PREFEITURA SANEAMENTO

ASSALTO AOS COFRES PÚBLICOS NA ERA MAGGI: Fraude da Encomind revelada pela Operação Ararath e denunciada pelos promotores Roberto Turin, Célio Fúrio e Sérgio Silva da Costa aponta possível envolvimento em esquema de corrupção de Silval Barbosa (PMDB), em fim de mandato de governador, e Blairo Maggi (PR), ex-governador, em pleno mandato de senador, mas até agora não acionado por ninguém na Comissão de Ética do Senado. Também são denunciados como possíveis articuladores do esquema de corrupção (que desviou mais de R$ 60 milhões dos cofres públicos) os procuradores Dorgival Veras de Carvalho, João Virgilio do Nascimento e Dilmar Portilho Meira, além de Ormindo Washington de Oliveira, servidor da PGE, os ex-secretários de Fazenda Eder Moraes e Edmilson Santos e os dirigentes da Encomind Engenharia Ltda, os empresários Marcio Aguiar da Silva, Antônio Teixeira Filho, Hermes Bernardo Botelho e Rodolfo Aurélio Borges de Campos. LEIA A AÇÃO

MP denuncia Silval, Maggi, Éder, Edmilson, empresários e procurados da PGE por fraude na Encomind by Enock Cavalcanti

Série de processos por corrupção, impetrados pelo Ministério Público contra o ex-governador e agora senador Blairo Maggi, ainda não repercutiram no Senado Federal. Até quando vai resistir a couraça?

Série de processos por corrupção, impetrados pelo Ministério Público contra o ex-governador e agora senador Blairo Maggi, ainda não repercutiram no Senado Federal. Até quando vai resistir a couraça?

Os jornais amigos e a mídia amestrada de Mato Grosso gosta de “descer o porrete” em suas manchetes sobre a Câmara Municipal de Cuiabá que, por ocasião de seus escândalos, é sempre taxada de Casa de Horrores. Não se viu, até agora, nenhum mancheiteiro chapa branca cognominar de Casa de Horrores à Procuradoria Geral do Estado, com sua seleta turma de doutores do Direito, entre eles alguns mestres e doutores, que, nesse final de ano, tem contribuído para o horror dos cidadãos mato-grossenses com o possível envolvimento de alguns dos seus figurões em pesados esquemas de corrupção que, revelados durante a Operação Ararath, estão sendo levados agora às barras da Justiça pelo Ministério Público Estadual.

É o caso da fraude que tem como pólo central a relação da empreiteira Encomind Engenharia Ltda e a administração pública estadual. Ação impetrada pelos promotores Célio Furio (que, pessoalmente, não é nada furioso e costuma primar pela fidalguia do comportamento), Roberto Turin e Sérgio Silva da Costa no dia 19 de dezembro pede o bloqueio de nada menos que R$ 61 milhões de reais dos reus que relaciona e pede que sejam condenados a devolver este montante aos cofres públicos estaduais.

O que a ação sugere é que um esquema de corrupção, envolvendo precatórios da Encomind, foi montada à sombra das administrações dos governadores Silval Barbosa (PMDB) e Blairo Maggi (PR) para, sob a desculpa de saldar antigas dívidas que o Estado teria para com aquela empresa, propiciar um verdadeiro assalto aos cofres públicos já tão espoliados de Mato Grosso.

De acordo com a denúncia dos promotores (que você confere na íntegra no destaque) teriam participado deste ousado esquema de corrupção, além de Blairo e Silval, os procuradores Dorgival Veras de Carvalho, João Virgilho do Nascimento e Dilmar Portilho Meira, além de Ormindo Washington de Oliveira, servidor da PGE (que, confirmadas as denuncias, e sendo menos complacentes os nossos mancheteiros chapa branca, tem tudo para passar a rivalizar com a Câmara de Cuiabá pela honra de ser chamada também de Casa dos Horrores), os ex-secretários de Fazenda Edmilson Santos e o notório Éder Moraes e também (talvez para confirmar a tese poética do poeta Cazuza de que “enquanto houver burguesia não vai haver poesia”) os dirigentes da Encomind Engenharia Ltda, os empresários Marcio Aguiar da Silva, Antônio Teixeira Filho, Hermes Bernardo Botelho e Rodolfo Aurélio Borges de Campos.

Célio Fúrio, Roberto Turin e Sérgio Silva da Costa, promotores do Ministério Público de Mato Grosso. Ações assinadas pelos três expõem grande roubalheira praticada contra os cofres públicas na Era Maggi

Célio Fúrio, Roberto Turin e Sérgio Silva da Costa, promotores do Ministério Público de Mato Grosso. Ações assinadas pelos três expõem grande roubalheira praticada contra os cofres públicas na Era Maggi. São promotores que, aparentemente, não conciliam e não vacilam diante da figura “majestática” de Maggi, cujo estranho poder de sedução, além de envolver grande parte de nossa mídia chapa branca, o atual governador eleito Pedro Taque(PDT), alcançou também a cúpula do PT, onde Dilma e Lula “se derretem” diante de um político cuja gestão espalhou muitos destroços pela politica e pela administração pública de Mato Grosso.

5 Comentários

Assinar feed dos Comentários

  1. - IP 177.41.95.225 - Responder

    Aqui na planície dos relés mortais,há tempos sentíamos o mau cheiro que vinha lá das bandas do palácio no CPA.Era tão forte que não era possível que essa carniça fosse de bicho pequeno.Agora temos a confirmação , eram bichos(com s mesmo) dos grandes ,e, muitos.Blairo Maggi enganou alguem por um certo tempo,mas não conseguiu enganar todos durante todo o tempo! CAIU A MASCARA DE BOM MOÇO,ESTÁ SIM ENVOLVIDO ATÉ O PESCOÇO,E VEM MAIS POR AÍ.

  2. - IP 187.7.194.37 - Responder

    É por isso que em Cuiabá , brotam por todos os lados , os apartamentos 1 por andar ; os condominios de luxo ; e pelas ruas vemos possantes SUV ‘s com suas lanchas indo para o lago de manso.
    É o dinheiro da corrupção fluindo……fluindo…….fluindo

  3. - IP 177.31.81.95 - Responder

    Canalhas! E o MPE, chefiado por uma cúpula nomeada pelo próprio Blairo, nunca conseguiu enxergar nenhuma falcatrua, nem sentir o fedor de carniça que estava no ar esse tempo todo. Canalhas!!! Mil vezes CANALHAS!!!

  4. - IP 177.27.181.202 - Responder

    TUDO COM A PARTICIPACAO DOS VAGABUNDOS DE TOGA QUE EM MT PULULAM COMO VAMPIROS!!!

  5. - IP 201.15.65.215 - Responder

    NESSE CASO EM PARTICULAR, DiSCORDO! OS CARAS NÃO PODEM AGIR DE OFÍCIO. O MPE TEM QUE ACIONAR. NÃO PRVARICAR!

Deixe seu Comentário

Seu endereço de email não será publicado.
Campos com * são obrigatórios.

seis + onze =