Até Emanuel Pinheiro se espanta: “Não pode ser considerado normal um lobista confesso ser presenteado com um cargo comissionado no governo. Como que um lobista, do nada, assume um cargo estratégico dentro do gabinete do vice-governador do Estado?”

A administração do governador Silval Barbosa, como sempre, vai fazendo água. Quando sossega uma crise, logo aparece outra. Agora, a grande celeuma é para saber como é que o lobista Rowles Magalhães conseguiu posição de destaque para mamar uma boa grana como assessor de Chico Daltro. Confira o noticiário. (EC)

Daltro é convidado a prestar esclarecimentos

Deputado José Domingos Fraga, do mesmo partido do vice-governador, colheu assinaturas para que este possa informar sobre as supostas denúncias de Rowles Magalhães

RENATA NEVES
Do DIARIO DE CUIABÁ

O vice-governador de Mato Grosso, Chico Daltro (PSD), deverá comparecer à Assembleia Legislativa na próxima quarta-feira (29) para prestar esclarecimentos sobre o envolvimento do ex-assessor especial da Vice-governadoria, Rowles Magalhães Pereira da Silva, em supostas irregularidades envolvendo o processo licitatório do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande. O requerimento para convidar Daltro a comparecer ao Legislativo foi apresentado pelo deputado estadual José Domingos Fraga (PSD) e contou com as assinaturas de 11 parlamentares.

O debate sobre o suposto esquema tomou conta das sessões realizadas na Casa de Leis durante a manhã e tarde de ontem (22) e gerou mal estar entre deputados do PR e do PSD.

O assunto foi levantado inicialmente por Emanuel Pinheiro (PR). Durante sessão matutina, o parlamentar usou a tribuna para cobrar posicionamento do governo do Estado sobre as denúncias divulgadas pelo portal de notícias UOL, de que o vencedor da licitação do VLT era conhecido ao menos um mês antes da abertura dos envelopes e que membros do governo teriam recebido R$ 80 milhões para viabilizar o esquema.

“Não pode ser considerado normal um lobista confesso ser presenteado com um cargo comissionado no governo. Como que um lobista, do nada, assume um cargo estratégico dentro do gabinete do vice-governador do Estado. E o que é pior: ele passa a ser o estopim de uma denúncia colocando Mato Grosso e o governo Silval em cheque”.

Em seguida, o republicano levantou a necessidade de representantes do governo comparecerem ao Parlamento para dar explicações sobre o fato. “A exoneração do Rowles é o mínimo que deveria ter sido feito”, completou.

Seu discurso foi reforçado por José Domingos Fraga, que, posteriormente, deu início à coleta de assinaturas para garantir aprovação do requerimento convocando Chico Daltro, que também é presidente estadual do seu partido.

“Ele [Chico Daltro] é a maior liderança nossa, o nosso vice-governador e presidente do nosso partido, por isso não podemos deixar que essas denúncias se perpetuem. Espero que ele venha à Assembleia esclarecer todas as dúvidas para sepultar de vez esse assunto, até porque tenho convicção de que ele não tem nenhum envolvimento nessa questão”.

Secretário-geral do PSD e presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual José Riva rebateu as declarações feitas por Pinheiro e saiu em defesa do vice-governador.

“Chico Daltro não participou de nenhuma discussão sobre o VLT. Não podemos, em função de eventuais divergências, querer vincular Daltro a uma situação da qual ele nunca participou. Contratar empresa para construir o VLT é problema do governo. Quem vai ganhar não interessa. Queremos o melhor para a população”.

Líder do PSD na Assembleia, Walter Rabelo minimizou a possível existência de lobby em prol do VLT e insinuou que o mesmo ocorreu durante licitação do sistema de transporte intermunicipal, a qual Emanuel Pinheiro acompanhou de perto.

“Lobby por lobby, onde não tem lobby? Lobby por lobby, quando se tratou da questão do transporte interestadual será que não teve lobby também? São questionamentos que devem ser feitos”.

