CAOS NA SAÚDE: Em visita ao Ministério da Saúde, economista Vicente Vuolo descobre que a Prefeitura de Cuiabá aderiu ao Programa Mais Médicos em agosto de 2013, durante o 1º ciclo. Posteriormente, na 2ª etapa, em dezembro de 2013, a Prefeitura encaminhou um ofício dizendo que não tinha mais interesse.

Vicente Vuolo conversou longamente com o diretor do Departamento de Provisão de Profissionais de Saúde do Programa "Mais Médicos", Jerzey Timóteo Ribeiro Santos, em seu gabinete, em Brasília. Segundo Jerzey, o Ministério da Saúde está pronto a acolher um pedido do prefeito Mauro Mendes para que Cuiabá seja beneficiado pelo Programa e um grupo de profissionais médicos seja enviado para ampliar o atendimento das periferias da capital de Mato Grosso

Vicente Vuolo conversou longamente com o diretor do Departamento de Provisão de Profissionais de Saúde do Programa “Mais Médicos”, Jerzey Timóteo Ribeiro Santos, em seu gabinete, em Brasília. Segundo Jerzey, o Ministério da Saúde está pronto a acolher um pedido do prefeito Mauro Mendes para que Cuiabá seja beneficiado pelo Programa e um grupo de profissionais médicos seja enviado para ampliar o atendimento das periferias da capital de Mato Grosso

 

O pré-candidato a senador pelo Partido dos Trabalhadores Vicente Vuolo foi recebido na quinta-feira pelo diretor do Departamento de Provisão de Profissionais de Saúde do Programa “Mais Médicos”, Jerzey Timóteo Ribeiro Santos, para saber dos reais motivos de Cuiabá ser a única capital do país que não aderiu ao programa.

Segundo Timóteo, o município de Cuiabá aderiu ao projeto em agosto de 2013, durante o 1º ciclo. Posteriormente, na 2ª etapa, em dezembro de 2013, a Prefeitura encaminhou um ofício dizendo que não tinha mais interesse.

“Já se encerraram os cinco ciclos. São 14.200 médicos trabalhando no país. Cuiabá, hoje, tem próximo de 38,72% de cobertura de Saúde da Família para 217.350 habitantes por 63 equipes, o que não é suficiente. A cobertura ideal seria de 50% a 60% porque, com certeza, tem área descoberta”.

Vuolo indagou se essas novas equipes iriam substituir as 63 equipes já existentes. Timóteo afirmou que não. “O programa é para aumentar, criar novas equipes. É preciso que o prefeito encaminhe um ofício retomando o interesse no Programa, e já colocando a quantidade de médicos necessários”.

Jerzey Timótheo Ribeiro Santos enalteceu a preocupação de Vuolo e disse que 85% dos problemas de saúde podem ser resolvidos lá na periferia e, que somente 15% são encaminhados à atenção especializada ou hospitalar.

2 Comentários

Assinar feed dos Comentários

  1. - IP 177.64.226.205 - Responder

    por que mauro mendes não vai a brasilia e assina logo esse programa? os médicos virão pra cá sem custo nenhum para a prefeitura, não é mesmo? o que é que custa?

  2. - IP 189.31.4.245 - Responder

    Os cubanos podem estragar os esquemas…
    Podem ser olheiros do governo federal…
    Podem denunciar as maracutaias…velhas maracutaias…
    Podem não concordar que remédios sejam roubados dos postos de saúde…
    Podem não querer participar das práticas cuiabanas de distribuir remédios, guias de consultas e exames pelos cabos eleitorais dos vagabundos…
    Podem não concordar que somente parasitas de politicos sejam contratados nos hospitais publicos locais, sem o mínimo preparo para a função, para serem usados durante as eleições…
    Podem filmar ou fotografar as kombis cheias de remédios sendo carregadas a noite e levadas para certos destinos…
    Podem atrapalhar a velha prática de deixar remédios vencer para que compras suspeitas sejam realizadas…
    Podem querer tirar aparelhos de exames, raio-x, ultrassonografia, e mamógrafos dos porões onde apodrecem…
    etc etc etc etc….
    Cubanos não são ‘confiáveis’….kkkkk

Deixe seu Comentário

Seu endereço de email não será publicado.
Campos com * são obrigatórios.

9 + cinco =