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Câmara aprova comissão para acompanhar desaparecimentos na Amazônia

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) a criação de uma comissão externa para acompanhar, fiscalizar e propor providências sobre o desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Philips, correspondente do jornal britânico The Guardian. Os dois desapareceram no dia 5 de junho em área da reserva indígena do Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares.

A proposta foi apresentada pela deputada Joenia Wapichana (Rede-RR) e outros 12 parlamentares. Segundo a deputada, é imprescindível que a Câmara “se debruce sobre as circunstâncias do desaparecimento do jornalista Dom Philips e do indigenista Bruno Pereira”.

“A razão que leva ao requerimento desta Comissão externa é que o país todo está aguardando providências nossas, do Poder Legislativo, como Parlamentares que juraram prezar pela Constituição Federal. Pessoas estão desaparecida em um território da Amazônia indígena por apurar uma série de denúncias provocada por povos indígenas, por ribeirinhos, por pessoas que moram naquela área”, afirmou a deputada.

Senado

Na segunda-feira (13), o Senado já havia aprovado a criação de uma comissão temporária externa para acompanhar as investigações. O pedido de criação da comissão foi feito pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Segundo ele, a região está entregue a organizações criminosas de garimpo ilegal, de extração ilegal de madeira e também do narcotráfico.

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“E são essas organizações criminosas no Vale do Javari, contra as quais Dom Phillips, Bruno Pereira e os povos indígenas lutavam”, argumentou o senador. O grupo será formado por três integrantes da Comissão de Direitos Humanos, três da Comissão de Meio Ambiente e três da Comissão de Constituição e Justiça.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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Vera Lúcia, do PSTU, registra de candidatura à Presidência no TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu ontem (6) o pedido de registro de candidatura da operária Vera Lúcia, do PSTU, à presidência da República. A candidata à vice-presidência é a indígena Raquel Tremembé.

No pedido de registro, Vera declarou depósito de R$ 8,8 mil em poupança como único item da lista de bens. De acordo com informações do site do TSE, ainda não houve cadastramento da lista de bens de Raquel.

A candidatura do PSTU não tem coligações e o partido não participa de nenhuma federação partidária.

Conforme proposta de governo enviada ao TSE, a chapa do PSTU defende uma “alternativa socialista à barbárie promovida pelo capitalismo”.

O pedido de registro de candidatura na Justiça Eleitoral é o primeiro passo para a oficialização dos nomes dos candidatos que foram aprovados nas convenções partidárias e pretendem concorrer às eleições de outubro.

Oficialmente, a campanha eleitoral, quando os candidatos podem efetivamente pedir votos e divulgar seus números, começa no dia 16 de agosto. O registro no TSE e nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) deve ser feito até o dia 15 de agosto.

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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