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WR cita Eder, que diz conhecer Rowles

DO DIÁRIO DE CUIABÁ

Em meio à discussão sobre as irregularidades na licitação do VLT, o líder do PSD na Assembleia Legislativo, deputado Walter Rabello, levantou a possibilidade do ex-secretário da Copa, Eder Moraes (PR), ter envolvimento com o ex-assessor especial da Vice-governadoria, Rowles Magalhães Pereira da Silva, e sugeriu que o republicano também seja convocado a prestar esclarecimentos no Legislativo.

“Será que o ex-presidente da Secopa (sic) conhecia o Rowles?”. Ao retornar à tribuna, o parlamentar afirmou ter recebido informações de que Rowles participou de várias reuniões a portas fechadas com Eder Moraes na Secopa. “Há, inclusive, imagens dessas reuniões”.

Ressaltou ainda o fato do ex-assessor ter viajado com o ex-secretário e com membros da Secopa, porém não citou detalhes sobre a viagem nem qual teria sido o motivo para realização da mesma.

Em entrevista ao Diário, Eder Moraes confirmou conhecer Rowles. “O fato de conhecer ou não o Rowles não quer dizer absolutamente nada. Eu conheci Rowles dentro do governo do Estado. Já havia conhecido, conversado ou discutido com ele e com outros investidores, vários investidores de outros fundos antes”.

O ex-secretário ressaltou, porém, que a nomeação de Rowles no governo se deu após sua saída da Secopa e negou ter qualquer envolvimento mais estreito com o lobista. “O que a Secopa, sob a minha gestão, tem é o recebimento de doação de parte de um estudo de viabilidade do VLT. Esta doação está registrada no cartório de títulos e documentos e quem doou o estudo foi o fundo de investimento Infinity. Não tenho bola de cristal para adivinhar se as pessoas estão buscando alternativas de investimentos”.

Em relação a supostas reuniões “a portas fechadas” das quais teria participado com Rowles, Eder Moraes desconversou. “Eu, como homem público e como gestor público, tenho por obrigação receber todos que me procuram na secretaria, afinal a secretaria é pública, feita para atender o cidadão”.

O ex-secretário afirmou ainda que as “tentativas de manchar sua imagem” estão sendo feitas após ele ter anunciado intenção em disputar eleição em 2014. Por fim, acusou Rabello de ter envolvimento com o empresário Kazutoshi Uemura, acusado de usar “testas-de-ferro” e empresas laranja para adquirir produtos em outros Estados sem efetuar o pagamento. “Quem entende de atender a portas fechadas é o Walter, que atendia a portas fechadas o grupo do Uemura”. (RN)

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Diógenes escolhe delegado da GCCO

DO DIÁRIO DE CUIABÁ

O delegado da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Gianmarco Paccola, será o responsável por conduzir as investigações sobre supostas irregularidades na licitação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O prazo para a conclusão do inquérito é de 30 dias podendo ser prorrogado conforme o desenvolvimento das investigações.

A designação foi feita pelo secretário de Estado de Segurança Pública, Diógenes Curado, que garantiu ao delegado apoio do setor de Inteligência das polícias Civil e Militar para encaminhar os trabalhos, caso necessário.

“O VLT é o maior projeto para Copa do Mundo em Mato Grosso e o Estado não pode ser colocado em xeque em relação a isso. Vamos tomar todas as medidas necessárias para que o inquérito seja concluído o mais rápido possível”, ressaltou Curado.

A determinação para designação de um delegado foi dada pelo governador Silval Barbosa (PMDB) na última segunda-feira (20), um dia antes de ser publicada a exoneração do ex-assessor da Vice-governadoria, Rowles Magalhães, que teria atuado como lobista no esquema e denunciado o recebimento de propina por membros do governo no montante de R$ 80 milhões.

