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Prefeitura do Rio vai encaminhar projeto para armar a Guarda Municipal

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A prefeitura do Rio de Janeiro divulgou que irá encaminhar, na próxima semana, projeto à Câmara Municipal propondo o armamento da Guarda Municipal. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (18) pelo prefeito Eduardo Paes. Ele participou da abertura do ano legislativo dos vereadores, na qual entregou mensagem com os principais projetos para 2021.

“[O projeto da Guarda Municipal armada] deve ser encaminhado também. Basicamente o que você precisa é mudar o artigo da Lei Orgânica que permite o armamento da Guarda Municipal”, disse o prefeito, na saída da sessão. Ele terá um encontro com vereadores de todos os partidos na próxima semana, quando deverá detalhar o assunto e demais prioridades de sua gestão.

Embora historicamente o ocupante da cadeira de prefeito forme maioria na Câmara, o assunto do armamento dos guardas municipais é polêmico e poderá encontrar resistência, principalmente na bancada de oposição.

“Eu vejo que armamento não é a solução. Temos que parar de pensar a segurança pública na perspectiva de armar a Guarda Municipal. Não vejo que este seja o caminho. A gente vive em uma cidade muito desigual. Quando se pensa em Guarda Municipal, precisamos que ela seja mais estruturada, com plano de carreira, para se organizar e cuidar do patrimônio público”, disse o vereador William Siri (PSOL), que adiantou que votará contra o armamento da Guarda.

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Vacinas

Paes também comentou a falta de vacinas nos postos municipais e disse que a expectativa é que cheguem novos lotes no próximo dia 23. Segundo o prefeito, a vacinação será retomada tão logo as doses estejam disponíveis.

“O que a gente tem de informação do Butantã e do Ministério da Saúde é que seria dia 23 a chegada das vacinas, na próxima terça-feira. Chegando, a gente retoma a vacinação imediatamente. Tendo vacina, a gente tem capacidade de aplicar. Já chegamos a 3,5% da população. Somos a cidade brasileira que mais vacinou”, disse Paes.

Edição: Aline Leal

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Morre o prefeito de São Paulo, Bruno Covas

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, morreu às 8h20 deste domingo (16), em decorrência do câncer da transição esôfago-gástrica e complicações do tratamento. O velório será fechado, com a presença apenas para a família, mas haverá também uma cerimônia na prefeitura.

Licenciado do cargo no início deste mês, Bruno Covas estava em tratamento no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

Filho de Pedro Lopes e Renata Covas Lopes e pai do jovem Tomás Covas, Bruno nasceu em Santos, no litoral paulista, no dia 7 de abril de 1980, e foi advogado, economista e político brasileiro.

Mudou-se para a capital paulista em 1995 e, dois anos depois, filiou-se ao PSDB, seguindo os passos do avô, o ex-governador Mário Covas (1930-2001), sua grande inspiração e influência política . No partido, chegou a ser presidente estadual e nacional da Juventude do PSDB e ocupou cargos na Executiva Estadual.

Sua carreira na política começou em 2004, quando se candidatou a vice-prefeito de sua cidade natal. Dois anos depois, foi eleito deputado estadual na Assembleia Legislativa de São Paulo e reeleito para o mesmo cargo e m 2010, com mais de 239 mil votos, sendo o mais votado d aquele ano.

Leia Também:  WALDIR BERTÚLIO: O capitalismo, o endeusamento do mercado, o lucro, têm no racismo uma base de sustentação. É o que assistimos hoje aqui em MT, as populações indígenas, legítimas detentoras das terras, são ostensivamente violentadas, oprimidas e exploradas.

No ano seguinte, assumiu a Secretaria Estadual do Meio Ambiente no governo de Geraldo Alckmin, permanecendo no cargo até 2014, quando foi eleito deputado federal para o mandato 2015-2019.

Edição: Nádia Franco

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