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Dilma mostra, na Suíça, como governo do PT está mudando o País e a vida do povo pobre do Brasil: “Vamos transformar uma riqueza finita em um patrimônio perene para população: a educação. Essa alquimia, de transformar petróleo em conhecimento, beneficiará nossa estrutura produtiva. Trabalhadores bem-formados, gerando mais produtividade, conseguem aplicar conhecimento e inovação”, disse

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Dilma: investimento em infraestrutura é para enfrentar gargalos e demanda maior

 Carolina Sarres* – Repórter da Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (24), ao participar do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que os investimentos do governo em infraestrutura têm o objetivo de enfrentar os gargalos gerados por décadas de subinvestimento, agravados pelo aumento da demanda da população nos últimos anos. Ela citou como exemplo as parcerias público-privadas estabelecidas para investimentos na área, especialmente as concessões no setor energético, e em melhorias urbanas e sociais.
“O objetivo é somar recursos, aumentar a eficiência e aperfeiçoar a gestão dos serviços associados a essas obras. Os consórcios privados que vêm participando das concessões são integrados a grandes empresas nacionais e internacionais”, explicou a presidenta, lembrando os leilões de rodovias, as obras em aeroportos e o novo marco regulatório para o sistema portuário, a Lei dos Portos.
Sobre o sistema de transportes, Dilma ressaltou a importância da melhoria das linhas ferroviárias para suprir a demanda gerada pela exportação de minérios e grãos. Ela lembrou que em 2014 será feito o primeiro leilão de ferrovias para a Região Centro-Oeste. Em relação à mobilidade urbana, citou os investimentos de US$ 62 bilhões (R$ 147,2 bilhões) em metrôs, monotrilhos e nos veículos leves sobre trilhos (VLTs). “Um dos maiores desafios é criar essa malha rodoviária, moderna e compatível com o tamanho continental do país”, disse.
Segundo a presidenta, com o leilão do Campo de Libra, do pré-sal, em 2013, a estimativa é a de que sejam mobilizados US$ 8 bilhões (cerca de R$ 19 bilhões), valor que incidirá sobre toda a cadeia produtiva de petróleo e gás natural.
A destinação dos royalties do petróleo à educação também foi tema do discurso. “Vamos transformar uma riqueza finita em um patrimônio perene para população: a educação. Essa alquimia, de transformar petróleo em conhecimento, beneficiará nossa estrutura produtiva. Trabalhadores bem-formados, gerando mais produtividade, conseguem aplicar conhecimento e inovação”, acrescentou.
Leia Também:  LULA TRANQUILÃO FALANDO NESTE SÁBADO LÁ NO CEARÁ: Se tudo der certo, e a Suprema Corte aprovar, quinta-feira eu estarei assumindo a Casa Civil do governo. E vou dizer por que que eu aceitei, depois de muito tempo. É porque eu tô convencido, acredito nisso como acredito em Deus, que este País tem que mudar, tem que dar a volta por cima, mudar a economia, gerar emprego e renda pra essas pessoas. É todo dia se falando em corte neste País. Em crise. Precisamos falar em crescimento, desenvolvimento e investimento neste País.Volto pra ajudar a companheira Dilma, andar de mãos dadas com ela e com vocês, pra vir aqui inaugurar a Transposição das Águas do Rio São Francisco." LEIA O DISCURSO
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Plano ABC+ pretende reduzir emissão de carbono em 1,1 bi de toneladas

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A nova versão do Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (Plano ABC+) pretende cortar a emissão de carbono em 1,1 bilhão de toneladas até 2030. Isso representa um aumento de sete vezes ao valor definido no plano original, cuja primeira etapa foi executada na última década.

As metas revisadas foram divulgadas hoje (18) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. A nova etapa do plano pretende introduzir tecnologias de produção sustentável em 72,68 milhões de hectares no Brasil nos próximos nove anos. A área equivale a pouco mais que o dobro da superfície do Reino Unido.

O plano também pretende aumentar em 208,4 milhões de metros cúbicos o volume de resíduos animais tratados e ampliar para 5 milhões o número de cabeças de gado engordadas com o método de terminação intensiva a pasto, que prevê o fornecimento de rações aos animais durante o período de seca e a melhoria da adubação dos pastos. A engorda mais rápida reduz a emissão de gás carbônico pelo gado.

Leia Também:  Artigo deste blogueiro sobre vacilações de Pedro Taques na defesa da Constituição repercute ao ser republicado por Luis Nassif. E já se sabe que Celso Mello, Gilmar Mendes, Luis Fux e Marco Aurélio já votaram contra cassação de mandatos pelo STF

Na cerimônia de lançamento do plano, a ministra Tereza Cristina disse que, apesar das metas ambiciosas, o agronegócio brasileiro tem condições de cumpri-las. “Temos uma das mais ambiciosas políticas públicas da agropecuária do mudo, que traça metas ousadas para aprimorar a sustentabilidade da produção brasileira ao longo da próxima década e manter o agro na vanguarda dos esforços de enfrentamento da mudança do clima”, declarou.

Em relação ao Plano ABC, executado entre 2010 e 2020, o Ministério da Agricultura informou que os resultados superaram as previsões. Nos últimos dez anos, as ações conseguiram evitar a emissão de 170 milhões de toneladas de gás carbônico e beneficiou 52 milhões de hectares com tecnologias mais modernas de produção. Isso significa 46,5% além da meta original, segundo a pasta.

Os valores anunciados hoje serão somados às metas executadas na última década. Dessa forma, as metas atingidas pelo Plano ABC original estão mantidas. O Plano ABC+ será apresentado pelo governo brasileiro na próxima Conferência das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (COP-26).

Leia Também:  LULA TRANQUILÃO FALANDO NESTE SÁBADO LÁ NO CEARÁ: Se tudo der certo, e a Suprema Corte aprovar, quinta-feira eu estarei assumindo a Casa Civil do governo. E vou dizer por que que eu aceitei, depois de muito tempo. É porque eu tô convencido, acredito nisso como acredito em Deus, que este País tem que mudar, tem que dar a volta por cima, mudar a economia, gerar emprego e renda pra essas pessoas. É todo dia se falando em corte neste País. Em crise. Precisamos falar em crescimento, desenvolvimento e investimento neste País.Volto pra ajudar a companheira Dilma, andar de mãos dadas com ela e com vocês, pra vir aqui inaugurar a Transposição das Águas do Rio São Francisco." LEIA O DISCURSO

Ações

O novo plano estabelece uma abordagem integrada das áreas produtivas, poupando o máximo possível de terra e cumprindo o Código Florestal, a manutenção da saúde do solo e a conservação de água e da biodiversidade. Segundo o Ministério da Agricultura, essa abordagem melhora a geração de renda por meio dos serviços ambientais gerados pelos ecossistemas durante a produção agropecuária.

A promoção de oito formas de tecnologia está prevista no Plano ABC+: a recuperação de áreas degradadas; o plantio de 4 milhões de hectares de florestas; o tratamento de resíduos animais; a terminação intensiva de pastos; o uso de micro-organismos a partir de bioinsumos; plantio direto de grãos com o mínimo de reviramento de solo e cobertura permanente com plantas vivas ou palhada; sistemas de irrigação eficientes que consumam pouca água; e sistemas integrados de plantio entre culturas diferentes e hortaliças.

Edição: Fábio Massalli

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