Ontem (22), entretanto, o governador evitou falar sobre o assunto e não respondeu o questionamento feito por jornalistas sobre quem teria indicado o lobista para o cargo. Limitou-se apenas a destacar a atuação do governo no combate a atos de corrupção. “Nada de denúncias que chegam até o governo ficam debaixo do tapete. Tudo o que chega eu sempre mandei apurar com rigor”, disse Silval. (RN)

4 Comentários

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  1. - IP 189.114.51.76 - Responder

    Nos idos de 1500, só eram enviados para a nova terra, bandidos de altíssima periculosidade. Só embarcavam nas naus portuguesas, pessoas degredadas. Ladrões, homicidas, fraudadores de escrituras publicas, pederastas, estupradores e cia. Essa nossa terra, só foi povoada por este tipo de gente. Somos bugres, e nossa elite é cabocla. Toda degredada. Essas negociatas esta no DNA dos nossos políticos profissionais. Vamos esperar o que? É dai para pior!

  2. - IP 177.64.225.94 - Responder

    Caro Dorneles quando os primeiros fora da lei portuguesa aqui chegaram encontraram um povo honrado e esse povo que na época eram quase 5.000.000 hoje reduzida a menos de 300.000 assassinados pelos bárbaros aqui aportados ainda conservam a sua honra e nunca eles aceitaram ser escravos. Os poucos que sobrevivem puros ou mestiçados amam a liberdade e fazem o que pode para defender a natureza. Eles honram e respeita quem os respeita. A elite que afirma existir e existe não é bem como diz “cabocla” Ela é como se diz no jargão popular os representantes do capitalismo selvagem e puros. Para esses abutres na política ou fora dela o que o interessa é o quanto vão abocanhar no empreendimento que entram. Pode ser política ou empresa o que vale é o lucro. Posso escrever sem erro no povão brasileiro não há o DNA da pilantragem, isso posso garantir.
    INDIO do BRASIL PT 13456

  3. - IP 177.41.80.33 - Responder

    Os cabeças do PT. Zé Dirceu, Delubio, Genuino entre outros. O mensalão, não me deixa mentir Índio. Aqui ninguém é puro. Nem índios puros, no Brasil, não existe mais. Foi a elite que elegeu Riva? Pinheiro? Não! Foi o povão. Acorda filho!

  4. - IP 189.19.220.211 - Responder

    AS MATERIALIZAÇÕES ESPÍRITAS DE UBERABA-MG SÃO CONFIRMADAS PELO INSTITUTO DE PERÍCIA TÉCNICA DE SÃO PAULO

    Livro: Materializações de Uberaba

    Extraído do livro Materializações de Uberaba, de Jorge Rizzini. Ed. Livro Fácil – Nova Luz Editora. Fotos de Nedyr Mendes da Rocha

    É realizada na cidade de Uberaba-MG, em Janeiro de 1964, uma seção de materialização espiritual, através da Médium Otília Diogo, com a presença de Chico Xavier, no pequeno consultório médico de Waldo Vieira, e em condições capazes de evitar possibilidade de fraude.

    Estavam presentes no consultório do Dr. Waldo Vieira (local da experimentação) treze médicos, alguns professores de faculdades. Eram eles: Dr. Eurípedes Tahan Vieira, Dr. Cleomar Borges de Oliveira, Dr. Adroaldo Modesto Gil, Dr. Alberto Calvo, Dr. Adelor Alves Gouveia, Dr. Waldo Vieira, Dr. Oswaldo de Castro, Dr. Elias Barbosa, Dr. Armando Valente de Couto, Dr. José Américo Junqueira de Mattos, Dr. Ismael Ferreira da Rezende, Dr. Milton Skaff e Dr. Sebastião de Mello, que dirigiu a sessão propriamente dita.

    Rigorismo absoluto, inclusive entre os próprios médicos. Basta recordar que a ninguém foi permitido entrar na sala dos trabalhos trazendo lenço e nem relógio no pulso. Ainda mais : foram obrigados a entrar na sessão sem paletó… e sem gravata! Quanto a médium Otília Diogo, devia trocar de roupa : Ao invés do vestido colorido, que usavam, devia ela vestir uma camisola negra, exclusivamente. A cautela se justificava : É que o espírito de Irmã Josefa se materializa como freira, vestida totalmente de branco. A jornalista associada, Wanda Marlene, foi incumbida pelos médicos de acompanhar dna. Otília Diogo ao compartimento contíguo ao consultório e fiscalizar, também, a troca de roupa. Era a primeira vez que a jornalista se defrontava com a médium.

    Fechada a porta, foram as lâmpadas do consultório apagadas.

    Dr. Sebastião de Mello, após fazer uma breve explanação sobre os fenômenos que certamente iriam se verificar, pediu a Francisco Cândido Xavier que abrisse a sessão com uma prece.

    A experimentação foi cronometrada pelo Dr. Adroaldo Modesto Gil e teve início, exatamente, às 21:05 hs. Cinco minutos depois, porém, já a notável médium entrou em transe: primeiro, gemidos, em seguida liberação do ectoplasma pela boca, ouvidos e nariz. As 21,20 hs. (dez minutos depois) surgiu o primeiro fenômeno: aspersão de perfume em forma de chuva leve sobre os repórteres (aviso de que Irmã Josefa iria materializar-se). Sete minutos após a “chuva”, com espanto observaram todos o segundo fenômeno: uma luminosidade movimentando-se nas proximidades da médium, a qual se mantinha em sono profundo. A luminosidade continuou em movimento e um minuto depois foi constatado o terceiro fenômeno: uma voz feminina ecoou no consultório. Voz com timbre metálico, porém suave, meigo.

    Os repórteres, é óbvio, começavam a assustar-se.

    Sete minutos após a “voz direta”, para espanto e admiração de todos, foi visto o quarto fenômeno, magnífico e notável: a aparição de uma forma feminina, vestida com um volumoso e complicado traje branco de freira, trazendo luz na fronte e no tórax. E no peito um crucifixo com cerca de dez centímetros de altura. Era Irmã Josefa.

    O ambiente vibratório não era dos melhores, mas, ainda assim, Irmã Josefa se manteve materializada durante meia hora. Além das provas que precederam sua aparição tangível, deu ela ainda outras: conversou com os repórteres e fotógrafos durante trinta minutos, permitiu que lhe tocassem o corpo, deixou-se fotografar ao lado de Mário Moraes, Jorge Audi e José Franco.

    A conversa inteira entre Irmã Josefa e os repórteres foi registrada no gravador do Dr. Eurípedes Tahan Vieira. A fita magnética foi emprestada ao autor desta obra, que a ouviu, atentamente.

    Este é apenas um resumo. Houve uma tentativa asquerosa da Revista “O Cruzeiro” de divulgar à população de que tudo não passava de fraude. Mas os repórteres da Revista, como Mário Moraes, Jorge Audi, Nilo Oliveira e outros, todos ficaram deslumbrados com o fenômeno e o atestaram como real, mas …

    Cabe aqui um parênteses : David Nasser, que foi um dos diretores de “O Cruzeiro” fez, anos antes, uma reportagem, rasa e torpe, tentando ridicularizar Francisco Cândido Xavier e o Espiritismo. Daí, nada de honesto e íntegro poderia advir dessa Revista.

    Dias depois, a citada revista divulgou em todo o Brasil uma reportagem (primeira de uma extensa série) assinada por seis dos sete repórteres e intitulada… “A Farsa da Materialização”: uma reportagem enorme, com catorze páginas, arrasando a médium, os médicos e as reportagens subsequentes, os repórteres se tornaram ainda mais agressivos (para efeito de sensacionalismo) e taxaram os médicos de mistificadores, levianos, escroques, petulantes, gangsters (…) etc.

    A Revista ainda contava com um laudo do Instituto de Criminalística do Rio de Janeiro que, a princípio, referendava as acusações levianas dos Repórteres. Mas não contavam com um laudo feito pelo Instituto similar de São Paulo, QUE DESMENTIA CATEGORICAMENTE as afirmações tendenciosas de Carlos Éboli, diretor da Perícia Técnica do Rio.

