites para reuniões, as quais o Município não terá nenhuma voz, tentam criar um cenário para validar um discurso de decisão democrática que nunca existiu. Por meio da imprensa, acompanhamos declarações onde se é cobrada uma mudança de postura da Prefeitura de Cuiabá. Mas, qual é a postura que desejam da Capital? A de subserviência? Essa não terão!

Leia Também:  Investigação sobre a Braserv, de Paulo Leão, já teve afastamento de delegada. O caso, todavia, promete muitas novidades

Defendemos sim um diálogo. No entanto, queremos que isso seja genuíno. Um diálogo em que as decisões que envolvam Cuiabá sejam tomadas em conjunto e não por meio da imposição. De que adianta convidar para um debate em que já existe uma decisão tomada? Isso não passa de um mero procedimento fantasioso, no qual a opinião do Município não possui qualquer valor.

Nem mesmo a própria população, que é quem utiliza de fato o transporte público, teve a oportunidade de ser ouvida. Isso não é democracia e muito menos demonstração de respeito com aqueles que depositaram nas urnas a confiança em uma gestão. Por conta dessa dificuldade de diálogo foi que o prefeito Emanuel Pinheiro criou Comitê de Análise Técnica para Definição do Modal de Transporte Público da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá.

Queremos, de forma transparente, conhecer o projeto do BRT. Saber de maneira detalhada o custo da passagem, o valor do subsídio, tipo de combustível, e o destino da estrutura existente como os vagões do VLT e os trilhos já instalados em alguns pontos de Cuiabá e Várzea Grande.

Leia Também:  Serys destaca trabalho de médicos obstetras e ginecologistas

Confiamos nesse grupo e temos a certeza de que ele dará um verdadeiro diagnóstico para sociedade. Mas, isso será feito com diálogo. Como deve ser! E é por isso que o próprio Governo do Estado também está convidado para participar das discussões, antes de qualquer parecer, antes de qualquer tomada de decisão. Como deve ser!

Assim, em respeito ao Estado Democrático de Direito, devemos ouvir a população que é quem realmente vai utilizar o modal a ser escolhido, evitando decisões autoritárias de um governo que pouco ou quase nada ouve a voz rouca das ruas.

* Luis Claudio é secretário Municipal de Governo em Cuiabá, MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA