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Omar Aziz decreta prisão de Roberto Dias por falso testemunho

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O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), decretou a prisão do ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde (MS) Roberto Ferreira Dias, por perjúrio.

Na avaliação de Aziz, Dias mentiu à CPI, mesmo tendo jurado falar a verdade. Mesmo sob protestos de alguns senadores e da advogada de Dias, presente à reunião, o ex-funcionário do MS saiu da sala acompanhado pela Polícia Legislativa.

Dias foi encaminhado pela Polícia Legislativa para a delegacia do departamento, no Senado. Lá, é fixado o valor da fiança.

O ex-diretor negou ter pedido vantagens a Luiz Paulo Dominguetti para a aquisição de 400 milhões de doses de vacina contra a covid-19. Ele também negou ter marcado um encontro com Dominguetti, vendedor autônomo da empresa Davati Medical Supply, em um restaurante de Brasília. Segundo Dias, o encontro foi acidental.

O surgimento de áudios, na tarde de hoje, vazados pela imprensa e divulgados na CPI embasaram a decisão de Aziz. Os áudios mostram uma conversa de Dominguetti com outra pessoa, na qual ele confirma o encontro com Dias no dia 25, quando ambos estiveram juntos no restaurante.

Leia Também:  Se colocados num espremedor de fatos o despacho do delegado federal Josélio Sousa, pedindo que o presidente Lula seja ouvido no âmbito da operação Lava Jato, e a matéria do repórter Filipe Coutinho, da revista Época, noticiando a iniciativa com estardalhaço, não se obterá uma xícara de xarope da verdade. Os dois ingredientes juntos produzem muita espuma venenosa que, depois da desejada intoxicação política, será levada pelo ralo. Mas o mal já estará feito, como sempre acontece nestes jogos entre procuradores, delegados e jornalistas para garantir manchetes e processos. Leia ANÁLISES de Tereza Cruvinel e Miguel do Rosário e o OFÍCIO do delegado Josélio Azevedo de Souza

“Ele está preso por mentir, por perjúrio. Estamos aqui pelos que morreram, não estamos aqui para brincar não. Isso que está acontecendo não vai acontecer mais. E todo depoente que estiver aqui e achar que pode brincar terá o mesmo destino dele”, acrescentou o presidente ao confirmar a decisão, apesar da tentativa de colegas de reverter a prisão de Dias.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) foi um deles. Ele entendeu que a decisão deveria ser revista, já que não houve prisão decretada para outros depoentes. Otto Alencar (PSD-BA) também foi contra a prisão.

Segundo o vice-presidente da comissão Randolfe Rodrigues (Rede-AP), um pequeno grupo de senadores, incluindo senadores da base do governo e da oposição, tentaram uma negociação com a defesa de Dias, para ele trazer fatos concretos em troca de não ser preso. Mas não houve acordo.

“Consideramos lamentável [a postura de Dias]. Achamos que o senhor Roberto poderia contribuir muito com essa CPI”, disse Randolfe. “Ele colaborou muito pouco com a comissão. Talvez a maior colaboração foi dizer que Elcio Franco [secretário-executivo do MS à época dos fatos] é o responsável pela compra”. Randolfe disse esperar que a prisão de Dias tenha “efeito didático” sobre os próximos depoimentos.

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Edição: Kelly Oliveira

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Presidente Bolsonaro condecora ministros com a Ordem do Rio Branco

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O presidente Jair Bolsonaro condecorou hoje (8) personalidades civis e militares com a Ordem de Rio Branco, honraria concedida pelos serviços prestados ao país. A cerimônia de entrega das medalhas foi realizada no Itamaraty, em Brasília. 

Foram agraciados pelo presidente com o grau Grã-Cruz a primeira-dama, Michele Bolsonaro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, o ministro da Cidadania, João Roma, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o ministro do Turismo, Gilson Machado, e a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda. 

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Bruno Bianco, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e os presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do BNDES, Gustavo Montezano, também receberam a honraria. 

A Ordem de Rio Branco foi instituída em 1963 em homenagem ao Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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