    O Professor Carlos Petit, do Instituto de Perícia Técnica Paulistana, junto com o Diretor Paulo Vitale e Egas Muniz, DESMASCARARAM A REVISTA O CRUZEIRO E O INSTITUTO DO RIO, afiançando a veracidade das fotos.

    Para resumir, passaremos às fotos da materialização e aos Laudos dos dois Institutos :

    Irmã Josefa

    Materialização de Irmã Josefa.

    Irmã Josefa e o Repórter M. Morais

    Foto do Repórter Mário Morais ao lado de uma das materializações.

    Waldo Vieira, Repórter José Franco e a Irmã Josefa

    Waldo Vieira e o repórter José Franco sendo tocados pela materialização da Irmã Josefa.

    Chico Xavier, Wanda Marlene e a Irmã Josefa

    Irmã Josefa, materializada, está abraçando Francisco Cândido Xavier e Wanda Marlene. A foto, de Nedyr Mendes da Rocha, foi batida na presença da Equipe Médica.

    Material ectoplasmático

    Fotografia tirada com fita métrica, com a finalidade de dar uma idéia das proporções do volume formado pela dobragem de apenas 10 ms. x 0,60 cms de filó. Provando desta forma que seria muito difícil para alguém entrar naquela sala com o tecido escondido no corpo.

    Agora, o Laudo Técnico da Perícia de São Paulo que atesta a veracidade das fotos de Materialização e que DESMENTE Carlos Éboli, perito do RJ.

    Os grifos em azul e vermelho destacam, na minha opinião, algumas passagens que são importantes para a compreensão geral do ocorrido. Por terem sido escaneadas, as laudas tomaram uma angulação que dificultaram os grifos, cuja linearidade não puderam acompanhar as inclinações das mesmas.

    Laudo Técnico da Perícia de São Paulo. Folha 1

    Laudo Técnico da Perícia de São Paulo. Folha 2

    Laudo Técnico da Perícia de São Paulo. Folha 3

    Laudo Técnico da Perícia de São Paulo. Folha 4

    Laudo Técnico da Perícia de São Paulo. Folha 5

    Laudo Técnico da Perícia de São Paulo. Folha 6

    Laudo Técnico da Perícia de São Paulo. Folha 7

    E o resultado, indiscutível, é que durante a publicação da extensa série de reportagens sensacionalistas todo o povo se interessou pelo Espiritismo. E como se vendeu no Brasil os Livros Espíritas … principalmente, os que relatam fenômenos da mediunidade! Quem o diz é o próprio Departamento Editorial da Federação Espírita Brasileira. Diversas edições se esgotaram em poucas semanas… Nesse sentido, o “caso Otília Diogo” nada fica a dever ao “caso Arigó”.

    Mas, paralelamente ao escândalo, era preciso promover a defesa da autenticidade das materializações de Uberaba, de acordo com o plano de Irmã Josefa. E, para alegria de todos os envolvidos, em um local de São Paulo, Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira trazem o material necessário : A fita magnética que contém as declarações dos repórteres, fotocópias, filmes, fotografias, etc. E, inclusive, a roupa especial que a médium Otília Diogo usava durante a experimentação, e que foi violentada.

    Luciano do Anjos e Jorge Rizzini, em programas televisivos, desmascaram a fraude dos repórteres da Revista “O Cruzeiro” e expuseram tudo o que eles fizeram de errado, de forma torpe e rasa, contra o Espiritismo.

    A desmoralização foi total, da Revista “O Cruzeiro”, a qual tentou denegrir a imagem do Espiritismo.

    Tanto que, num ato de desespero, até invocaram um repto de honra, por todo o país, mas que foi simplesmente desconsiderado pelos médicos, médium e Chico.

    E o povo Brasileiro tomou conhecimento dessa tentativa escroque de uma Revista que “deveria” passar a verdade à nação, mas por interesses particulares, tentou desmoralizar uma Doutrina, mas fracassou retumbantemente e, com isso, só serviu para mostrar o naipe daqueles que não se conformam com a integridade, seriedade e princípios éticos da crença alheia.

    http://jefferson.freetzi.com/Materializ-Uberaba2.html

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